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A primeira vez que o dólar atingiu o patamar de R$ 4,20 foi em setembro de 2015. Eu me lembro de receber a notícia de uma forma bem inusitada, no meio da plateia de um evento voltado a grandes investidores.
Enquanto o palestrante da vez tentava injetar alguma esperança sobre as perspectivas da economia brasileira em meio à crise generalizada, o burburinho sobre a disparada da moeda norte-americana tomava conta da audiência.
Cheguei a ouvir um participante cochichar no ouvido do colega ao lado: “agora é game over.”
Naquela época, o jogo parecia mesmo no fim. O Brasil havia acabado de perder o grau de investimento das agências de risco, o dragão da inflação ameaçava sair de controle e a economia mergulhava na maior recessão da história.
Mas quem é brasileiro sabe que a gente enverga, mas não quebra. Naquele mesmo dia o dólar voltou a cair e, depois de muitos altos e baixos, só veio a fechar de fato acima dos R$ 4,20 nesta segunda-feira.
Com a alta de hoje, o câmbio atinge a maior cotação histórica de fechamento. Mas a situação de hoje é bem diferente daquela que vivemos em setembro de 2015.
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É claro que o câmbio desvalorizado atrapalha os planos de quem pretende viajar para fora, mas por outro lado ajuda as empresas exportadoras ao tornar os produtos nacionais mais competitivos.
Como investimento, vou repetir o nosso mantra aqui no Seu Dinheiro: tenha sempre uma parcela da sua carteira em dólar, mais como uma forma de diversificação do que na tentativa de descobrir se a moeda vai subir ou cair.
O mais surpreendente é que a alta do dólar ocorreu em um dia que tinha tudo para ser de recuperação nos mercados, como mostra o Victor Aguiar.
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