🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Emoções intensas

Otimismo, crise e recuperação: os três atos de um semestre dramático para o Ibovespa

O Ibovespa fechou o mês de junho com ganhos acumulados de 8,76% e, com isso, saltou mais de 30% no segundo trimestre de 2020. Mas todo esse bom desempenho ainda não é capaz de apagar o colapso visto em março: no ano, o índice ainda amarga perdas de 17,8%

Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Ainda nos primeiros dias do ano, uma dúvida surgiu na redação do Seu Dinheiro: afinal, qual era a grafia correta de Qasem Soleimani? Era preciso padronizar a nomenclatura do general iraniano, já que tudo levava a crer que seu nome seria citado em muitas e muitas matérias em 2020 — e que o Ibovespa e o dólar à vista seriam duramente afetados por ele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você pode não se lembrar, mas Qasem Soleimani dominou as manchetes no início de janeiro: sua morte, resultado de um ataque militar americano, quase deu início a uma nova guerra mundial. E, definitivamente, não há nada mais urgente que um conflito bélico entre EUA e Irã, certo? Bem...

Pois é: o que parecia uma inevitável batalha entre potências militares virou apenas uma nota de rodapé em 2020 — os atritos logo cessaram e o mundo voltou a girar como sempre. Dito isso, o rali das bolsas globais, que esteve sob ameaça no começo do ano, continuou em curso.

  • Eu gravei um vídeo para falar um pouco mais sobre os acontecimentos que movimentaram a bolsa brasileira e o mercado de câmbio no primeiro semestre. Veja abaixo:

Veja o Ibovespa: ainda em janeiro, chegou a flertar com o inédito nível dos 120 mil pontos. E, com a reforma da Previdência aprovada e a economia doméstica prometendo um crescimento firme, nada parecia capaz de parar o índice brasileiro.

Exceto, é claro, caso uma pandemia cujas proporções não eram vistas em cerca de 100 anos colocasse o mundo todo em quarentena — sai Qasem Soleimani, entra o coronavírus; sai o otimismo nos mercados, entra uma colapso sem precedentes nas bolsas globais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sonho do avanço inabalável do mercado de ações do Brasil logo deu lugar à crise da Covid-19. Dos 120 mil pontos vistos em janeiro, o índice rapidamente mergulhou rumo aos 60 mil pontos em março — e, no meio do caminho, tivemos nada menos que seis circuit breakers na bolsa brasileira.

Leia Também

O coronavírus, infelizmente, ainda está longe de ser uma página virada: mais de 10 milhões de pessoas já foram infectadas pela doença, com cerca de 510 mil mortes confirmadas no mundo. E a única maneira para conter o avanço do vírus — o isolamento social — também traz impactos severos à economia.

Uma crise simultânea de oferta e de demanda: comerciantes e prestadores de serviços têm de ficar parados, ao mesmo tempo em que os consumidores estão em casa, de quarentena. Um cenário trágico para a atividade global e que culminou na queda do consumo, no aumento do desemprego e na paralisia da economia do mundo.

Os mercados financeiros, é claro, não passaram incólumes por esse cenário sem precedentes: a aversão ao risco aumentou, as moedas de países emergentes se desvalorizaram e os investimentos em ações passaram por reviravoltas, dada a fragilidade de muitas empresas nesse contexto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso não significa, no entanto, que as bolsas estiveram paradas desde então, largadas à falta de perspectiva de melhora. Pelo contrário: tivemos uma recuperação bastante interessante do Ibovespa e dos demais índices acionários do mundo nos últimos meses.

Nesta terça-feira (30), última sessão do semestre, o Ibovespa marcava 95.055,82 pontos, em baixa de 0,71%. Ok, ainda está distante dos 120 mil pontos prometidos em janeiro, mas também longe dos 60 mil pontos vistos em março.

Com o desempenho de hoje, o Ibovespa acumulou ganhos de 8,76% em junho, fechando o segundo trimestre do ano com uma alta de 30,18%. Ainda assim, considerando a queda de 36,86% vista nos três primeiros meses de 2020, o saldo do semestre é negativo: queda de 17,80%.

Essa recuperação do Ibovespa e das bolsas globais pegou muitos de surpresa, eu incluso neste grupo. Ok, alguns sinais de recuperação econômica começam a surgir na China, Europa e EUA, mas fato é que a economia global ainda está em níveis bastante deprimidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o próprio coronavírus continua se espalhando pelo globo — o que, em última instância, pode frear a reabertura dos países e forçar uma nova onda de quarentena, o que pioraria ainda mais a atividade no mundo. O cenário está longe de ser otimista.

E, no Brasil, temos ainda nossas próprias questões: a tramitação de pautas econômicas está praticamente travada, as projeções para o PIB e outras variáveis são cada vez piores e a Covid-19 ainda está numa fase ascendente no país — isso sem falar nas enormes tensões políticas entre governo, Congresso e STF.

Sendo assim, é preciso fazer algumas considerações. Em primeiro lugar, algumas poucas empresas e setores conseguiram atravessar o período crítico de maneira mais ou menos firme — falo especialmente de companhias ligadas ao e-commerce, que viram a demanda aumentar em tempos de isolamento. A tese de investimento em ações desses segmentos, assim, saiu fortalecida em meio à pandemia.

E, de fato, ações como B2W ON (BTOW3), Magazine Luiza ON (MGLU3), Lojas Americanas PN (LAME4) e Via Varejo ON (VVAR3) estão entre os poucos ativos do Ibovespa que conseguiram terminar o semestre no azul — os papéis da B2W lideram o ranking, com alta acumulada de 70% no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas também há um segundo fator não tão óbvio que ajudou a dar força às bolsas de maio para cá: a forte injeção de liquidez por parte dos bancos centrais do mundo, aliada ao corte de juros em quase todos os mercados globais.

Pacotes de auxílio econômico foram lançados aos montes: Europa, Japão, EUA, Brasil e muitos outros governos e BCs abriram os cofres e colocaram dinheiro para circular, numa tentativa de manter a economia girando e evitar uma quebradeira desenfreada de empresas.

O corte de juros em bloco vai no mesmo caminho: com as taxas perto de 0%, a ideia é facilitar a tomada de crédito e, com isso, estimular o consumo, de modo a reaquecer a atividade econômica.

Essa combinação, no entanto, acabou sendo particularmente benéfica para as bolsas: juros baixos tiram a atratividade de investimentos em renda fixa, obrigando os investidores a buscarem alternativas mais arriscadas — no caso, no mercado de ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, uma parte relevante dessa enxurrada de dinheiro veio parar nas bolsas, dando ânimo aos investidores por mais que as perspectivas econômicas ainda sejam nebulosas. Uma espécie de blindagem contra eventuais problemas.

Estresse contínuo no dólar

No mercado de câmbio, contudo, a história foi um pouco diferente: o dólar à vista passou por uma pressão quase contínua ao longo do ano, com um leve período de alívio em maio.

Nesta terça-feira, o dólar à vista subiu 0,25%, a R$ 5,4402, acumulando ganhos de 1,90% em junho. No trimestre, a alta foi de 4,69%; no ano, os ganhos já somam 35,6%.

Por que a trajetória do dólar difere tanto da do Ibovespa? Por que o mercado de câmbio manteve-se tão estressado, sem sinal da recuperação vista na bolsa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bem, ao mesmo tempo que a injeção de liquidez dá ânimo aos investidores e ao mercado de ações, ela não cega os agentes financeiros da realidade e dos riscos que permanecem no horizonte: tanto no Brasil quanto no exterior, ainda há bastante incerteza adiante.

Sendo assim, esses recursos abundantes servem para montar posições estratégicas: ao mesmo tempo em que os investidores permanecem alocados em bolsa, buscando boas oportunidades, eles também buscam algum tipo de proteção para a carteira — e, no caso, esse 'hedge' é o dólar.

Se tudo der certo e as bolsas deslancharem novamente, quem estiver posicionado agora vai se dar bem; se tudo der errado e o cenário se deteriorar, o dólar subirá ainda mais — e quem tiver comprado a moeda americana vai amenizar parte das perdas em bolsa.

Claro que a queda de juros no Brasil, com a Selic nas mínimas históricas a 2,25% ao ano, contribui para trazer pressão extra ao câmbio: com a taxa nesses patamares, o diferencial em relação aos EUA está cada vez menor, o que atrai menos investidores globais para o mercado brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, o dólar parece mais perto do patamar dos R$ 6,00 — o teto histórico em termos nominais para a moeda — do que, digamos, dos R$ 4,00 que funcionavam como uma 'barreira psicológica' para o mercado até o começo do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

O BTG Pactual realizou apenas uma troca na sua carteira de ações para o mês de fevereiro. O banco retirou a Vale (VALE3), que deu lugar para Axia Energia (AXIA6). Além disso, os analistas também aumentaram sua posição em Caixa Seguridade (CXSE3), de 5% para 10%, e reduziram em B3 (B3SA3), de 10% para 5%. A carteira tem como objetivo […]

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar