O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em evento, Mansueto ainda disse que “ninguém mais pensa” em taxa básica de juros de dois dígitos e que crise econômica foi construída por governos anteriores
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou nesta sexta-feira (8), que talvez haja superávit nas contas em 2022, disse o secretário.
"Se a gente olha o que já vem acontecendo nos últimos três anos, é algo impressionante", disse, em palestra na abertura do seminário Reavaliação do Risco Brasil, organizado pelo Centro de Economia Mundial (CEM) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio.
Ele lembrou, ao citar avanços recentes, que "ninguém mais pensa" em taxa básica de juros de dois dígitos. Segundo Mansueto, a redução dos juros já está dando resultados nos gastos do governo com o pagamento de juros, um efeito colateral positivo do fato de que o prazo da dívida pública brasileira é curto. Mansueto explicou que, por causa disso, a redução dos juros passa mais rapidamente para o custo global da dívida.
Assim, o gasto total com a dívida este ano, quando o endividamento representa quase 80% do Produto Interno Bruto (PIB), será igual ao que o País gastava quando a dívida era de 51% do PIB, ressaltou Mansueto, após dar exemplos de títulos públicos cujas taxas caíram recentemente.
O secretário do Tesouro aproveitou o discurso para defender as propostas de reformas apresentadas pelo governo na última terça-feira. Embora reconheça que pode ser que nem todas as medidas sejam aprovadas, Mansueto se disse otimista. "Estou muito otimista. Estamos apresentando no Congresso debates que eram impossíveis alguns anos atrás", afirmou o secretário.
Ele afirmou que a crise econômica enfrentada recentemente pelo País foi construída "made in Brazil", por conta de erros de governos passados.
Leia Também
Mansueto citou como exemplos a introdução de regras de conteúdo local no setor de petróleo e gás, em 2005, e a expansão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além das mudanças no marco regulatório do setor elétrico. "A crise brasileira recente foi construída made in Brazil", por arrogância nossa", afirmou Mansueto.
Segundo o secretário, ao longo da segunda metade do século XX, houve erros na política econômica, mas os problemas do País estavam ligados ao setor externo, com crises de balança de pagamentos. Já a recessão de 2014 a 2016, e o baixo crescimento na recuperação, se deve a decisões erradas tomadas no período de boom de commodities, na primeira década deste século.
No caso do conteúdo local no setor de petróleo e gás, a estratégia não deu certo e as regras deram "dor de cabeça" à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No caso do BNDES, os aportes do Tesouro para dar musculatura ao banco entre 2009 e 2014 elevaram a dívida dos bancos públicos com a União a R$ 575 bilhões no fim de 2014, ou 9,5% do Produto Interno Bruto (PIB), disse Mansueto. Além disso, os subsídios, implícitos e explícitos, com as operações do BNDES somaram R$ 250 bilhões em dez anos.
"Imagina o que a gente poderia ter feito se tivesse investido R$ 25 bilhões por ano em infraestrutura?", questionou Mansueto. "Perdemos o dinheiro e não deixamos um legado", completou o secretário.
Mansueto também citou como erros dos governos passados mudanças nas regras de regulação bancária que permitiram ao BNDES ampliar empréstimos à Petrobras. Segundo o secretário, até 2008, o BNDES pouco emprestava à estatal. "Por decisões de governo, o BNDES ficou superexposto à Petrobras", afirmou Mansueto.
"Numa democracia se espera que Congresso aloque o orçamento", afirmou Mansueto, que defendeu as propostas de reformas do Orçamento apresentadas pelo governo na última terça-feira e também a privatização da Eletrobras.
Para o secretário, não privatizar a Eletrobras é um "crime contra o povo brasileiro".
*Com Estadão Conteúdo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado