O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
SRM Aseet usa expertise adquirida no mercado de crédito para antecipar movimentos na bolsa de valores
A SRM Asset tem 15 anos de história, mais de R$ 1,8 bilhão sob gestão e uma profunda ligação com o setor real da economia, emprestando dinheiro a mais de 1,5 mil médias empresas atualmente. Em julho do ano passado, a empresa decidiu usar esse expertise sobre os ciclos econômico e de crédito para entrar no mundo dos fundo multimercado e a estratégia mostra resultado.
Como bem resume o diretor da SRM Asset, Fábio Ohara, a área de inteligência da empresa consegue medir o pulso da economia em tempo real ao cruzar informações acumuladas ao longo do tempo dando crédito via Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC) com diversas outras bases de dados.
“Consigo ver o custo do crédito, o preço das mercadorias, volume de venda, inadimplência e comercio exterior. Nossa grande aposta é usar essas informações para bolsa, subsidiando e enriquecendo a decisão de investimento”, diz Ohara.
A aplicação prática dessa estratégia está acontecendo no fundo SRM Exodus Plus FIC FIM, que tem um retorno de 262% do CDI (3,96%) desde o começo de 2019.
Segundo o gestor do fundo, Vicente Matheus Zuffo, entre agosto e setembro do ano passado, com a economia ainda em dúvida sobre o resultado da eleição, a equipe de inteligência detectou um aumento nas operações de desconto de duplicada e capital de giro das varejistas, sinalizando uma aceleração do setor que ainda não transparecia no mercado.
“Então achamos que valia a pena dar uma olhada no setor e montar uma posição para carregar”, diz.
Leia Também
A posição é diversificada, com shopping centers, setor têxtil e supermercados, e até o momento os dados mostram um desempenho melhor do varejo em comparação com a indústria, que ainda não se recuperou plenamente da greve dos caminhoneiros do ano passado.
Para proteger a exposição comprada, Zuffo faz operações vendidas, pontualmente, em Ibovespa futuro e índice de bolsa americana (S&P). “O long dessa carteira de varejo com short em índice tem funcionado bem”, avalia.
O fundo tem cerca de R$ 35 milhões em patrimônio, mas a meta é chegar a R$ 5 bilhões. O produto está nas plataformas da XP e da Órama. “Como a rentabilidade está boa esperamos crescimento relativamente rápido”, diz Zuffo.
O restante da exposição é diversificada, segundo o gestor, que se mantém longe dos papéis dos grandes bancos e de empresas muito expostas ao mercado chinês.
No setor financeiro, a SRM acredita na tese de disrupção com a chegada de novos agentes. A própria empresa tem sua fintech, a Trust, com foco em crédito a micro e pequenas empresas via desconto online de duplicatas.
Com relação às empresas ligadas à China, a cautela advém da avaliação de que a desaceleração por lá será maior do que a esperada pelo mercado. Aliás, a SRM avalia que os riscos externos, como uma desaceleração global, são maiores que os domésticos.
Também com base na leitura dos dados proprietários, que são depurados por uma equipe dedicada dentro da casa, Zuffo disse que em janeiro eles já tinham identificado que as projeções para o PIB passariam por uma revisão de baixa, algo que se cristaliza agora, com o mercado falando em crescimento abaixo de 2%.
Mesmo com a economia ainda empacada, a posição de Zuffo é cautelosamente otimista com Brasil. A reforma da Previdência é a virada de chave para que a melhora de otimismo que atingiu a classe empresarial vire recuperação de fato.
As dúvidas são qual a reforma que saíra do Congresso, ou seja, se a economia projetada será capaz de garantir uma melhora das contas públicas, e o timing dessa aprovação.
“Acho que vai passar algo satisfatório, mas não será a reforma que está na cabeça do Paulo Guedes.”
Pergunto qual seria o pior cenário possível e Zuffo diz ter receio do caos, que seria o governo não obter 308 para aprovar a reforma, nos fazendo ter uma reedição dos anos de 2014 e 2015.
“Mas o Brasil não tem histórico de se jogar no caos. As instituições são mais fortes do que julgamos e reagem, fazendo a coisa andar, diferentemente dos nossos vizinhos. As opções são aprovar a reforma da Previdência ou aprovar a reforma da Previdência”, acredita.
Para o gestor, haveria espaço para um real mais apreciado levando em conta os fundamentos como balança comercial, investimento direto e expectativas com captações e privatizações. Mas o real não deve se descolar muito dos pares emergentes e também há a expectativa com as reformas.
Destoando de alguns pares, Zuffo não acredita que há espaço para o Banco Central (BC) retomar os cortes na Selic, atualmente fixada em 6,5% ao ano, mesmo com inflação controlada e baixo crescimento.
Segundo o gestor, cortes adicionais da Selic não são uma bala de prata até porque pelos dados acompanhados pela SRM, há oferta de crédito, mas a demanda não reage como se esperaria.
Zuffo diz concordar com a cautela, serenidade e paciência do BC, pois com a aprovação das reformas e o encaminhamento de uma agenda de simplificação, menor burocracia e privatização, o país pode entrar em um novo ciclo de investimento e consumo acelerado, algo que pode ser motivo para um ciclo de alta da Selic mais adiante.
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”
Jordan Adams não está correndo apenas cerca de 42,2 km todos os dias por mais de um mês, ele também disputa contra o tempo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 5 de maio. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar quase R$ 40 milhões hoje.
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O valor cobrado é considerado o maior imposto sobre herança já pago na história da Coreia do Sul; herdeiros da Samsung consideram que “pagar impostos é um dever natural dos cidadãos”
Iniciativa do Desenrola Fies é reduzir a inadimplência e ajudar na regularização financeira dos participantes
Entre tensão no Oriente Médio e expectativa de cortes de juros, especialistas indicam como equilibrar risco e proteção; confira a última edição do programa Onde Investir
Falha pode apagar informações essenciais ao dirigir; confira os modelos da Volkswagen afetados e como resolver o problema gratuitamente
Para brasileiros com mais de 18 anos, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios; cartórios eleitorais funcionarão em horário especial
O Comitê de Política Monetária avaliou que o balanço de riscos para a inflação segue mais elevado do que o usual, refletindo principalmente as incertezas em torno dos conflitos no Oriente Médio
Com o avanço dos crimes cibernéticos, é importante entender o efeito de uma senha segura para proteção de dados
Prêmio em jogo na Lotofácil quase triplica depois de acúmulo, mas Mega-Sena, Quina e Timemania pagam valores bem maiores nesta terça-feira (5).
A comédia fashion por pouco não desempenhou o melhor lançamento cinematográfico de 2026, se não fosse por “Super Mário Galaxy”
O canadense Justin Bieber, contratado como atração principal do Coachella, foi o artista mais bem pago da história do festival, mas não escapou da mordida do Leão
Segundo a OMS, risco para o público geral permanece baixo; até o momento, um caso de hantavírus foi confirmado e outros três são suspeitos
Maio conta com apenas um feriado (que já passou), mas tem data comemorativa do Dia das Mães neste domingo (10)
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado para o fim do mês
Entre mudanças relevantes em FIIs, expansão do Mercado Livre e disputa entre bancos pela alta renda, leitores acompanharam os principais movimentos do mercado na semana
Os principais concursos do sábado (2) terminaram com prêmios acumulados na Mega-Sena e na Quina, enquanto a Lotofácil teve apostas contempladas com mais de R$ 1 milhão