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2019-04-05T17:07:13-03:00
Marina Gazzoni
Marina Gazzoni
Jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e com MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais no Instituto Educacional BM&FBovespa e UBS Escola de Negócios. Foi editora de Economia do G1 e repórter de O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo e do portal IG.
Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril.
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As novas regras do Tesouro Direto e alguns pingos nos ‘is’

Julia Wiltgen e Marina Gazzoni falam sobre as mudanças nas regras do Tesouro Direto. Será que vale a pena colocar lá sua reserva de emergência?

5 de abril de 2019
9:56 - atualizado às 17:07

Na segunda-feira (1º), a Julia Wiltgen publicou uma matéria provando por A mais B que o Tesouro Selic, aquele título que deveria ser o mais seguro de todos, estava rendendo abaixo da poupança para aplicações por menos de seis meses. Tudo por causa de um spread absurdo que o Tesouro cobra do investidor no resgate antecipado dos títulos públicos.

Quatro dias após a Julia colocar a boca no trombone, o Tesouro Nacional mudou a regra do jogo. Ele reduziu o tal do spread, o “pedágio” que cobra de quem quer vender o título antes do vencimento, de 0,04% para 0,01%. Mas, e aí, resolveu a situação ou só está “menos ruim”? Marina Gazzoni e Julia Wiltgen conversam sobre as consequências da mudança para seus investimentos no vídeo abaixo. Para acompanhar, basta dar o play abaixo.

 

 

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