O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
It’s all about volatility, ofertada no mercado sob diferentes gêneros, números e graus
Alguns se empolgam com Microcaps, outros têm fetiche por Renda Imobiliária.
Há uma curiosa correlação entre motoristas de Honda Fit e indivíduos que organizam happy hour sem álcool para comemorar a nova emissão de Tesouro IPCA+ 2055.
E conheci também quem perdesse tudo (e mais um pouco) vendendo opções de Telemar a descoberto.
Cada um tem sua preferência neste mundo, cada um faz o seu caminho.
No fim das contas, porém, qualquer que seja o ativo a se comprar, estamos comprando uma só coisa: volatilidade.
It's all about volatility, ofertada no mercado sob diferentes gêneros, números e graus.
Leia Também
Se tiramos um dinheiro estático do bolso, é para trocá-lo por ativos de payoff dinâmico. De outra forma, sequer nos daríamos ao trabalho.
Mas quão dinâmico deve ser esse payoff?
Em tese, investidores avessos ao risco escolhem movimentos cuja amplitude seja limitada.
Já os investidores amantes do risco ignoram as médias e abraçam a variância, a assimetria e a curtose.
Todas essas escolhas e todos esses abraços pressupõem que a volatilidade dos ativos financeiros seja conhecida a priori — o que está longe de ser trivial.
Pela taxonomia, a volatilidade pode ser homocedástica ou heterocedástica. Ou seja, ela pode se comportar como sempre ou pode se transformar como nunca.
Quando escolhemos uma volatilidade histórica e mensurável, estamos apostando em um futuro homocedástico.
No entanto, ao quase meio do caminho, aquele futuro bem comportado de outrora de repente se revolta, assumindo formas heterocedásticas.
Frequentemente, a volatilidade que escolhemos na gôndola não é a volatilidade que levamos para casa.
Tais metamorfoses impossibilitam qualquer transitividade sistemática entre ativos financeiros; a rigor, não há como comparar e ranquear A versus B em termos de volatilidade. O mean-preserving spread é uma grande ilusão.
Ainda que A possa se mostrar demasiado tranquilo em termos de média e variância, B possui qualidades de assimetria e curtose que garantem segurança diante de eventos extremos.
O investidor avesso ao risco escolherá A ou B?
Então vem uma crise, A desaba e B segura a onda.
Dali em diante, as figuras se invertem, de modo que os primeiros momentos estatísticos de A enlouquecem pela marcação a mercado, enquanto seus momentos de terceira e quarta ordem passam a ficar muito mais atrativos.
O único hedge que eu já vi funcionar é ficar comprado em volatilidade heterocedástica, rezando pela sorte ou pelo azar.
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?