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O presidente defendeu que o intuito da medida foi “atingir os mais pobres”. Ele ainda comentou sobre os dados do Caged, divulgados também nesta quinta-feira
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 25, que quem está reclamando do valor que será liberado para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de até R$ 500, deveria "ficar na sua". O presidente alegou que o recurso pode ser usado por muita gente para pagar dívidas.
"Tem muita gente reclamando que é só R$ 500, mas vou deixar bem claro: as condições para o saque do FGTS são 15 atualmente e colocamos uma 16ª, que é opcional", disse. "Não precisa reclamar. Quem está reclamando é só ficar na sua, fica em casa, sem problemas. Para muita gente, R$ 500 faz falta, sai até da lista do SPC e outras", disse na transmissão semanal que realiza em sua página do Facebook.
O presidente defendeu que o intuito da medida foi "atingir os mais pobres". Ele ainda comentou sobre os dados do Caged, divulgados também nesta quinta-feira com o registro de 408 mil novos empregos. "É um sinal de que a economia está reagindo", afirmou.
Ele também afirmou que a reforma da Previdência, já aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados, é necessária para ajudar na recuperação da economia, mas ressaltou que ela não atingiu os mais pobres.
"Para alguns, a reforma da Previdência é uma quimioterapia. Sim, eu também gostaria que não fosse feita a reforma, mas Lula tentou lá atrás, Dilma tentou, Michel Temer tentou e não conseguiram", disse.
"Realmente não é fácil, tem muita reação, mas passou na Câmara com larga margem. Isso é sinalizador para investidor de fora e de dentro que o Brasil está preocupado em fazer o dever de casa", disse.
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*Com Estadão Conteúdo
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