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Ordem tem tempo indeterminado e acontece em meio a um plano de lideranças oposicionistas para entregar ajuda humanitária ao país em crise

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou nesta quinta-feira, 21, o fechamento da fronteira com o Brasil.
A medida, que deve entrar em vigor esta noite, tem tempo indeterminado e acontece em meio a um plano de lideranças oposicionistas para entregar ajuda humanitária ao país em crise.
Na televisão estatal, Maduro disse ainda que avalia o fechamento da fronteira com a Colômbia. Autoridades locais fecharam nesta semana por tempo indeterminado as fronteiras marítima e aérea com as ilhas caribenhas de Aruba, Cuaraçu e Bonaire.
Líderes oposicionistas têm planejado envio de ajuda a partir da Colômbia e do Brasil. Maduro afirma resultaria na diminuição de seu poder e acabaria por derrubá-lo da presidência. Em sua visão, o país não precisa desse auxílio.
Mais cedo, o governo Maduro enviou tropas e veículos militares para a fronteira com o Brasil, o que foi visto como uma reação imediata de que Maduro não está feliz com o posicionamento do país sobre o tema.
Logo após receber a notícia vinda do governo venezuelano, o Palácio do Planalto decidiu não se manifestar sobre o anúncio. Ainda não há previsão de reunião entre os ministros palacianos para discutir o tema.
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Antes do comunicado de Maduro, o governador de Roraima, Antonio Denarium, esteve no Planalto, pela manhã, para reuniões com os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz. Eles discutiram o planejamento para envio de ajuda humanitária. O encontro, porém ocorreu antes do anúncio de fechamento da fronteira. Denarium retornará para Roraima no período da noite.
Vale lembrar que na terça-feira, 19, o porta-voz do governo Jair Bolsonaro, Otávio do Rêgo Barros, comunicou que o governo brasileiro iria enviar alimentos e medicamentos na fronteira com a Venezuela no dia 23 de fevereiro para atender ao pedido do líder opositor Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venezuela e tem o apoio de diversos países.
*Com Estadão Conteúdo.
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