O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Todos querem sua fatia de uma indústria que deve ultrapassar os US$ 2 bilhões nos EUA até o próximo ano, uma vez que pesquisas vêm mostrando que os consumidores estão dispostos a pagar preços mais altos pelos produtos
As maiores varejistas dos EUA ainda não estão podendo vender produtos à base do canabidiol (CBD), mas já estão ocupadas se preparando para o dia em que puderem. Como já disse outras vezes aqui, o CBD é o ingrediente da planta da cannabis que não dá barato, mas é usado para aliviar a dor e sintomas de stress, incluindo ansiedade e insônia.
Segundo o New York Post, os principais executivos de grandes redes como Walmart e Target têm se reunido silenciosamente com fabricantes de bebidas, produtos comestíveis, cremes e óleos de beleza infundidos com o canabidiol.
As cadeias, que também incluem grandes supermercados americanos como Kroger e Safeway, estão solicitando amostras de produtos junto com resultados de laboratório e informações sobre preços, disseram os fabricantes.
Vale lembrar que isso está acontecendo em um contexto em que o canabidiol ainda é ilegal nos EUA. Enquanto o cânhamo – a fibra da maconha – foi totalmente legalizado através da nova lei agrícola aprovada no final do ano passado, o canabidiol foi apenas colocado sob alçada do FDA (Food and Drug Administration).
O órgão análogo à Anvisa no Brasil prometeu realizar conversas sobre a legalização em breve, com o objetivo de encontrar caminhos que permitam às empresas adicionar o CBD a alimentos, bebidas e produtos para a saúde.
No entanto, muitas empresas, como as redes de farmácias CVS e Walgreens, resolveram não esperar e assumiram o risco de vender produtos que ainda transitam em uma área cinzenta no que diz respeito à legislação.
Leia Também
Não sei se será o caso das gigantes do varejo, que provavelmente só irão incluir itens com CBD em suas prateleiras quando houver uma definição regulatória.
De qualquer forma, acredito que uma decisão positiva do FDA não vai demorar, em linha com a tendência favorável à legalização que vem sendo observada na América do Norte.
“Estamos voando por todo o país e conversando com todos os grandes nomes do varejo americano”. A afirmação foi feita à imprensa internacional por Christian Graversen, gerente de marca da CBDfx, uma empresa de 6 anos que fabrica mais de 50 produtos com infusão de CBD, incluindo pacotes de US$ 10 de ursinhos de goma.
Todos querem sua fatia de uma indústria que deve ultrapassar os US$ 2 bilhões nos EUA até o próximo ano. As pesquisas vêm mostrando que os consumidores estão dispostos a pagar preços mais altos pelos produtos para tratar doenças que variam de artrite a esclerose múltipla.
“Como muitas empresas, sabemos que há interesse do consumidor em itens com canabidiol, e a conversa está evoluindo rapidamente”, disse um porta-voz da Target, que logo em seguida tratou de esfriar as expectativas ao afirmar que a rede está “acompanhando as discussões, mas sem planos imediatos para a área”.
Já o Walmart, negou que está se mobilizando para colocar produtos a base de maconha na prateleira. “Não temos planos de transportar e vender produtos com CBD neste momento”, disse o Walmart em comunicado, recusando-se a falar sobre sua estratégia para o segmento.
Possivelmente é mais um caso daqueles em que o discurso oficial mais polido não condiz com a realidade.
Segundo as fontes ouvidas pelo New York Post, tanto o Walmart como o Target não estão apenas fazendo a devida diligência nos produtos com CDB, mas também planejando como vendê-los.
“Os grandes varejistas já estão projetando as prateleiras, pensando no espaço onde os produtos à base de CBD ficarão em suas lojas. Eles só ainda não estão comprando”, disse Michael Kirban, executivo-chefe da Vita Coco à publicação.
A famosa marca de água de coco está planejando lançar neste verão uma versão de suas bebidas infundida com cânhamo, este sim já totalmente legal no país.
Mas o lançamento provavelmente será limitado a redes e lojas menores, na medida em que as maiores estão aguardando uma decisão permanente do FDA sobre o canabidiol, o que deve acontecer no segundo semestre.
Sob a ótica do investidor, para aqueles que desejam se antecipar à chegada dos produtos com CBD nos corredores das grandes redes americanas, a hora é agora.
Uma boa alternativa neste sentido são os ETFs que reúnem em um único ativo dezenas de ações focadas no mercado de cannabis – por enquanto majoritariamente no segmento medicinal.
Tendo em vista que o mercado recreativo de maconha ainda está deixando a fase embrionária, faz sentido que eles adotem a estratégia de dar um peso maior às empresas que atuam focada no desenvolvimento de medicamentos e outros produtos voltados à saúde e qualidade de vida.
Na medida em que a legalização do consumo recreativo for avançando pelo mundo, esta relação tende a ficar mais equilibrada. Até porque os estudos mostram que este mercado possui potencial de movimentar muito mais dinheiro do que o medicinal.
Mas não é isso que você precisa ter em mente agora. O que eu quero que você entenda é que, daqui um tempo, a maconha será um produto cotidiano. A legalização em esfera global decorrente dos avanços nos países desenvolvidos é um caminho sem volta.
Compreender isso e se despir do preconceito é o primeiro passo para lucrar alto com um dos setores mais promissores da atualidade.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques