O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agora em 2019, valor projetado é de US$ 704 bilhões. Instituição prevê crescimento global de 2,6% neste ano, menor desde 2012
A expectativa é de menor crescimento mundial agora em 2019, mas esse vetor não deve afetar o fluxo de recursos para os mercados emergentes, que se beneficiam dos cortes de juros feitos pelos principais Bancos Centrais globais e pela busca por retorno dos investidores em um ambiente de juros negativos.
Segundo estudo do Instituto Internacional de Finanças (IIF), a economia mundial deve crescer 2,6% agora em 2019, menor leitura desde 2012, após alta de 3,2% em 2018. Para 2020, a projeção é de breve aceleração para 2,8%, puxada pelos emergentes. As revisões para baixo foram lideradas pelos países desenvolvidos. O Brasil deve crescer 0,9% neste ano e 2,1% em 2020, nas contas do instituto.
Mesmo com crescimento menor, o IIF estima que o fluxo de recursos para emergentes (desconsiderando a China) será de US$ 704 bilhões neste ano, maior que os US$ 626 bilhões de 2018. Para 2020, a projeção é de novo avanço para US$ 760 bilhões. Para dar mais um parâmetro, 2017 teve US$ 817 bilhões.
Olhando as projeções para o fluxo de portfólio, voltado para ações e dívida emergente, a projeção é de alta de US$ 82 bilhões em 2018 para US$ 185 bilhões agora em 2019 e US$ 208 bilhões em 2020.
O IIF avalia que apesar de alguma melhora no sentimento com relação ao mercado de ações emergentes, um aumento muito forte no fluxo para esse segmento de mercado deve ser dificultado em função do grande volume de “hot money” que já foi aportado nos últimos dez anos. Assim, os aportes no mercado de dívida devem continuar preponderando.

Leia Também
Na avaliação do IIF, os cortes de juros feitos pelos BCs em âmbito global dão suporte à exposição dos investidores aos ativos de risco. Há outros dois vetores que influenciam o comportamento dos mercados emergentes: a guerra comercial, que acentua a volatilidade, e fatores técnicos, como o balanceamento de índices globais, como o MSCI.
Embora eventos locais influenciem cada um dos mercados, o IIF chama atenção para o impacto dos vetores globais, especialmente nos fluxos de renda fixa. Com cerca de US$ 15 trilhões alocados em ativos de juro negativo, os investidores estão buscando retornos, expandindo exposição a dívidas emergentes e outros mercados.
Nas suas conclusões, o IIF se diz cautelosamente otimista com o fluxo de capitais para emergentes no fim de 2019 e 2020. Não há dúvida de que vulnerabilidades financeiras se acumularam nos anos de juros baixos. Assim, uma queda mais acentuada do crescimento mundial pode resultar em nova rodada de instabilidade.
O IIF também chama atenção para o comportamento sincronizado dos preços dos ativos emergentes, o que traz algumas preocupações com movimentos de contágio. No entanto, se as tensões comerciais se aliviarem, as boas condições globais de liquidez ajudarão a impulsionar o fluxo de recursos para emergentes.
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
A fragilidade desses sistemas se deve principalmente por serem projetos muito novos e somarem as fraquezas de duas redes diferentes
Estima-se que cerca de US$ 8 milhões (R$ 41,6 milhões) tenham sido drenados de carteiras Phantom e Slope, além da plataforma Magic Eden
Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
Os hacks estão ficando cada vez mais comuns ou os métodos para rastreá-los estão cada vez mais sofisticados? Entenda
Mercados repercutem balanços de gigantes das bolsas e PIB da Zona do Euro. Investidores ainda mantém no radar inflação nos EUA e taxa de desemprego no Brasil
Ibovespa acumula alta de pouco mais de 2,5% na semana; repercussão de relatório da Petrobras e desempenho de ações de tecnologia em Wall Street estão no radar
Aperto monetário pelo Banco Central Europeu, fornecimento de gás e crise política na Itália pesam sobre as bolsas internacionais hoje
Hoje, investidores mostram-se animados com os balanços do Wells Fargo e do Citigroup; por aqui, repercussões da PEC Kamikaze devem ficar no radar
Por aqui, investidores ainda assistem à divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas pelo Ministério da Economia
Os números do primeiro trimestre foram pressionados pela onda da variante ômicron, alta sinistralidade e baixo crescimento orgânico, mas analistas seguem confiantes na Hapvida
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Entenda porque a perda de paridade com o dólar é importante para a manutenção do preço das demais criptomoedas do mundo
Mesmo com a retomada de hoje, as criptomoedas acumulam perdas de mais de dois dígitos nos últimos sete dias
Investidores também digerem inflação na zona do euro e número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA
Os dados internos da blockchain do bitcoin mostram que a maior criptomoeda do mundo permanece no meio de um “cabo de guerra” entre compradores e vendedores
A segunda maior criptomoeda do mundo está em xeque com o aprofundamento do ‘bear market’, de acordo com a análise gráfica
Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
O plano do presidente americano pesava a mão na taxação de criptomoedas e ativos digitais, no valor de US$ 550 bilhões