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Caro leitor,
Quando eu era criança, as únicas Havaianas que tinham à venda eram aquelas clássicas: solado branco e as tiras em azul ou preto. Lembro que só as pessoas mais pobres vestiam esse chinelo e andavam com ele até a sola gastar ou as tiras arrebentarem. Quem buscava alguma modinha usava marcas concorrentes - e que tinham qualidade bem pior. Eu lembro de sair da piscina com os chinelos de pano da concorrência encharcados e barulhentos. Eram muito ruins!
A virada na marca Havaianas nos últimos 15 anos foi realmente surpreendente. As sandálias multiplicaram de cores e modelos e viraram realmente um calçado para todos. E quando eu digo todos, são todos mesmo - até famosos brasileiros e estrangeiros.
Apesar do sucesso da marca, os investidores não viam essa luz na Alpargatas, a dona das Havaianas. Para eles, a empresa era ineficiente. Se perdeu no caminho do crescimento, com negócios paralelos menos lucrativos e erros que limitaram a quantidade de chinelos nas prateleiras do varejo. Além disso, a companhia mudou de dono 4 vezes. Assim, fica difícil ajustar o rumo, não?
Agora a empresa é controlada pelos grupos BW/Cambuhy/Itaúsa, de ninguém menos do que as famílias Setúbal, Vilela e Moreira Salles, donos do Itaú Unibanco. A ordem lá é fazer mudanças para dar um novo gás ao negócio.
A movimentação já chama a atenção dos gestores de fundos de investimento. Alguns deles apostam que a ação da Alpargatas pode ser a próxima Magazine Luiza da bolsa brasileira. A repórter Ana Paula Ragazzi te dá todos os detalhes nesta reportagem imperdível.
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Um grande abraço e ótima quinta-feira!
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