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Coelhinho da Páscoa, o que trazes para o mercado? Os investidores não esperavam ovos, mas os 34 votos necessários para a aprovação da reforma da Previdência na sessão de hoje da CCJ da Câmara.
Só que, em meio à desarticulação do governo, a votação na comissão que vai decidir sobre a admissibilidade ou não do projeto acabou adiada por pelo menos mais uma semana.
Foi pela hora do almoço que o relator do projeto na CCJ anunciou que poderá fazer mudanças no parecer, que antes previa o apoio total à proposta entregue pessoalmente por Bolsonaro ao Congresso.
O verdadeiro chocolate que o governo tem levado nas negociações com os deputados começa a minar o clima de otimismo que havia se instalado desde o fim do ano passado, com a perspectiva de que a gestão Bolsonaro levaria adiante uma agenda de reformas para destravar a economia.
A perspectiva de gestores de grandes fundos de investimento já é de uma economia equivalente à metade da desejada pelo ministro Paulo Guedes. E já tem gente achando que a aprovação só vem na época do Papai Noel.
Ninguém sabe exatamente quais alterações no projeto vêm por aí, mas é provável que a reforma já saia um pouco desidratada logo no primeiro passo do longo trajeto que ainda tem pela frente.
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O Eduardo Campos acompanhou mais esse “meio-dia” na CCJ e conta em quais pontos o projeto do governo pode ser modificado antes de ir à votação na terça-feira que vem.
Como esperado, o aumento do ruído político em Brasília reverberou na bolsa, que chegou a cair 2% na mínima do dia logo após o adiamento da votação na CCJ. Depois do susto, o humor até melhorou um pouco, mas não o suficiente para reverter o ruim dia para as ações. O impasse político também é combustível para o dólar, que fechou acima dos R$ 3,90 pelo segundo dia. O Victor Aguiar traz para você todos os detalhes do pregão.
Não bastasse toda a preocupação dos investidores, quem também não está nada satisfeita com o andamento da pauta econômica brasileira é a Fitch. O pessoal da agência de risco ficou desapontado com os atrasos na tramitação da Previdência e já começou a refazer os cálculos sobre a economia com a reforma. Mas a pior notícia mesmo veio das declarações do diretor-executivo sobre o futuro da avaliação do Brasil.
No sábado passado, eu publiquei no Seu Dinheiro uma entrevista com o presidente do Banco Inter, João Vitor Menin. Ele me contou, entre outras coisas, que instituição avaliava receber investimento de um sócio estratégico. Pois hoje o presidente Jair Bolsonaro editou um decreto que autoriza a participação de investidores estrangeiros no capital do banco digital. As ações do Inter reagiram bem e fecharam em alta de quase 4% no pregão de hoje da B3.
Se no governo a área da educação ficou paralisada em meio a disputas políticas, no mercado o setor permanece aquecido. Pelo menos é o que indica o movimento da Ser Educacional, que anunciou a aquisição da UniNorte, em Manaus. O anúncio feito na manhã de hoje animou os investidores e impulsionou as ações da Ser na bolsa. Confira os detalhes da operação, inclusive o quanto o grupo educacional vai pagar para ampliar sua presença na Região Norte.
Foi uma estreia, digamos, à francesa. Com uma cerimônia bem discreta, a Centauro chegou hoje à B3 depois de captar até R$ 772 milhões em seu IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações). Mas o que realmente tirou o brilho da festa foi o desempenho dos papéis, que fecharam em queda no primeiro dia de negócios. Eu estive na sede da bolsa pela manhã para conferir o evento de lançamento das ações e conto para você como foi o clima do primeiro IPO do ano.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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