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Ibovespa terminou a semana em forte queda no dia em que Brasília pegou fogo com a briga entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o governo
“Só mais cinco minutinhos!” Quem tem filho pequeno sabe que todos (em especial os meninos) passam por uma fase chata em que não querem saber do chuveiro.
Devo confessar que eu mesmo tive o Cascão como um de meus primeiros ídolos de infância. Vamos ser sinceros: quando se é criança é difícil mesmo parar qualquer brincadeira para cumprir as obrigações.
Cabe aos pais mostrar a necessidade de se tomar banho todos os dias e que chega uma hora em que esse pequeno “sacrifício” é fundamental para o bem estar futuro.
Quando deputado, Jair Bolsonaro sempre foi contra a reforma da Previdência. Felizmente, mostrou amadurecimento ao reconhecer que estava errado agora que é responsável pelo destino de mais de 200 milhões de brasileiros.
O problema é que a reforma envolve sacrifícios. Os críticos das mudanças nas aposentadorias se dividem entre aqueles que querem “mais cinco minutinhos”, ou seja, regras de transição mais brandas, e os que negam por completo a necessidade do “banho”.
Nesse cenário, qualquer distração é suficiente para tirar o foco. Foi o que aconteceu ao longo desta semana com o desgaste do governo com o principal interlocutor da reforma no Congresso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
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Nesse momento, está na hora do “pai” entrar em cena. Bolsonaro precisa se dar conta que seu projeto de renovação do país não vai para frente sem as mudanças na Previdência. E isso inclui assumir essa responsabilidade junto com o Congresso. Está na hora do banho, não de lavar as mãos.
Quando vi o Ibovespa romper a marca dos 100 mil pontos na segunda-feira, jamais imaginaria que a bolsa terminaria a semana tão mal. Rodrigo Maia colocou ainda mais gasolina no incêndio que começou com a reforma dos militares e ganhou corpo com o Ibope ruim para Bolsonaro e a prisão de Temer. No fechamento, o principal índice da bolsa marcou queda expressiva de 3,10%, voltando aos 93.735 pontos. Mas não foi só no país que os mercados degringolaram, como o Victor Aguiar mostra pra você.
O clima já era ruim em Brasília, e ficou ainda pior quando Rodrigo Maia foi duro ao entregar a responsabilidade pela articulação da reforma da Previdência no Congresso para Jair Bolsonaro. A briga começou quando Carlos Bolsonaro, filho do presidente, atacou Maia pelo Twitter depois que o presidente da Câmara fez críticas pesadas ao ministro Sergio Moro. Apesar do clima péssimo, Maia pelo menos deixou a porta entreaberta para alguma conciliação ao lançar afagos ao principal projeto da equipe econômica.

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Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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