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Expectativa agora é sobre o plenário da Câmara dos Deputados, após comissão especial da Casa aprovar texto-base do projeto nesta quinta-feira, 4
Os deputados favoráveis à reforma da Previdência deram mais um passo em sua corrida contra o relógio para aprovar a medida antes do recesso parlamentar, previsto para começar em 18 de julho. Em sessão iniciada na manhã de ontem e concluída somente na madrugada de hoje, a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou o parecer do relator, Samuel Moreira (PSDB/SP), e analisou dezenas de destaques para votação em separado.
Entre as decisões de maior repercussão na votação dos destaques na comissão especial, os membros da comissão rejeitaram a possibilidade de afrouxar as regras de aposentadoria para professores, policiais e bombeiros. Ao mesmo tempo, re-instituíram a isenção de contribuição a exportadores rurais. Seja como for, nada disso é definitivo, já que novos destaques sobre estes e outros temas poderão ser reapresentados quando a reforma chegar ao plenário.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), manifestou a intenção de iniciar o debate já na terça-feira da próxima semana. Ele assegura já dispor de votos mais que suficientes para aprovar a reforma em plenário.
Com a velocidade que os deputados favoráveis à reforma vêm passando o rolo compressor para vê-la aprovada, mesmo com o calendário apertado, é realista esperar que a medida passe em dois turnos antes do recesso.
E se ontem o Ibovespa tanto bateu sua máxima intraday quanto fechou no nível mais elevado de sua história, no que depender do otimismo em relação à reforma da Previdência, é provável que esse recorde se renove mais de uma vez no decorrer dos próximos dias, com um ou outro recuo pontual para eventual realização de lucro.
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O dólar, por sua vez, tende a seguir em queda em relação ao real. Ontem, apesar de ter passado a sessão quase inteira abaixo dos R$ 3,80, a moeda norte-americana fechou ligeiramente acima deste nível. Mas o avanço da reforma na Câmara tende a apreciar o real nos próximos dias e semanas.
Da mesma forma, as taxas dos contratos futuros de juros tendem a se manter em queda, uma vez que a aprovação da reforma da Previdência é citada pelo próprio Banco Central como uma condição para o início de um novo ciclo de cortes na taxa Selic, atualmente em 6,50% ao ano - o nível mais baixo da história.
A pressão pela queda da Selic faz parte de um cenário mais amplo, uma vez que os principais bancos centrais do mundo têm sinalizado a iminência de um afrouxamento monetário em escala global diante da desaceleração econômica mundial.
Hoje, os investidores devem ficar atentos para a divulgação de novos dados sobre a situação do mercado de trabalho nos Estados Unidos, o chamado payroll. As principais bolsas de valores asiáticas fecharam com leves oscilações à espera do payroll, enquanto os mercados acionários europeus abriram no vermelho e os índices futuros de Nova York sinalizam ligeira queda.
A expectativa dos analistas é de abertura de 169 mil postos de trabalho em junho, com a taxa de desemprego norte-americana permanecendo em 3,6%, o menor nível desde 1969. O último relatório, referente ao mês de maio, mostrou a geração de apenas 75 mil vagas, estimulando especulações sobre cortes de juros pelo Federal Reserve Bank.
A reação, no entanto, tende a ser limitada, uma vez que Wall Street reabrirá hoje depois da parada para o feriado de Dia da Independência nos EUA, mas funcionará apenas em meio expediente, o que deve drenar a liquidez nos mercados financeiros locais na parte da tarde.
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