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Se você, como eu, cresceu com muitos irmãos - eu tenho cinco, e fui criada ao lado de três deles - sabe que a divisão das guloseimas costuma ser motivo de conflito.
Sempre tem aqueles dois que disputam o último bife; aquele que detona escondido o bolo que a sua mãe só faz uma vez por ano antes que os outros possam comer; aquele que esconde a caixa de bombons para não ter que dividir com os outros (essa era eu, admito); e aquele que reclama para os pais que o outro ganhou mais, exigindo um pedaço maior.
Quando o assunto é privatização, os investidores não querem saber apenas o sabor do bolo (quais empresas o governo pretende privatizar?), mas também o seu tamanho (qual o valor das privatizações?) e quem será chamado à mesa para provar um pedaço (afinal, vou poder participar ou não?).
O repórter Vinícius Pinheiro passou o dia em um evento do Bradesco BBI, braço do banco que atende ao segmento de atacado, e foi até por isso que me deixou no comando da newsletter nesta terça-feira.
Ele mandou de lá as estimativas do banco para o tamanho do bolo das privatizações que o governo pretende fazer: R$ 500 bilhões para os cofres do governo, sendo R$ 221 bilhões apenas neste ano e no próximo. E o melhor: você provavelmente poderá levar um pedaço, via mercado de capitais.
O Vini te traz os detalhes nesta reportagem.
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Outra notícia que o Vini nos trouxe do evento do Bradesco é que o banco deve começar a oferecer alguns de seus fundos em plataformas abertas de investimento de corretoras, nos moldes do que já fazem muitas gestoras independentes. Se não pode vencê-los, junte-se a eles, certo? A questão que fica, porém, é: será que os fundos do Bradescão vão conseguir competir, em custo e rentabilidade, com os fundos das gestoras boutiques? Leia mais na matéria do Vini.
Ele tem lá suas falhas e sofre fortes críticas mundo afora, mas o fato é que o capitalismo possui uma capacidade extraordinária de gerar riqueza - ou fazer o bolo crescer. O problema é que, na hora de reparti-lo, o sistema falha naquilo que boa parte da população entende como justiça, dando origem a ressentimentos e uma retórica anticapitalista que podem sabotar toda a confeitaria.
Com bem menos metáforas culinárias, essa foi a questão que Howard Marks, gestor de US$ 120 bilhões em investimentos pela Oaktree Capital, resolveu levantar em seu mais recente “memo”. No centro do debate: o crescimento do chamado “populismo de esquerda”, que resvalou, por exemplo, na busca da Amazon por uma nova sede. Quem teve acesso a esse conteúdo foi o Eduardo Campos e ele te conta tudo nesta matéria.
Ontem à noite, depois de eu ter publicado uma matéria mostrando que o Tesouro Selic está rendendo menos que a poupança no curto prazo para quem o vende antes do vencimento, o Tesouro Nacional me enviou uma nota admitindo o problema. Mais que isso: o órgão disse já estar buscando uma solução para minimizá-lo. Será que vem novidade boa por aí? Dá uma olhada na resposta do Tesouro.
O mercado anda preocupado com o que o Congresso vai conseguir aprovar do projeto original da Nova Previdência. Desde o início das discussões, já se esperava uma desidratação da pauta, mas a coisa desandou depois que membros do governo sinalizaram que vão jogar a toalha sobre alguns temas. Na bolsa, muita gente acha que é cedo demais para dar esse tipo de sinal, e que isso só prejudica ainda mais a aprovação da reforma. O resultado de tudo isso: queda de 0,7% no Ibovespa hoje. O Victor Aguiar traz para você todos os detalhes do pregão.
O presidente Jair Bolsonaro segue em Israel de onde falou sobre um pouco de tudo, como tributação de empresas, impeachment de Dilma Rousseff, críticas ao IBGE pela conta de desemprego e complementaridade entre tecnologia israelense e commodities brasileiras. Mas o que fez barulho mesmo foi a... (leia mais)
Batemos tanto na tecla de que o Congresso precisa aprovar a reforma da Previdência com urgência que muitas vezes nos esquecemos dos motivos por trás disso. Mas o Edu Campos nunca esquece e trouxe para você alguns dados fresquinhos sobre a situação fiscal do Brasil, mais especificamente sobre a nossa dívida pública.
Com o comprometimento de quase 87% do nosso PIB, a dívida do governo é a terceira maior entre todos os países emergentes, à frente inclusive dos nossos hermanos que vivem uma profunda crise.
Mas não é só o Brasil que está com a corda no pescoço. O mundo está muito endividado, de uma forma perigosa, em um daqueles cenários propícios a grandes crises econômicas. O Edu conta direitinho essa história nesta matéria, que você ainda pode usar para defender a reforma da Previdência para os seus amigos.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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