Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O dia não tão distante em que os supermercados americanos venderão produtos feitos com planta de maconha

Todos querem sua fatia de uma indústria que deve ultrapassar os US$ 2 bilhões nos EUA até o próximo ano, uma vez que pesquisas vêm mostrando que os consumidores estão dispostos a pagar preços mais altos pelos produtos

26 de maio de 2019
5:39 - atualizado às 11:35
Imagem: shutterstock

As maiores varejistas dos EUA ainda não estão podendo vender produtos à base do canabidiol (CBD), mas já estão ocupadas se preparando para o dia em que puderem. Como já disse outras vezes aqui, o CBD é o ingrediente da planta da cannabis que não dá barato, mas é usado para aliviar a dor e sintomas de stress, incluindo ansiedade e insônia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o New York Post, os principais executivos de grandes redes como Walmart e Target têm se reunido silenciosamente com fabricantes de bebidas, produtos comestíveis, cremes e óleos de beleza infundidos com o canabidiol.

As cadeias, que também incluem grandes supermercados americanos como Kroger e Safeway, estão solicitando amostras de produtos junto com resultados de laboratório e informações sobre preços, disseram os fabricantes.

Vale lembrar que isso está acontecendo em um contexto em que o canabidiol ainda é ilegal nos EUA. Enquanto o cânhamo – a fibra da maconha – foi totalmente legalizado através da nova lei agrícola aprovada no final do ano passado, o canabidiol foi apenas colocado sob alçada do FDA (Food and Drug Administration).

O órgão análogo à Anvisa no Brasil prometeu realizar conversas sobre a legalização em breve, com o objetivo de encontrar caminhos que permitam às empresas adicionar o CBD a alimentos, bebidas e produtos para a saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por que esperar?

No entanto, muitas empresas, como as redes de farmácias CVS e Walgreens, resolveram não esperar e assumiram o risco de vender produtos que ainda transitam em uma área cinzenta no que diz respeito à legislação.

Leia Também

Não sei se será o caso das gigantes do varejo, que provavelmente só irão incluir itens com CBD em suas prateleiras quando houver uma definição regulatória.

De qualquer forma, acredito que uma decisão positiva do FDA não vai demorar, em linha com a tendência favorável à legalização que vem sendo observada na América do Norte.

“Estamos voando por todo o país e conversando com todos os grandes nomes do varejo americano”. A afirmação foi feita à imprensa internacional por Christian Graversen, gerente de marca da CBDfx, uma empresa de 6 anos que fabrica mais de 50 produtos com infusão de CBD, incluindo pacotes de US$ 10 de ursinhos de goma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todos querem sua fatia de uma indústria que deve ultrapassar os US$ 2 bilhões nos EUA até o próximo ano. As pesquisas vêm mostrando que os consumidores estão dispostos a pagar preços mais altos pelos produtos para tratar doenças que variam de artrite a esclerose múltipla.

“Como muitas empresas, sabemos que há interesse do consumidor em itens com canabidiol, e a conversa está evoluindo rapidamente”, disse um porta-voz da Target, que logo em seguida tratou de esfriar as expectativas ao afirmar que a rede está “acompanhando as discussões, mas sem planos imediatos para a área”.

Já o Walmart, negou que está se mobilizando para colocar produtos a base de maconha na prateleira. “Não temos planos de transportar e vender produtos com CBD neste momento”, disse o Walmart em comunicado, recusando-se a falar sobre sua estratégia para o segmento.

Possivelmente é mais um caso daqueles em que o discurso oficial mais polido não condiz com a realidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo as fontes ouvidas pelo New York Post, tanto o Walmart como o Target não estão apenas fazendo a devida diligência nos produtos com CDB, mas também planejando como vendê-los.

Água de coco 'batizada'

“Os grandes varejistas já estão projetando as prateleiras, pensando no espaço onde os produtos à base de CBD ficarão em suas lojas. Eles só ainda não estão comprando”, disse Michael Kirban, executivo-chefe da Vita Coco à publicação.

A famosa marca de água de coco está planejando lançar neste verão uma versão de suas bebidas infundida com cânhamo, este sim já totalmente legal no país.

Mas o lançamento provavelmente será limitado a redes e lojas menores, na medida em que as maiores estão aguardando uma decisão permanente do FDA sobre o canabidiol, o que deve acontecer no segundo semestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lucrando com o CDB

Sob a ótica do investidor, para aqueles que desejam se antecipar à chegada dos produtos com CBD nos corredores das grandes redes americanas, a hora é agora.

Uma boa alternativa neste sentido são os ETFs que reúnem em um único ativo dezenas de ações focadas no mercado de cannabis – por enquanto majoritariamente no segmento medicinal.

Tendo em vista que o mercado recreativo de maconha ainda está deixando a fase embrionária, faz sentido que eles adotem a estratégia de dar um peso maior às empresas que atuam focada no desenvolvimento de medicamentos e outros produtos voltados à saúde e qualidade de vida.

Na medida em que a legalização do consumo recreativo for avançando pelo mundo, esta relação tende a ficar mais equilibrada. Até porque os estudos mostram que este mercado possui potencial de movimentar muito mais dinheiro do que o medicinal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas não é isso que você precisa ter em mente agora. O que eu quero que você entenda é que, daqui um tempo, a maconha será um produto cotidiano. A legalização em esfera global decorrente dos avanços nos países desenvolvidos é um caminho sem volta.

Compreender isso e se despir do preconceito é o primeiro passo para lucrar alto com um dos setores mais promissores da atualidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

DON'T STOP ME NOW

Mercado Livre (MELI34) anuncia investimento gigantesco no Brasil e tem planos para entrar em novo segmento bilionário, mas há um porém no curto prazo, diz BTG

25 de março de 2026 - 13:37

Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano

VENCENDO A TURBULÊNCIA

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) baterão à porta do investidor em breve, segundo o BTG

25 de março de 2026 - 12:42

Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa

ATUALIZAÇÃO

iOS 26.4 combina novos emojis, Apple Music mais esperto e verificação de idade em obediência à la Lei Felca

25 de março de 2026 - 11:54

Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca

UM NOVO INTERESSADO

Acionista da Oncoclínicas (ONCO3) coloca R$ 500 milhões na mesa — mas, antes, quer derrubar todo o conselho

25 de março de 2026 - 9:06

Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda

AINDA MAIS ENDIVIDADAS

Raízen (RAIZ4), GPA (PCAR3)… pedidos de recuperação de empresas devem piorar em 2026, e corte da Selic não faz nem cócegas na dívida

25 de março de 2026 - 6:25

Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro

APOSTA ALTA

Recorde de R$ 57 bilhões: para onde vai o investimento do Mercado Livre (MELI34), que também promete criar de 10 mil empregos no Brasil

24 de março de 2026 - 19:23

Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano

RAIO-X DO CONSUMO

Corrida do varejo no Brasil: quem ganha e quem fica para trás, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 18:40

Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Casas Bahia (BHIA3) saiu do “modo sobrevivência” e agora busca virar a chave de vez: vai dar certo? BTG responde

24 de março de 2026 - 17:30

BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital

“IMPOSTO DO PECADO”

Copa, eleições e imposto indefinido: o que afeta a Ambev (ABEV3) e outras fabricantes de cerveja, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 16:04

Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro 

REAÇÃO AO RESULTADO

Ações do Agibank caem em Wall Street após primeiro balanço desde o IPO. O que incomodou o mercado?

24 de março de 2026 - 14:48

Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?

DESCONTOS DE ATÉ 30%

Depois da chegada de sua marca irmã mais barata, preços da Zara caem; qual o risco para C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3)?

24 de março de 2026 - 14:15

Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia