🔴 AINDA É POSSÍVEL MULTIPLICAR UM INVESTIMENTO POR 270 VEZES COM CRIPTOMOEDAS? – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Sem acordo...

Bolsonaro diz que pode voltar atrás e aceitar ajuda de R$ 83 milhões do G-7

A ajuda foi prometida pelos integrantes que participaram da reunião do G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, com o objetivo de auxiliar no combate a incêndios na Amazônia

Imagem: Marcos Corrêa/PR

A polêmica envolvendo a troca de farpas entre os presidentes Jair Bolsonaro e o presidente da França, Emmanuel Macron, pode se intensificar ainda mais. Depois de dizer que rejeitaria a a ajuda de US$ 20 milhões, cerca de R$ 83 milhões, o presidente adotou um tom mais moderado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje (27) pela manhã, ele falou que poderia reconsiderar decisão, caso o presidente francês, Emmanuel Macron, retirasse insultos contra ele. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A ajuda foi prometida ontem (26) pelos integrantes que participaram da reunião do G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, com o objetivo de auxiliar no combate a incêndios na Amazônia.

A informação veio depois de o presidente francês dizer que não descarta a possibilidade de conferir um status internacional à Amazônia, se os líderes da região tomarem decisões que sejam vistas como prejudiciais ao planeta.

De acordo com os interlocutores próximos de Jair Bolsonaro qualquer anúncio de apoio feito sem diálogo direto com o Brasil deve ser rejeitado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Acreditamos que o assunto deve ser encapsulado como uma questão sul-americana, dos países amazônicos, e não como um tema global”, falou um aliado do presidente em entrevista ao Estadão.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Flávio Bolsonaro cai para 51% dos votos válidos e Lula sobe para 49% em nova pesquisa Datafolha

E AS CONTAS PÚBLICAS?

Tarifa zero no fim de semana: Lula anuncia PEC para passe livre e sugere custeio via emendas parlamentares

A intenção do Planalto é recusar a ajuda capitaneada por Macron, restringindo a cooperação a países da região amazônica e aliados do presidente, como Israel e Estados Unidos.

Segundo os interlocutores, se o presidente francês quiser de fato ajudar, ele terá que falar com Bolsonaro.

Verba seria bem-vinda

Antes da manifestação do Palácio, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, chegou a dizer que a verba seria "excelente" e "bem-vinda", mas disse que o país deveria ter autonomia para utilizar o dinheiro como bem entendesse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Quem vai decidir como usar recursos para o Brasil é o povo brasileiro e o governo brasileiro”, disse, em um evento em São Paulo.

O ministro cobrou também de países desenvolvidos um crédito de US$ 2,5 bilhões (o equivalente a R$ 10 bilhões) que o país teria, segundo ele, de acordo com os termos do Protocolo de Kyoto.

“Desde 2005, o Brasil tem cerca de 200 milhões de toneladas de gás carbônico em MDL, mecanismo de desenvolvimento limpo, para receber. Pedimos para que os países desenvolvidos, incluindo o G-7, nos ajudem a quitar a fatura.”

O anúncio de Macron

O anúncio da transferência de recursos para preservar a Amazônia teria sido feito pela manhã por dois presidentes: Macron e pelo presidente chileno, Sebastián Piñera.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia era utilizar a verba para enviar aviões com o objetivo de apagar o fogo na região. Além disso, o G-7 estaria elaborando um plano de ajuda a médio prazo destinado ao reflorestamento, que seria apresentado na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) no fim do mês que vem.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Candidatos às eleições presidenciais de 2026, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro 13 de outubro de 2026 - 8:49
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 11 de outubro de 2026 - 9:10
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esquerda) e Flávio Bolsonaro (direita) aparecem em uma montagem com um fundo de urna eletrônica 9 de outubro de 2026 - 10:54
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 8 de outubro de 2026 - 18:59
Douglas Ruas, deputado estadual do Rio de Janeiro pelo PL e presidente da Alerj 5 de outubro de 2026 - 16:22
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 4 de outubro de 2026 - 22:14
4 de outubro de 2026 - 19:58
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 17:00
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar