O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A trilha sonora do mercado nesta terça-feira podia ser O Portão, o clássico de Roberto Carlos do refrão “Eu voltei, agora pra ficar. Porque aqui, aqui é o meu lugar…”
O Ibovespa retomou o patamar dos 100 mil pontos depois de pouco mais de um mês. Difícil é dizer se a volta será definitiva. Em outubro, o índice acumula alta de impressionantes 6,28%.
Quando observamos a trajetória, a bolsa dá sinais de que tem espaço para alçar novos voos diante de um cenário externo favorável e a perspectiva de que os juros permanecerão baixos por muito tempo.
O problema é que, pelo menos aqui no Brasil, a manutenção dos juros baixos vai depender do que faremos das contas públicas. Ainda não sabemos, por exemplo, como o governo vai financiar o Renda Cidadã sem derrubar o teto de gastos.
A rápida valorização do Ibovespa em relação à minima de 93.580 pontos alcançada no dia 29 de setembro foi calcada no discurso mais sintonizado dos políticos em defesa do equilíbrio fiscal.
Isso significa que o mercado deu (mais um) voto de confiança em Paulo Guedes. Mas a incerteza deve permanecer enquanto não houver uma definição sobre o programa que vai substituir o Bolsa Família.
Leia Também
Se os investidores perceberem que “tudo estava igual como era antes, quase nada se modificou”, a volta do Ibovespa dificilmente será para ficar. Saiba com o Felipe Saturnino os detalhes do pregão que recolocou o principal índice da B3 no patamar dos 100 mil pontos.
• Não foi só o Ibovespa que rompeu níveis importantes hoje. Depois de dois meses longe das máximas do ano, o bitcoin retomou o fôlego e voltou a ficar acima dos US$ 12 mil. Saiba o que está por trás da nova onda de otimismo com a criptomoeda.
• Depois de comprar as operações do Walmart no Brasil, o fundo norte-americano Advent adotou a marca Big e agora quer levar a rede de supermercados para a bolsa, com a promessa de tornar a empresa ainda maior. Veja os detalhes sobre o IPO.
• Os analistas do BTG Pactual se reuniram (virtualmente) com os principais executivos da Direcional Engenharia. E saíram animados do encontro. Veja a recomendação e o que eles esperam para as ações da incorporadora.
• Depois de ficarem com os postos às moscas no auge da pandemia do coronavírus, as distribuidoras de combustíveis devem voltar a ter resultados melhores no terceiro trimestre. Saiba o que os analistas do Credit Suisse esperam dos balanços.
• Na esteira da sanção do novo marco regulatório do setor de saneamento, a Aegea venceu o leilão para operar o serviço de esgotamento dos municípios de Cariacica e Viana, na Grande Vitória (ES). Confira os detalhes do negócio.
• Paulo Guedes mais uma vez reforçou o compromisso do governo com a agenda liberal. Além de acalmar o mercado, o ministro falou sobre reformas, privatizações e fez projeções para o desempenho da economia neste ano.
• Mais um dado mostra que o dragão da inflação está à espreita. O IGP-M, índice utilizado no reajuste de contratos de aluguel, avançou 20,56% em um ano, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
• Entre tantos fundamentos a se analisar na hora de investir em uma ação, qual o principal deles? O Felipe Miranda conta o que você não pode deixar de procurar numa companhia (e o porquê) na coluna de hoje.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas