🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Pisa no freio

FMI se reúne em cenário de freada global

As novas estimativas do Fundo para este ano e para o próximo devem ser divulgadas nesta terça-feira, 15, com a atualização da Perspectiva Econômica Mundial, relatório divulgado regularmente em abril e outubro.

Fundo Monetário Internacional (FMI)
Imagem: Shutterstock

A economia global deve ter o pior desempenho em dez anos, melhor apenas que o de 2009, quando o PIB mundial encolheu 0,65%, segundo a nova projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI). "Em 2019, esperamos crescimento menor em quase 90% do mundo", adiantou na semana passada a nova diretora-gerente da instituição, a economista Kristalina Georgieva. Há dois anos, a economia internacional estava em alta sincronizada. Agora continua sincronizada, mas no movimento contrário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As novas estimativas do Fundo para este ano e para o próximo devem ser divulgadas nesta terça-feira, 15, com a atualização da Perspectiva Econômica Mundial, relatório divulgado regularmente em abril e outubro. Em julho, os cálculos indicavam expansão de 3,2% em 2019 e 3,5% em 2020. Em 2009, o mundo refletiu plenamente o impacto da crise iniciada no ano anterior e já prenunciada em 2007 com os primeiros abalos no mercado financeiro.

Igualmente sombrio é o cenário apresentado em relatório recente do G-20, formado pelas maiores economias desenvolvidas e emergentes. Segundo esse documento, a atividade global deve permanecer contida nestes dois anos, com perda de impulso tanto no mundo avançado quanto na maior parte dos demais países.

A perda de impulso é atribuída, principalmente, às novas barreiras criadas no comércio entre Estados Unidos e China e ao risco de extensão do problema aos demais países. A elevação de tarifas e o enfraquecimento do comércio aumentaram a insegurança e isso derrubou o investimento, especialmente na indústria manufatureira. A relação de riscos importantes inclui a possível intensificação da guerra com Reino Unido e União Europeia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova diretora-gerente do FMI também ressaltou os efeitos da insegurança. "Em algumas das maiores economias emergentes, como Índia e Brasil", disse a diretora, "a desaceleração é ainda mais pronunciada neste ano".

Leia Também

Conteúdo Empiricus

McKinsey: Só 6% das empresas faturam com IA de verdade — veja característica em comum entre elas 

O CRONOGRAMA DO RESGATE

O que acontece com o dinheiro de quem apostou nas bets após a proibição do governo

A saída, segundo Georgieva, deve envolver políticas coordenadas, uma estratégia bem-sucedida na superação da crise de 2008. Estímulos fiscais serão agora mais importantes que naquela ocasião, porque as políticas monetárias já foram amplamente usadas, os juros estão muito baixos, e até negativos, e pouco mais se pode fazer com esse instrumental. A recomendação vale para países com alguma folga fiscal. Não é o caso do Brasil. Será essencial fortalecer o sistema multilateral de comércio e avançar em reformas estruturais, como a tributária, para favorecer os ganhos de produtividade. Reformas estruturais podem igualmente incluir desburocratização, estímulos à participação das mulheres nas atividades profissionais e combate à corrupção. Tais mudanças, sublinhou Georgieva, já produziram ganhos econômicos importantes em vários países.

*As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar