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A ajuda foi prometida pelos integrantes que participaram da reunião do G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, com o objetivo de auxiliar no combate a incêndios na Amazônia
A polêmica envolvendo a troca de farpas entre os presidentes Jair Bolsonaro e o presidente da França, Emmanuel Macron, pode se intensificar ainda mais. Depois de dizer que rejeitaria a a ajuda de US$ 20 milhões, cerca de R$ 83 milhões, o presidente adotou um tom mais moderado.
Hoje (27) pela manhã, ele falou que poderia reconsiderar decisão, caso o presidente francês, Emmanuel Macron, retirasse insultos contra ele. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
A ajuda foi prometida ontem (26) pelos integrantes que participaram da reunião do G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, com o objetivo de auxiliar no combate a incêndios na Amazônia.
A informação veio depois de o presidente francês dizer que não descarta a possibilidade de conferir um status internacional à Amazônia, se os líderes da região tomarem decisões que sejam vistas como prejudiciais ao planeta.
De acordo com os interlocutores próximos de Jair Bolsonaro qualquer anúncio de apoio feito sem diálogo direto com o Brasil deve ser rejeitado.
"Acreditamos que o assunto deve ser encapsulado como uma questão sul-americana, dos países amazônicos, e não como um tema global”, falou um aliado do presidente em entrevista ao Estadão.
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A intenção do Planalto é recusar a ajuda capitaneada por Macron, restringindo a cooperação a países da região amazônica e aliados do presidente, como Israel e Estados Unidos.
Segundo os interlocutores, se o presidente francês quiser de fato ajudar, ele terá que falar com Bolsonaro.
Antes da manifestação do Palácio, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, chegou a dizer que a verba seria "excelente" e "bem-vinda", mas disse que o país deveria ter autonomia para utilizar o dinheiro como bem entendesse.
“Quem vai decidir como usar recursos para o Brasil é o povo brasileiro e o governo brasileiro”, disse, em um evento em São Paulo.
O ministro cobrou também de países desenvolvidos um crédito de US$ 2,5 bilhões (o equivalente a R$ 10 bilhões) que o país teria, segundo ele, de acordo com os termos do Protocolo de Kyoto.
“Desde 2005, o Brasil tem cerca de 200 milhões de toneladas de gás carbônico em MDL, mecanismo de desenvolvimento limpo, para receber. Pedimos para que os países desenvolvidos, incluindo o G-7, nos ajudem a quitar a fatura.”
O anúncio da transferência de recursos para preservar a Amazônia teria sido feito pela manhã por dois presidentes: Macron e pelo presidente chileno, Sebastián Piñera.
A ideia era utilizar a verba para enviar aviões com o objetivo de apagar o fogo na região. Além disso, o G-7 estaria elaborando um plano de ajuda a médio prazo destinado ao reflorestamento, que seria apresentado na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) no fim do mês que vem.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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