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Sextou! A novela de trama mais rocambolesca da atualidade, que tem mantido os olhos dos investidores grudados na telinha - do Twitter, no caso - chegou a um ponto de virada nesta sexta-feira. Estou falando, é claro, da guerra comercial entre Estados Unidos e China, cujo mais recente capítulo encerra a semana com um gostinho de “agora vai?”
Há pouco, o presidente americano Donald Trump anunciou que chegou a um acordo muito substancial com a China, no que seria a primeira fase de um acerto comercial mais amplo. Trata-se do primeiro passo mais concreto que as duas potências tomam na direção de um acordo depois de meses de conflito.
É claro que ainda tem muita água para rolar embaixo dessa ponte. Mas isso não impediu o mercado de comemorar. Mais cedo, a antecipação do acordo já levou as bolsas do Brasil e do mundo a fecharem em forte alta.
Foi o suficiente para o Ibovespa encerrar a semana com ganho, depois de um início de mês sofrido. O mesmo folhetim que vinha sacrificando os mercados em outubro foi o responsável por redimi-lo, no fim. Confira todos os detalhes do pregão de hoje na cobertura do Victor Aguiar.
A recente desvalorização do real frente ao dólar tem deixado muito investidor apreensivo, sobretudo os que apostam contra a moeda americana. Mas não só. O fato de que esse processo ocorreu sem impacto na inflação brasileira ou aumento do risco-país tem deixado o mercado no mínimo intrigado. O que temos de diferente? Quem respondeu a esta pergunta foi o próprio presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, durante o Fórum de Investimentos Brasil que rolou hoje em São Paulo. O Eduardo Campos acompanhou a fala dele de perto e traz todas as explicações nesta matéria.
Roberto Carlos pode até não fazer mais seu tradicional show de fim de ano na Globo, mas as emoções sem dúvidas continuam por aí. Só que no mercado financeiro, essa ideia de se deixar levar pelo calor do momento nem sempre dá certo. Para falar a verdade, quase sempre dá errado. E a ciência já andou mostrando isso. No meu vídeo de hoje, eu explico como o seu emocional afeta as suas decisões financeiras e como usá-lo a seu favor na hora de investir.
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As fintechs estão causando um rebuliço no concentrado setor financeiro brasileiro, com seus discursos descolados, design moderninho e investimento pesado em tecnologia. Mas o que será que os clientes que mais consomem produtos financeiros realmente querem de um banco? Em outras palavras, que fatores são determinantes para os brasileiros escolherem abrir conta numa instituição financeira? O Twitter fez esta pergunta aos seus usuários, um público altamente qualificado do ponto de vista dos serviços financeiros, e eu te conto o que eles responderam nesta matéria.
Os bancões estão longe de subestimar o fenômeno das fintechs, mas o verdadeiro medo deles vem mesmo é das “big techs”, como Amazon, Apple e Google. Pelo menos essa é a visão do presidente do Bradesco, Octávio de Lazari, que também participou do Fórum de Investimentos Brasil nesta sexta. Em sua declaração, Lazari expressou receio em relação a uma tecnologia que está pronta para sair do forno e deve transformar o setor bancário do Brasil.
O principal assunto do happy hour do Seu Dinheiro não poderia ser outro: os embates e negociações entre Estados Unidos e China. Se no começo da semana esse tema fez as bolsas caírem, nesta sexta-feiras notícias animadoras puxaram os investimentos para cima. Você também vai encontrar no podcast Touros e Ursos uma análise especial sobre o futuro da Selic e o guia completo da previdência privada. Aperta o play e vem com a gente!
ste artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
*Colaboração Fernando Pivetti.
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