Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Entrevista com Delegado Waldir

Rodrigo Maia é o primeiro-ministro, diz líder do PSL

Aliado histórico de Bolsonaro na Câmara, Waldir faz duras críticas a Olavo de Carvalho e diz que se a reforma da Previdência passar será mérito de Rodrigo Maia

Estadão Conteúdo
14 de abril de 2019
13:40 - atualizado às 13:43
Delegado Waldir, PSL
Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

"Rodrigo Maia é o primeiro ministro. Se a reforma da Previdência passar, é mérito dele”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O grande atrito que existe hoje no governo, as caneladas do presidente, são influência desse filósofo Olavo de Carvalho”.

“Ninguém vai votar no governo porque o Bolsonaro tem olhos azuis. Ele precisa fazer um carinho na cabeça do parlamentar”.

Os tiros são da pistola 380, com 19 munições, do deputado federal Delegado Waldir, líder do partido do presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

Ele os disparou, sem dó, em quatro horas de entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, em seu gabinete, entre a tarde e a noite da última segunda-feira, dia da queda do ministro da Educação. “Você nunca viu na história um líder do partido do presidente firme e independente como eu”, disse. “Todas as pessoas mostram a ele só o ótimo. E eu mostro o amargo, o fel”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ótimo aí, para o líder do PSL, é dizer ao presidente da República que ele tem 308 votos na Câmara - número minimamente suficiente para a aprovação de emendas constitucionais como a reforma da Previdência. “Ele tem, estourando, 100 votos”, afirmou o Delegado Waldir. E deu um exemplo: “O parlamento é a namorada, o presidente é o namorado. Ele viu a menina. E em vez de dizer “oi meu amor, minha querida”, disse “nossa!, hoje você está uma bruaca”.

Leia Também

Waldir Soares de Oliveira tem 56 anos, três filhos do primeiro casamento, dois netos, e uma bebê de dois meses, do segundo casamento.

É homem de 200 camisas, 200 gravatas e 60 ternos, disse. Já escapou, sem um arranhão, de um capotamento de carro com perda total.

Tem um hobby que poucos conhecem: viajar pelo mundo desde os 45 anos. “Conheço uns 100 países”, contou. Citou a Europa inteira, toda a América Latina, parte dos Estados Unidos, parte da Ásia, e outros. Seu país preferido é a Itália, terra da avó materna. Viaja uma ou duas vezes por ano, por conta própria, com a mulher e/ou os dois filhos que moram com ele. “Eu mesmo pesquiso e procuro as opções mais baratas”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Está no terceiro mandato. No primeiro, pelo PSDB, em 2010, era suplente e assumiu por cinco meses. No segundo, 2014, foi o deputado federal mais votado de Goiás. Saiu do PSDB, entrou no PR e depois no PSL. Ganhou fama quando perguntou ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha - até hoje preso - se ele tinha conta no exterior. Na terceira eleição, ano passado, teve um novo recorde de votos.

Barba propositalmente sem fazer, o deputado-delegado, ou vice-versa, define-se como “extremamente polêmico”. E é.

Paranaense de Jacarezinho, teve infância pobre, trabalhou duro desde menino - foi engraxate e preparador de mudas de café, por exemplo -, e formou-se em Direito.

Foi, primeiro, escrivão concursado de polícia. Depois passou num concurso de delegado para a Polícia Civil de Goiás, e para lá mudou-se.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fez barulho no cargo, foi acusado de arbitrariedades, bateu de frente com a Polícia Militar - “os oficiais da PM de Goiás me odeiam”, diz, com orgulho.

Em 2016 tentou a prefeitura de Goiânia, mas perdeu. Passou a odiar o ex-governador Marconi Perillo, para ele o responsável pela derrota.

Hoje está a poucos metros de uma colisão com o governador Ronaldo Caiado - a quem apoiou na eleição recente. “Ele está esquecendo os amigos mais fiéis que teve na campanha”, disse. “A deslealdade não tem preço”, avisa.

O delegado-deputado, ou vice-versa, usa sempre um coldre no cinto das calças - como se viu no bafafá da última terça-feira, na sessão da Comissão de Constituição e Justiça, quando alguns colegas o acusaram de estar armado. Não estava.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A arma fica no carro”, explicava ao Estado na entrevista da véspera. “Deixo sempre o coldre no cinto, porque dá trabalho de botar e tirar”, disse. Para mostrar, tirou o cinto, puxou o coldre, e deixou-se fotografar. Explicou que sua pistola 380 tem uma segunda carga sempre disponível, com 19 munições.

Seus alvos principais, na entrevista que segue abaixo, foram o filósofo sem diploma Olavo de Carvalho e o próprio governo Jair Bolsonaro, igualmente do PSL, até aqui liderado pelo atirador.

O que o sr. achou da queda do ministro da Educação, Ricardo Vélez, e do novo indicado, Abraham Weintraub?

O primeiro foi ministro porque era um olavete, indicado pelo Olavo de Carvalho. Com a indicação do outro o presidente deu sinal de que o Olavo está muito forte, porque ele é apaixonado pelo Olavo, continua apaixonado pelas teses de Olavo de Carvalho, o que enfraquece os setores técnicos e militares do governo.

O que o sr. acha do Olavo de Carvalho, tido como guru do presidente Bolsonaro?

Zero à direita, zero à esquerda. Uma pessoa que fica dando palpite em nosso país lá de fora. Quantos votos ele trouxe? Que campanha que ele fez? Escreveu não sei quantos livros, dizem. Parabéns! Mas e daí?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sr. já leu algum?

Não tenho tempo a perder com isso. E eu duvido que o presidente Bolsonaro tenha lido um livro dele. O presidente tem muito o meu perfil. É operacional.

Como o sr. entende essa influência do Olavo de Carvalho no presidente?

Eles dizem que é o profeta da direita. Aquele que trouxe os ideais do bolsonarismo.

E o que diz o sr.?

Tudo besteira. O Brasil não precisa mais de sociólogos e filósofos. Precisa de pessoas que tenham operacionalidade e tirem o Brasil da miséria e da pobreza. É inadmissível que o Olavo ataque o PSL, os parlamentares, o governo e os militares, e lá de outro país. Indicou dois ministérios. Tem que largar a teta e vim pisar na favela, sentir a nossa poeira.

Que problemas a ligação com o Olavo tem provocado?

O grande atrito que existe hoje no governo, as caneladas do presidente, são influência desse filósofo Olavo de Carvalho. Tem que afastar a influência dele do governo. Quem tem que ter influência é o presidente. Ele não pode ser o palpiteiro de plantão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa é uma crítica direta ao presidente, que prestigia o filósofo.

Não é a primeira que eu faço. Se você pegar os olavistas que me atacam nas redes sociais, eu dou aula pra eles todos os dias. Está na hora do Olavo de Carvalho parar de dar palpite no governo. Palpite é só no jogo do bicho.

O sr. sabe que esse estilo pode levar o sr. a sair da liderança em pouco tempo?

Sei que eles vão trabalhar para me derrubar, porque eu sou muito independente. O governo quer alguém que seja manipulado, e eu não sou manipulável.

Já são favas contadas que o sr. vai sair?

Não. Eu tenho uma força, eu tenho cartas na manga. Seria bom um deputado como eu na oposição ao governo Bolsonaro? Um deputado de dentro da Casa, que conhece os segredos da Casa? Eu não sou submisso ao presidente. Eu não devo meu mandato a ele. Meu patrão é o eleitor.

Alguns de seus colegas tem dito que o sr., como líder, precisa seguir um manual de controle.

Isso é nota plantada. Eu não sigo manuais. Eu não sou uma pessoa domesticável. Ninguém me coloca coleira. Fui forjado pelo eleitor, pela minha experiência de vida. Eu fui lapidado na periferia, no gueto, venho de mãe zelador, sem pai.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como que o sr. virou líder do PSL?

Primeiro, o presidente do partido, Luciano Bivar, quis me conclamar líder, por aclamação. Mas o presidente Bolsonaro, por influência de um ou dois parlamentares, pediu que eu não fosse aclamado. Depois eu fui indicado com a assinatura de 36 dos então 52 deputados.

Por que o presidente Bolsonaro não quis que o sr. fosse aclamado?

Por influência. O presidente não faria isso sozinho, eu era da extrema confiança dele.

O sr. estranhou?

Estranhei. O Bolsonaro teve quatro votos quando foi candidato a presidente da Câmara, em 2016. Um deles era o meu. Eu fui fiel. Sempre fui um parceiro inseparável. O presente desautorizou o presidente do partido. Se tivesse concordado não teriam acontecido aquelas discussões no zap. Porque não tinha a definição do líder, e aí começou uma guerra.

O sr. já questionou o presidente por conta disso.

Não. Quem tem que responder é ele. Se em algum momento ele quiser me dar uma explicação, é líquido e certo que eu gostaria. Mas tenho total respeito. Em nenhum momento perdi a admiração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas foi uma pergunta que ficou sem resposta.

Ficou. Mas não tenho amor à liderança também não. Estou líder, enquanto me mantiverem. Mas sou um líder independente, crítico, talvez em razão das minhas falas muito duras, de que não devem ser usadas as expressões “nova política” e “velha política”. O Bolsonaro parou de falar isso por causa das minhas falas de que deveria respeitar o parlamento. Ele começa a dialogar com o parlamento.

O sr. também disse que o projeto de previdência dos militares era um abacaxi. Se arrependeu?

Nada. Eu não sou da cozinha do presidente. Então, eu tenho que usar os meios para que o nosso governo dê certo. Alguém tem que dar o recado. Alguém tem que ser maduro nesse jogo. Alguém tem que ser muito duro e falar as verdades. Muita gente fala aquilo que ele quer ouvir. Alguém tem que falar o que ele não gostaria de ouvir, mas que é verdadeiro. Eu tenho essa missão. E pago o preço se daqui a pouco me destituírem da liderança. Eu não tenho amor a isso.

O sr. tem dito que o governo não tem base na Câmara dos Deputados. Onde é que está o erro?

O governo não tem base, repito. O que está errado é a articulação política. O presidente escolheu ministros técnicos para o primeiro escalão apostando nas bancadas temáticas, e as bancadas temáticas só votam assuntos do interesse delas. O parlamento está ligado aos líderes partidários, e aos partidos.

E quem é que não está conseguindo articular a base?

O Ônix (Lorenzoni, ministro da Casa Civil) articula, mas não está conseguindo fazer o convencimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E qual é o caminho?

Para convencer os parlamentares, o presidente tem de chamar os parlamentares para governar.

E ele não está fazendo isso?

Não. Ele tem experiência no parlamento, quer implantar um novo modelo de governabilidade, mas ele não pode criminalizar o parlamento.

O presidente está criminalizando o parlamento?

Quando o presidente criou as expressões “velha política” e “nova política” ele criminalizou a conduta do parlamento.

Explique melhor.

Eu não vivo na penumbra. Eu vivo na realidade. Não tenho como tapar o sol com a peneira. O presidente colocou todos os parlamentares no mesmo saco. Nós temos parlamentares que respondem a processos, mas temos parlamentares espetaculares. Ninguém vai votar no governo porque o Bolsonaro tem olhos azuis. Ele tem que fazer carinho na cabeça do parlamentar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como?

Os ministros precisam atender bem os parlamentares. Eu tenho parlamentar do PSL que levou 45 dias para ser atendido por um ministro. E quem recebe as queixas dos parlamentares não é o presidente, é o delegado Waldir. Eu conheço o parlamento. Nenhum ministro pode se achar deus.

O presidente ainda está criminalizando os parlamentares?

Ele criminalizou. Não está mais criminalizando. Não usa mais “velha e nova política”. Foi um erro que ele corrigiu, em razão das minhas críticas. Eu fui duro. Fui a primeira pessoa a mencionar isso.

O que fazer para que o governo tenha uma base?

O presidente confia ainda na pressão popular, que foi muito forte na eleição do Senado.

O sr. confia?

É uma ferramenta importante, mas que não vai convencer a maior parte do parlamento. O parlamento é muito corporativista. O governo já teve algumas derrotas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que é que vai resolver o impasse?

O parlamento quer ser bem tratado. O parlamento é a namorada, o presidente é o namorado. Ele viu a menina. E em vez de dizer “oi meu amor, minha querida” disse “nossa!, hoje você está uma bruaca”. No primeiro encontro, chegou três horas atrasado. A mulher, que é o parlamento, quer ser bem tratada, bem cuidada. “Que unha maravilhosa!” “Que boca maravilhosa!” “O seu cabelo está lindo!”. É isso. Está faltando convencer, agradar. O parlamento é muito sensível.

Como assim, sensível?

Cada parlamentar aqui é uma pessoa independente. Tem suas próprias convicções e um vínculo partidário. Se não seguir a orientação partidária, não vai ter fundo partidário. O presidente tem que convencer a mãe da moça, que é o presidente dos partidos. Ele está tratando a mãe da moça com desprezo. Nem quer saber quem é a mãe da moça, não está nem aí pra mãe da moça. Que se lasque a mãe da moça. Não quer saber se ela está doente. E a mãe da moça é a que sustenta, a que dá a fralda, a escola.

O presidente teve oito mandatos como deputado. O sr. quer dar aula para ele de como lidar com o Câmara?

Não. Mas o presidente está com a estratégia equivocada do Olavo de Carvalho. Vai pro belicismo com o parlamento. Joga o povo contra o parlamento. Afronta o parlamento. Manda o parlamento tomar no cu. Estou usando as palavras do próprio Olavo de Carvalho ontem (domingo, 7). Ele disse: “Eu sou Bolsonaro, os filhos do Bolsonaro, e eu sou o povão. O resto vai tomar no cu”.

Como o sr. lê isso?

Não leva a nada. E depois o maluco sou eu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A se acreditar no sr., a reforma da Previdência vai continuar complicada.

A reforma da Previdência não avança se o presidente quiser. Quem manda na reforma da previdência é o Rodrigo Maia, presidente da Câmara. O Rodrigo Maia é o primeiro ministro. Nós não temos o parlamentarismo, mas o primeiro ministro, neste momento, é o Rodrigo Maia.

Por que o sr. acha isso?

Porque ele tem em torno de 330 parlamentares. O Rodrigo mostrou que é o primeiro ministro quando em uma hora ele aprovou em dois turnos a PEC do Orçamento. Qualquer coisa nessa Casa, só passa se o Rodrigo quiser.

O governo é refém do Rodrigo Maia, então?

O Bolsonaro resolveu construir com o Olavo. O Rodrigo escolheu construir com o parlamento. É uma questão de escolha. E escolha você pode mudar a qualquer hora.

Quanto tempo o sr. acha que dura no cargo?

Enquanto os parlamentares quiserem. Eu não nasci na liderança. Eu estou líder. Tenho várias ideias semelhantes às do presidente, mas não sou direitista de carteirinha, não dependi de movimento de direita para ser eleito, não dependi do presidente da República para ser eleito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sr. é o quê, de carteirinha?

Um defensor do cidadão. Daquele que me elegeu, que é o meu patrão, que me paga o salário. Para esse eu devo satisfação. Você nunca viu na história um líder do partido do presidente firme e independente como eu. Todas as pessoas mostram só o ótimo. E eu mostro o amargo, o fel.

E por que ele tem que saber do fel?

Porque está cercado de pessoas que querem mostrar o céu. Pessoas que querem dizer que ele tem 308 votos aqui, e ele não tem. Não tem 200 votos. Ele tem, estourando, 100 votos. Se a reforma da previdência passar, o mérito é do primeiro ministro Rodrigo Maia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESTÁ CHEGANDO A HORA

Calendário do PIS/Pasep em maio de 2026: veja quando o abono fica disponível

3 de maio de 2026 - 6:58

Abono salarial do PIS/Pasep 2026 é pago até agosto; dia exato da transferência segue nascimento ou número de inscrição

A SEMANA DA BOLSA

Usiminas (USIM5) lidera ganhos do Ibovespa e Hapvida (HAPV3) fica na lanterna; veja os destaques

2 de maio de 2026 - 11:09

O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 1,80% na semana e encerrou a última sessão, na quinta-feira (30), aos 187.317,64 pontos

INCENTIVO PARA ESTUDANTES

Pé-de-Meia: confira as datas de pagamento em maio de 2026 e saiba como funciona o programa criado para tentar frear a evasão escolar

2 de maio de 2026 - 6:28

Confira o calendário de maio do programa Pé‑de‑Meia, que oferece até R$ 9,2 mil para alunos de baixa renda permanecerem na escola

SEM CONVERSA

Por que o governo declarou guerra às bets no novo Desenrola?

1 de maio de 2026 - 18:52

Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano

TRÊS DÉCADAS DE ‘NOVELA’

Acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia entra em vigor nesta sexta; quais são as oportunidades para o Brasil?

1 de maio de 2026 - 12:31

A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo

O QUE ESPERAR PARA O ANO

Itaú eleva projeção da Selic para 13,25% ao ano em 2026; veja os motivos para a piora do cenário

1 de maio de 2026 - 11:01

Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário

FICOU MAIS ARRISCADO?

Fitch faz alerta sobre risco da dívida dos EUA: peso está acima de outros países semelhantes

1 de maio de 2026 - 10:25

Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA

COM CHAVE DE OURO

Mega-Sena 3002 fecha abril pagando R$ 127 milhões na capital mais fria do Brasil; Quina 7014 premia bolão da internet; Lotofácil e outras loterias acumulam

1 de maio de 2026 - 7:23

Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.

ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS

Gás do Povo em maio de 2026: confira datas de pagamento e novo reajuste do valor

1 de maio de 2026 - 5:43

Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.

ATENÇÃO, BENEFICIÁRIOS

Bolsa Família de maio de 2026: confira a data de pagamento e quem poderá se beneficiar

1 de maio de 2026 - 5:31

Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600

OPORTUNIDADE NO CAMPO

BTG Pactual aposta no agro em 2026 e vê bancos como chave da retomada: ‘É hora de estar mais próximo’

30 de abril de 2026 - 19:51

Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas

BALANÇO DOS INVESTIMENTOS

Bitcoin segue em recuperação e tem maior alta de abril; renda fixa passa por alívio, e dólar volta a cair. Veja os melhores investimentos do mês

30 de abril de 2026 - 19:32

Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade

VALORES SALGADOS

Aluguel dispara em São Paulo e sobe 63% em um bairro no último ano — veja quanto custa morar na capital agora

30 de abril de 2026 - 19:01

Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás

TOUROS E URSOS

Muito risco para pouco retorno: por que o crédito privado não está compensando hoje — e quais são as exceções

30 de abril de 2026 - 17:30

Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados

TOME CUIDADO

Google solta alerta grave de segurança no navegador Chrome; mas é relativamente fácil resolver o problema

30 de abril de 2026 - 16:11

Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador

DAS RUAS PARA O HOME-OFFICE

Só não faz o cafezinho: Toyota lança cadeira gamer inspirada em assentos de seus próprios carros de luxo

30 de abril de 2026 - 15:26

Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Em estabelecimento totalmente administrado por IA, robô manda em humanos, pede dinheiro para funcionários e compra ingredientes para pratos que não estão no cardápio

30 de abril de 2026 - 14:34

A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos

UMA COCA-COLA TODO DIA?

Coca-Cola anuncia mudanças que vão impactar no tamanho dos refrigerantes e no bolso dos consumidores

30 de abril de 2026 - 11:35

Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros

SEM RECLAMAÇÕES

Super Sete 841 aproveita bola dividida na Lotofácil 3673 e paga o único prêmio milionário da rodada nas loterias da Caixa; Mega-Sena 3002 pode pagar R$ 130 milhões hoje

30 de abril de 2026 - 9:02

Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026

AGENDA DE FERIADOS

Dia do Trabalhador: Como fica o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix, dos Correios e de outros serviços no feriado?

30 de abril de 2026 - 6:30

O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia