🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Como navegar e obter retorno no mundo de juros baixos e bolsa cara

Todo mundo quer múltiplo barato, mas ninguém quer esperar anos para que o crescimento, hoje já no preço, seja entregue ou sentir na pele uma grande correção nos preços como a vista em março. Qual a saída?

11 de agosto de 2020
6:04 - atualizado às 9:24
Caravela
Imagem: Shutterstock

Jordan Peterson costuma dizer que não podemos proteger nossos filhos da realidade; ao invés disso, os pais precisam fazer com que as crianças entendam que há “dragões” no mundo. Em sendo cuidadosa, a cria poderá aprender a lidar com tais feras, tendo os pais como ponto de referência no enfrentamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recordei-me desse pensamento depois de passar um tempo com meu velho no último domingo. Todos nós nos apegamos a uma figura paterna, independentemente de quem seja responsável pela materialização. Ela é parte importante do enfrentamento que a criança terá de passar na vida adulta.

Além da reflexão, nesse mesmo Dia dos Pais, depois do tradicional almoço em família, ainda fui agraciado com uma recomendação de leitura de minha mãe.

Minha mãe foi por muito tempo professora de literatura do sistema público de ensino, por isso, indicação de livro sempre foi matéria obrigatória em casa. Talvez as analogias literárias dela tenham sido sua forma de expressar justamente o ponto de referência materno para o enfrentamento, também proposto pelos pais.

O nome da vez era Ariano Suassuna. Enquanto ela me recomendava “Romance de Dom Pantero no Palco dos Pecadores”, duas outras obras notáveis do autor paraibano vieram à minha cabeça.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É curioso como obras de autores geniais como Suassuna mimetizam a realidade com uma proeza estética notável. A realidade é muito mais complexa do que conseguimos pressupor a priori e, por mais que busquemos obstinadamente interpretações e racionalizações, viveremos sempre sob a angústia da incerteza. Não à toa, o Felipe costuma trazer Kierkegaard e Nietzsche para o Day One. Ambos existencialistas e preocupados com a questão da ruptura do pensamento platônico com a realidade concreta.

Leia Também

No caso do “Romance d’A Pedra do Reino”, o resgate vai na linha daquele já sabido sebastianismo, referente ao sentimento do povo português que, durante o século 16, profetizava o retorno do rei D. Sebastião, desaparecido na África após a Batalha de Alcácer-Quibir.

Evidentemente, o rei nunca voltou devido a um único motivo: ele morreu.

Representação da batalha de Alcácer-Quibir

Breve parêntese. Os traços desse anseio sebastianista são verificados, inclusive, na cultura brasileira em suas tratativas políticas. A esperança de que um candidato X ou Y possa trazer finalmente a correção de todos os males que afligem a nação pode ser entendida como um resquício desse processo social português; afinal, fomos colônia de Portugal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Voltando ao assunto. Da mesma forma, em nosso meio, quando lemos diferentes pareceres sobre empresas ou setores, relatórios de gente muito séria e diferentes opiniões de gestores e analistas brasileiros e gringos, podemos identificar uma parcela de sentimento que se assemelha ao sebastianismo: um sebastianismo financista.

Explico.

Existe uma grande preocupação no mercado hoje. Se, por um lado, os juros estão estruturalmente baixos (de modo conjuntural também, devido ao expansionismo monetário sem precedentes), por outro, a Bolsa, que seria alternativa tradicional e notória quando os juros caem, também está muito cara.

Juros baixos e Bolsa sem atratividade. Gradualmente, ficamos sem opções. Abaixo, a imagem, que chegou a mim por contribuição de Christof Leisinger, ilustra a queda dos juros (em vermelho e invertido no eixo da direita) e a alta dos múltiplos acionário (em azul e no eixo da esquerda):

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, yield cai e Bolsa fica cara. Por sinal, como o Felipe costuma argumentar, existem motivos estruturais para os juros estarem baixos (demografia e tecnologia), assim como também existem motivos para cada vez mais os ativos renderem menos.

Isso porque, em um processo de tradicional arbitragem, um ativo de risco tem que pagar o retorno do ativo livre de risco mais um prêmio pelo risco específico (generalizando, isso vale para tudo); ou seja, se os juros caem e o ativo livre de risco rende zero (ou menos), todos os outros ativos rendem menos, por definição.

Isso é um problema, uma vez que múltiplos esticados apontam para uma relação risco-retorno pouco assimétrica. Historicamente, segundo levantamento do Credit Suisse, múltiplos mais altos geralmente precedem retornos futuros mais baixos. No caso, múltiplo de preço sobre lucro (P/L, linha azul acima) superior a 21 vezes é consistente com retornos perto de zero na próxima década (ex-dividendos).

Diante da dinâmica, levanta-se até a hipótese de alocações muito tradicionais no exterior, como a 60/40, estarem ultrapassadas e precisarem ser revistas. É um duro choque de realidade de que muita gente no mercado parece não ter se dado conta ainda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desculpe, acredito que a última frase possa me fazer ser mal interpretado.

Não é que as pessoas não percebem. Elas percebem e percebem muito. Mas, se todo mundo percebe, considerando um mercado supostamente eficiente, o fator já não deveria ser ponderado no preço? Ou então os fenômenos TINA (não há outra alternativa) e FOMO (medo de ficar de fora) seriam responsáveis por mais uma grande distorção?

Acredito que estamos, na verdade, diante de uma mudança de paradigmas, com a qual naturalmente será difícil de se adaptar. Os agentes costumam olhar a situação com as mesmas lentes que olharam o século passado, em uma espécie de saudosismo do que realmente deu certo.

Assim, a situação atual aparenta ser um monstro de sete cabeças, quando se trata, na realidade, de uma fase de transição para outro estágio de amadurecimento dos mercados, com a qual ainda não estamos acostumados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Verificamos assim uma tentativa dos agentes de querer a qualquer custo voltar ao que deu certo no início do século passado, buscando grandes barganhas, quando em um mundo entendido como informacionalmente eficiente isso é muito difícil.

É uma espécie de sebastianismo: financistas no aguardo de uma situação de mercado que simplesmente pode não existir mais, procurando e esperando preços razoáveis novamente.

Todo mundo quer múltiplo barato, mas ninguém quer esperar anos para que o crescimento, hoje já no preço, seja entregue ou sentir na pele uma grande correção nos preços como a vista em março. Qual a saída?

Seria natural pensar que, diante de um novo contexto, uma nova proposta seja necessária. Temos costurado aqui na Empiricus diversas ponderações sobre alternativas de estratégias que procuram levar a nova realidade em consideração, com o resgate do Felipe de uma mescla entre smart beta e barbell strategy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Paralelamente, duas classes costumam ser interessantes: i) os alternativos (líquidos e ilíquidos), que têm crescido na alocação dos grandes gestores de fortuna e dos gigantes escritórios patrimoniais de família e ii) classes menos privilegiadas no processo atual, pelo menos por enquanto.

Enquanto a primeira opção ainda é pouco acessível para o investidor de varejo brasileiro, a segunda já é uma realidade. Por sinal, vale destacar que o processo de encarecimento das empresas de tecnologia é compreensível. Se existe hoje muita emissão de moeda e, portanto, muita liquidez, os agentes têm que alocar os recursos de algum jeito.

Se a renda fixa não paga bem e as ações estão com fundamentos ruins (devido à economia em frangalhos no pós-pandemia), então o dinheiro parte para crescimento (“growth”), que é naturalmente entendido como tecnologia — você joga qualquer coisa no modelo e faz um fluxo de caixa descontado tendendo ao infinito. Pronto, criou-se a Bolsa distorcida atual.

Começa então a nascer um entendimento revigorado de que os emergentes podem voltar a ficar mais atrativos. Se olharmos por década (gráfico abaixo), esses mercados (em laranja) costumam se alternar com os desenvolvidos (em azul) em termos de performance de Bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse caso, é possível que passemos a notar um fluxo gradual dos gringos para emergentes novamente, que possuem mais risco e, assim, mais prêmio pela alocação. Igual às classes de ativos menos privilegiadas, que podem ganhar alguns investidores globais.

Como muito bem pontuou Jean Van de Walle (autor da imagem acima e da tabela abaixo), para garantir retornos esperados mais atraentes, o investidor precisa se aventurar em mercados mais arriscados e relativamente baratos — o mundo assistiu à desvalorização cambial nos países emergentes (o Brasil que o diga).

Brasil, Colômbia, Turquia, Chile, Filipinas, México e África do Sul são negociados com descontos muito acentuados em relação às avaliações históricas e fornecerão retornos elevados se ocorrer uma reversão à média. Atualmente, os mercados estão precificando perspectivas econômicas difíceis para esses países.

Para essas economias, o debate tem um caráter fiscalista diferente. É importante apresentar credibilidade orçamentária para o investidor estrangeiro. A discussão que passamos hoje de revisão da carga tributária será importantíssima nesse sentido (preocupação adicional com o Brasil no sentido de pagar a conta do coronavírus).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todos os países (emergentes e desenvolvidos) vão entrar nesse debate para acomodar a nova realidade de expansão fiscal e monetária — o emergente que fizer melhor isso tende a ficar na frente.

Vamos afugentar o sebastianismo financista e alocar de maneira fria nosso capital, correndo riscos com responsabilidade. Não é porque não enxergamos solução, em um primeiro momento, que a solução não existe. A discussão tem que ser menos sobre o suposto medo das coisas estarem caras e mais sobre onde alocar em um mundo diferente.

Se preferirem esperar o retorno dos preços à racionalidade, fiquem à vontade, respeito a posição. Já eu prefiro me movimentar com diligência e ponderação, correndo o risco certo e sempre com proteções locais e internacionais (moedas fortes e uma alocação em ouro e prata).

Se estiver em busca de uma carteira completa, feita para buscar retornos com ações ao mesmo tempo em que traz  proteções para evitar prejuízos exagerados caso um cisne negro apareça no lago dos mercados, aqui está uma sugestão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar