🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Reformar é preciso

Guedes vence primeira batalha da Previdência, mas guerra será longa

Força da reforma parcialmente apresentada está no tempo de transição de 12 anos, mais curto que o previsto no texto enviado por Michel Temer

Salva de tiros de canhão na posse de Jair Bolsonaro. - Imagem: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

A semana que passou, a que começa e as próximas serão dominadas pelo noticiário envolvendo a reforma da Previdência. Para quarta-feira, dia 20, está prometido o texto completo da reforma, que será apresentado ao Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira batalha, travada na quinta-feira com a divulgação da idade mínima e tempo de transição, pode ser vista como uma vitória de Paulo Guedes, levando em consideração a firme a reação do mercado. Ibovespa em filme alta e dólar em queda.

Com o texto completo, se iniciam outras batalhas que vão compor essa guerra que se arrastará por boa parte do ano com vitória decretada só depois das votações na Câmara e Senado. A derrota não aparece como opção, já que o cenário é binário. Ou a reforma passa e as coisas se arrumam, ou caímos no abismo fiscal.

O governo terá de pelejar, também, em outros fronts. Um deles é o Judiciário, pois é inevitável que o tema não chegue ao Supremo Tribunal Federal (STF). Outra frente de batalha é contra as "fake news", como bem diagnosticado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ),  ao dizer que o problema não é a reforma, mas sim “as mentiras que se falam sobre a reforma”.

A proposição de idades mínimas de 62 para mulheres e 65 anos para os homens agradou. Não há certeza de que essas idades vão prevalecer após os trâmites no Congresso. Mas a avaliação é que esses números trazem uma “gordura” razoavelmente confortável para as negociações e estão acima do que foi dado como “martelo batido”, de 57 anos para mulheres e 62 para os homens.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os parlamentares devem chegar a um meio termo, por exemplo, com 60 anos para mulheres e 62 para os homens, acompanhado de uma regra de aumentos automáticos atrelados ao crescimento na expectativa de sobrevida após os 60 ou 65 anos.

Leia Também

SÓ MUDA O MÉTODO

Entre a simplicidade e a teimosia, Lotofácil 3793 fecha setembro com 2 meio-milionários; +Milionária acumula e prêmio chega a R$ 100 milhões

A VISÃO DO DONO

Inquilino não paga o aluguel? Veja o que você pode ou não fazer e como evitar que a dívida se torne problema seu

No entanto, mais relevante que as idades em si é o tempo de transição, pois é ele que modula o impacto financeiro da medida, estimado em algo em torno de R$ 1 trilhão. Os 12 anos configuram uma reforma com resultados mais imediatos que aquela proposta anteriormente, que teria até 20 anos.

Esse é um ponto que deverá concentrar atuação do governo para que não ocorra “diluição” da reforma. O tópico também pode ser moeda de troca. Reduz a idade, mas encurta-se a transição.

Não sabemos de antemão até onde a equipe econômica e o governo pretendem ceder para ver o texto aprovado, mas essa é uma calibragem que exigirá fina coordenação política e pulso firme de Guedes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reforma tem de produzir a percepção (e a matemática) de que o país não ruma para um colapso fiscal, com crescimento contínuo da relação dívida sobre PIB, já que a União e os entes federados gastam praticamente tudo o que arrecadam e mais o que tomam emprestado para o pagamento de salários, aposentadorias e pensões.

Esse esperado ajuste nas contas da Previdência é o ponto mais relevante dessa agenda de sustentabilidade fiscal, mas ela também tangencia outras medidas como privatizações, leilões e concessões, que podem ajudar o governo a fazer caixa para reduzir dívida.

Conquistada essa estabilidade no lado fiscal, que é algo que atormenta o país de forma cíclica e renitente, estariam lançadas as bases para um quadro de “normalidade”, com inflação controlada e juros até mais baixos que os atuais 6,5% e de forma duradoura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Lotofácil tem ganhadores na beira do mar. 29 de setembro de 2026 - 7:25
Celular com homem usando plataformas de apostas online 28 de setembro de 2026 - 17:16
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 28 de setembro de 2026 - 12:00
Novo RG terá tecnologia blockchain 28 de setembro de 2026 - 9:27
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar