O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
SPX Nimitz, principal fundo da casa, realizou ganhos com a alta da moeda americana; conhecida por um certo “pessimismo”, gestora já trabalha com a possibilidade de recessão pela frente, e projeta PIBinho para o Brasil em 2020
A SPX, do estrelado gestor Rogério Xavier, reduziu, durante o mês de fevereiro, sua conhecida posição comprada em dólar, realizando os ganhos com a valorização recente da moeda americana. Até o fim de fevereiro, o dólar apresentava alta de mais de 10% no ano.
A gestora também zerou sua posição vendida em euro, mas continua vendida em moedas de países emergentes, isto é, ainda aposta na desvalorização dessas divisas.
O principal fundo da casa, o SPX Nimitz, vem apresentando retornos positivos mesmo em meio ao caos que se instaurou nos mercados desde o final de janeiro. Em fevereiro, o fundo entregou aos cotistas um retorno de 1,19%, totalizando 1,34% no ano. A classe de ativos que apresentou o maior ganho foi justamente o câmbio. Em março, as cotas já se valorizam mais de 1,00%.
A SPX e o próprio Rogério Xavier são conhecidos por suas posições geralmente pessimistas. Já o Nimitz é um fundo multimercado (que pode investir em quaisquer classes de ativos e seguir diversas estratégias) com um forte perfil de fundo de hedge, isto é, de proteção patrimonial dos cotistas.
Em carta aos cotistas publicada nesta quinta-feira (12), a gestora diz que sua postura para março mudou em relação a fevereiro, e que avalia, agora, a real possibilidade de uma recessão.
"Entramos em março, todavia, de forma bem diferente do que começamos fevereiro, agora avaliando a real possibilidade de uma recessão, o quão profunda e duradoura esta seria, além de quem será o próximo presidente americano."
- Carta de fevereiro da SPX.Leia Também
A gestora projeta crescimento zero para a Europa em 2020 por conta do avanço do coronavírus. "Entretanto, efeitos adicionais, como o risco pandêmico do vírus e seu impacto em parceiros de comércio e maiores disrupções na cadeia de produção, apontam para maiores riscos de recessão na região", diz a carta.
Para o Brasil, a projeção é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça apenas 0,9% neste ano, em razão das revisões para baixo das projeções de crescimento para a China e a Europa, da queda do preço do petróleo e da piora das condições financeiras.
Além de revelar suas posições no mercado de câmbio, a SPX também contou um pouco sobre suas alocações nos mercados de juros, ações e commodities.
A gestora, que trabalhava anteriormente com a possibilidade de alta na taxa básica de juros (Selic) ainda neste ano, agora projeta um corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião, marcada para terça e quarta-feira da próxima semana (17 e 18 de março).
"No Brasil, após a última reunião do Copom, o Banco Central sinalizou a interrupção do ciclo de afrouxamento monetário. Com o avanço do coronavírus e suas implicações para a atividade econômica, o Banco Central do Brasil (BCB) alterou sua comunicação. Diante disso, avaliamos que a disposição do BCB de continuar a cortar juros aumentou", diz a carta.
A gestora diz, porém, se manter cautelosa em relação aos juros locais, uma vez que novas reduções na Selic tendem a pressionar ainda mais o câmbio, valorizando o dólar e, possivelmente, pressionando a inflação - o que poderia ensejar uma nova elevação nas taxas. Em razão disso, a SPX se mantém com "pequenas posições direcionais" no mercado de juros.
A SPX acredita que, após as quedas recentes, os preços das ações de empresas estrangeiras ficaram mais atrativos, mas que espera uma revisão negativa nas expectativas de lucros.
A gestora se diz "levemente comprada, com a visão de que o impacto do coronavírus será forte, porém passageiro, e de que os bancos centrais irão responder de maneira mais agressiva, tanto do lado monetário, quanto do lado fiscal".
Quanto à bolsa brasileira, a SPX permanece comprada em ações dos setores financeiro, de utilities (utilidade pública, como as concessionárias de serviços públicos) e consumo.
A gestora permanece vendida em metais industriais e comprada em metais preciosos (como é o caso do ouro). No mercado agrícola, a SPX permanece comprada em grãos.
Ao avaliar o cenário, a SPX pondera que a forte queda nos preços do petróleo "traz um novo grau de dificuldade para a indústria de energia, principalmente a de xisto (shale) nos Estados Unidos, que vinha sofrendo para gerar lucros consistentes."
"Embora preços mais baixos de energia ajudem o consumo, antes de vermos esse benefícios na economia, teremos de lidar com os aumentos nas falências e inadimplências (defaults) no mercado de crédito do setor."
- Carta de fevereiro da SPX.
Um dos maiores temores em relação ao avanço do coronavírus e ao recente choque do petróleo é justamente a possibilidade de haver uma crise de crédito.
De um lado, empresas com pouco caixa ou endividadas podem não ter como pagar as contas, dada a dificuldade de gerar receita, com menos gente produzindo e consumindo; do outro, empreendimentos do setor de energia, que se planejaram para um cenário de petróleo com preços mais altos, podem se mostrar negócios inviáveis com o barril a um preço tão inferior.
A íntegra da carta da SPX está disponível aqui.
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo