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Se você prefere investir seu dinheiro do que gastar sem motivo, talvez comece a achar sua própria família ou alguns amigos meio bregas
Se você não assistiu ainda à série documental do Netflix sobre Michael Jordan, chamada “Last Dance”, recomendo que o faça.
A série mostra um Jordan implacável, obsessivo por ganhar, cobrando duramente os colegas de time a terem o mesmo empenho. Em uma situação, implica tanto com um outro jogador do Chicago Bulls que chegam a trocar socos em um treino.
Ele era assim mesmo quando novato. Recém-chegado no time, não quis participar de festinhas com álcool e drogas dos jogadores veteranos. Achava que ia prejudicar o seu desempenho. Acabou se livrando de todos eles.
Ele não estava preocupado em perder a amizade. Se esse era o preço de ganhar em quadra, que se dane se não gostassem dele.
O que isso tem a ver com dinheiro?
Muito, como a gente discutiu no último episódio do podcast Empiricus Puro Malte, que foi ao ar ontem -- você pode ouvir no Spotify neste link.
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Claro que você não vai dar soco nos outros (por favor, né), mas a construção de patrimônio pode afastá-lo de muitas pessoas, seja você um investidor ou um empreendedor.
Se você prefere investir seu dinheiro do que gastar sem motivo, talvez comece a achar sua própria família ou alguns amigos meio bregas.
De todos os e-mails de assinantes da Empiricus que já vi, o meu favorito é o de uma mulher de cerca de 50 anos. Ela contava ter uma carteira diversificada, com ações, fundos imobiliários, renda fixa e dólares. “Comecei com 228 mil e hoje estou chegando nos 700 mil”, dizia ela. “Faço aportes mensais e reinvisto tudo que entra de dividendos e renda dos fundos.”
“Mas o que eu queria contar mesmo era isto: nesta semana, conversando com minhas amigas de trabalho, uma contou que fez botox e preenchimento com ácido. A outra fez luzes no cabelo, hidratação e comprou um monte de produtos caros. Elas perguntaram: e você? Eu disse: comprei um lote de ALUP11 [Alupar, de energia elétrica] e umas cotas de fundos imobiliários. Posso não ser a mais bonita, mas com certeza sou a mais independente.”
Eu me sinto um pouco assim quando encontro alguns familiares.
Sinceramente, não tenho o menor interesse em qual carro eles compraram. Se você precisa de um carro zero financiado para se sentir amado, é melhor ir ao psicólogo do que à concessionária. Isso quando não começa o papo sobre quanto custou o metro quadrado de uma tal pedra qualquer de gosto duvidoso que a pessoa colocou no banheiro.
Se você for empreender, como apontou o Felipe Miranda no podcast, pode passar por problemas similares. Muitas vezes amigos montam uma empresa, mas o sucesso faz com que a amizade se perca porque um dos sócios quer mais desempenho e compromisso dos outros.
“A lição mais geral do Jordan é que o sucesso extremo pode ser ambivalente. Tem muitas histórias de super empreendedores que brigam com o cara que era padrinho do filho e coisas do tipo”, ele disse.
Não se trata, claro, de sugerir que você se afaste da família e dos amigos nem que brigue com os sócios. Ninguém é feliz sozinho, tenha o dinheiro que tiver, e a tolerância é uma grande virtude.
São apenas os difíceis equilíbrios da vida: não se pode ter tudo, e o sucesso em alguns campos implica desafios ou renúncias em outros. Jordan já sabia.
Escute o Empiricus Puro Malte:
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