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No primeiro pregão do ano, não residente comprou US$ 4,6 bilhões em contratos futuros e bancos venderam mais de US$ 8 bilhões
O primeiro pregão de 2019 teve relevante ajuste de posição em contratos futuros detidos por estrangeiros e pelos bancos. São essas movimentações na B3 que determinam a formação de preço do dólar. É lá que comprados, que ganham com a alta do dólar, e vendidos, que ganham com a queda da moeda, protegem suas exposições em outros mercados e fazem apostas direcionais na moeda americana.
Os gringos, que tinham fechado o ano com uma posição vendida de cerca de US$ 2,3 bilhões, compraram US$ 4,6 bilhões em dólar futuro, e voltaram a ter posição comprada de US$ 2,3 bilhões.
Já os bancos venderam US$ 8,4 bilhões em dólar futuro, reduzindo sua posição comprada de US$S 12,4 bilhões para US$ 4 bilhões. Com movimentação menos expressiva, os fundos de investimento também compraram dólar futuro, no montante de US$ 3,6 bilhões, reduzindo, assim, a posição vendida para US$ 7 bilhões.
A avaliação de ganhadores e perdedores nesse mercado é sempre feita em tese, pois não sabemos a que preço as posições foram montadas e se esses agentes possuem exposição ao dólar no mercado à vista e de balcão.
Mas uma tese possível é que o estrangeiro realizou lucro no pregão de ontem, quando o dólar teve firme queda de 1,83%, a R$ 3,8043. O mesmo vale para os fundos. Já os bancos teriam corrido para limitar perdas ou equilibrar exposições entre mercados futuro e à vista.
No mercado futuro, além dos contratos de dólar outra forma de exposição envolve o cupom cambial (DDI, juro em dólar no mercado local). Considerando esses contratos e os contratos de dólar, os estrangeiros seguem com uma posição líquida comprada de US$ 31,5 bilhões, sendo US$ 29,2 bilhões em cupom cambial somados aos US$ 2,3 bilhões em dólar futuro. Essa posição é a menor desde o começo de setembro e está US$ 10,2 bilhões menor que o recorde de US$ 41,7 bilhões do dia 10 de dezembro.
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Além da firme movimentação com dólar futuro, os bancos também reduziram em mais de US$ 11 bilhões a posição vendida em cupom cambial, que caiu de US$ 19,64 bilhões no fim de 2018 para US$ 8,26 bilhões no pregão de ontem.
Com isso, a posição líquida total dos bancos está vendida em apenas US$ 4,26 bilhões. Uma das menores dos últimos tempos. Para das um parâmetro, em meados de novembro esse estoque vendido estava próximo dos US$ 20 bilhões.
Quem ampliou a posição vendida total foram os fundos de investimento, de US$ 26,47 bilhões para US$ 29 bilhões. O estoque vendido em cupom cambial subiu em US$ 6,2 bilhões para US$ 22 bilhões, enquanto a posição em dólar caiu de US$ 10,7 bilhões para US$ 7 bilhões.
No mercado de índice futuro do Ibovespa, principal índice de ações da B3, a troca de posições foi pouco expressiva. Desde meados de outubro temos o não residente vendido e os fundos de investimento comprados.
No pregão de ontem, a posição vendida do gringo era de 147.140 contratos, contra 143.789 no fim de dezembro. Os fundos estavam comprados em 136.768 contratos em comparação com 131.223 contratos em 28 de dezembro.
Uma forma de ler as posições no Ibovespa futuro é como uma proteção (hedge) às oscilações no mercado à vista. O investidor está comprado em bolsa no mercado à vista e vai proteger essa exposição no mercado futuro vendendo contratos de Ibovespa.
No entanto, o mercado também opera o Ibovespa futuro com um ativo em si, podendo montar apostas de alta (comprado) ou de queda (vendido).
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