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A pergunta que mais me fazem relacionada a investimentos é justamente aquela que eu considero a mais difícil de responder: para onde vai o dólar?
Imagino que você também esteja com essa dúvida depois que a moeda da terra de Donald Trump voltou a ser negociada acima dos R$ 4,00. Seria só o começo de uma disparada ou apenas um soluço?
Com a autoridade de quem já assistiu a esse filme algumas vezes - a primeira em 2002, na véspera da primeira eleição do Lula -, posso dizer que não faço a menor ideia de onde o dólar vai parar.
Mas repito aqui o que eu costumo afirmar aos amigos, médicos e motoristas de Uber: é preciso ter sempre uma pequena parte da sua carteira em dólares, seja diretamente ou via fundos cambiais. Afinal de contas, nós estamos no Brasil.
A última reprise do filme do dólar a R$ 4 é recente: aconteceu no fim de setembro, quando o país ainda vivia o impasse pré-eleitoral.
Com a confirmação da vitória de Bolsonaro e a expectativa da implantação de uma agenda liberal na economia, a bolsa engrenou e a moeda americana chegou a cair abaixo dos R$ 3,70.
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O mercado se antecipou ao fato, mas o fato não veio, pelo menos não por enquanto. Com a tramitação devagar, quase parando da reforma da Previdência, e a ameaça de guerra comercial entre EUA e China, os investidores começaram a reduzir suas fichas.
O “tsunami” desta semana, que inclusive foi anunciado por Bolsonaro, fez o humor do mercado piorar ainda mais. Os estragos da onda sobre o dólar e o Ibovespa, que quase voltou a ficar abaixo de 90 mil pontos, você acompanha com o Victor Aguiar.
Desde cedo a bolsa já não vivia um dia positivo, mas a situação piorou de vez quando as ações da Vale - uma das poucas que se mantinham no azul - entraram em queda livre no meio da tarde. E o pessimismo com a mineradora tem um motivo claro: a empresa informou à Justiça que uma outra barragem corre sérios riscos de se romper nos próximos dias. A Bruna Furlani foi buscar os detalhes dessa história e conta para você nesta matéria.
O que aconteceu com o posto Ipiranga? Não, não estou falando do ministro Paulo Guedes, mas do primeiro e único dono do bordão nacionalmente conhecido. A Ultrapar, dona da rede de postos de combustível, divulgou seu balanço ontem à noite e, apesar de registrar lucro, não conseguiu convencer os investidores de que se deu bem no 1º trimestre. Resultado: queda de mais de 3% nas ações hoje. Para te ajudar a entender o que acontece com a empresa, a Jasmine Olga trouxe nesta matéria as principais reações dos analistas sobre os números da companhia.
Já faz um tempo que a palavra de ordem dentro do Banco Central é “paciência”. A instituição tem continuamente pregado a calma e a tranquilidade como chave do sucesso na condução dos juros. Mas muita gente boa tem questionado essa estratégia, sobretudo diante da fragilidade da economia brasileira. Não seria a hora de uma redução da Selic, mesmo a um custo de um pouco mais de inflação? O presidente do BC, Roberto Campos Neto, respondeu a essa questão em uma audiência hoje no Congresso, que o Edu Campos acompanhou de perto.
Quando o meio de campo da política já parecia embolado, o ressurgimento de notícias de supostas práticas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente, dificultou ainda mais o jogo para o governo. E quem resolveu falar sobre o assunto hoje foi o próprio Jair Bolsonaro. Para o capitão, o objetivo final de todo esse esquema de investigações é ele próprio. Lá dos Estados Unidos, o presidente contra-atacou bem ao seu estilo. Saiba tudo o que Bolsonaro disse sobre as investigações.
Voltando a falar em moedas, não foi só o dólar que subiu. A forte alta na cotação do bitcoin nas últimas semanas animou os investidores que apostam na tecnologia. E não seria para menos, afinal a criptomoeda voltou a romper patamares que não eram vistos desde o fim do ano passado. Mas o que acontece daqui para frente? O bitcoin tem mais espaço para subir ou a valorização é passageira? Quem traz todas as respostas é o nosso colunista André Franco.
Nessa semana você acompanhou aqui no Seu Dinheiro que o Tesouro Direto pagou um total de R$ 9 bilhões aos investidores. Mas esse dinheiro todo foi só uma parcela do total de R$ 88 bilhões em vencimento de títulos. Para além das dicas que já demos sobre o melhor lugar para guardar os valores recebidos no Tesouro, muita gente fica na dúvida sobre para onde efetivamente foi toda essa grana que o governo pagou. Saiba com a nossa colunista Angela Bittencourt onde os peixes grandes do mercado colocaram esse dinheiro.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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