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Uma matéria alertando para os riscos do day trade foi a mais lida desta semana no Seu Dinheiro
Uma entidade mágica, tão bela quanto perigosa, tenta seduzir os marujos de primeira viagem. Estou falando do bull market, cujo canto é irresistível para os novatos do mercado financeiro: "atire-se às águas da bolsa; os lucros são fáceis e o enriquecimento é rápido".
E, realmente, o chamado é atrativo: em tempos de pandemia e dificuldade econômica, a pujança do Ibovespa é fascinante — o índice já acumula ganhos de mais de 50% desde março, recuperando o marco simbólico dos 100 mil pontos na última sexta-feira (10).
Em tese, tudo é lindo: se as cotações não param de subir, qualquer um consegue fazer dinheiro — inclusive no chamado day trade, quando um investidor compra e vende ações no mesmo dia, buscando ganhos rápidos.
O detalhe é que o canto da sereia — ou do touro, como preferir — é ardiloso: os mares do mercado financeiro são cheios de armadilhas, e quem não trata as ondas com o devido respeito pode facilmente ser sufocado.
Eu não estou dizendo que você deva fazer como Odisseu, que se amarrou ao mastro do navio para não se deixar seduzir. O que eu defendo é que, antes de levantar a âncora do seu barco, você deve buscar conhecimento e informação — e, assim, não se deixar envolver por vozes belas e traiçoeiras.
A história trágica de um investidor iniciante foi a mais lida da semana no Seu Dinheiro: o Ricardo Mioto explicou o que aconteceu, chamando a atenção para os perigos do day trade. Para ler esse texto, é só clicar aqui.
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Mas, antes de passarmos ao ranking das matérias mais lidas dos últimos dias, eu quero fazer um convite a todos vocês: já está no ar a nova coluna do Robert Kiyosaki, autor do best seller "Pai Rico, Pai Pobre". Neste sábado, ele fala sobre a educação financeira para crianças — uma ferramenta eficiente para diminuir a atratividade do canto da sereia.
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