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Comparação é feita com base no trimestre anterior; produção de níquel recuou 17,9%
A produção de minério de ferro da Vale no segundo trimestre de 2019 alcançou 64,057 milhões de toneladas, queda de 12,1% na comparação com o trimestre imediatamente anterior e 33,8% abaixo do reportado um ano antes.
No semestre a Vale produziu um total de 136,9 milhões de toneladas de minério, um recuo de 23,4% na comparação com os seis primeiros meses de 2018. A perda, segundo a empresa, reflete principalmente os impactos decorrentes da ruptura da barragem de Brumadinho (MG) e condições climáticas incomuns no Sistema Norte em abril e no início de maio.
A produção de níquel mineradora totalizou 45 mil toneladas, número 32% inferior na comparação anual e 17,9% menor ante o trimestre imediatamente anterior. A redução, segundo a Vale, deveu-se principalmente às paradas programadas e não programadas de manutenção em Copper Cliff Nickel Refinery, em Sudbury, assim como nas refinarias de Clydach, Matsusaka e Long Harbour, além da menor produção de VNC.
O volume de vendas de níquel foi de 57,5 mil toneladas no trimestre de abril a junho, ficando 6,7% abaixo do segundo trimestre do ano passado, mas 14,3% acima do primeiro trimestre de 2019. "Esforços foram feitos para otimizar oportunidades na cadeia de valor e reduzir os estoques regionais de acordo com a demanda", afirma a mineradora em seu relatório de produção.
Devido aos baixos volumes de venda no trimestre, refletindo a parada em Onça Puma, a Vale revisou o seu guidance de produção de níquel para 210 mil a 220 mil/t em 2019. As operações na mina de Onça Puma foram suspensas em setembro de 2017 e, desde então, a planta vem processando apenas estoques.
Mais recentemente, desde junho de 2019, a Vale suspendeu as suas atividades de processamento de níquel na planta de Onça Puma em virtude de uma decisão proferida pela Justiça brasileira ordenando a suspensão das atividades de processamento. A Vale afirma que está recorrendo da decisão de suspensão com o apoio de sete relatórios de especialistas externos.
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A produção de cobre pela Vale no segundo trimestre de 2019 foi de 98,3 mil toneladas, em linha com a do mesmo trimestre do ano passado e 4,8% maior na comparação com o reportado no primeiro trimestre.
Nessa comparação, o aumento se deve aos maiores teores na operação de Salobo e ao desempenho em Sudbury, considerado "forte" no relatório de produção.
O volume de vendas de cobre atingiu 95 mil toneladas no trimestre de abril a junho, ficando 0,4% acima do segundo trimestre de 2018 e 5,1% acima do primeiro trimestre, reflexo de volumes maiores de produção e de iniciativas comerciais para reduzir estoques.
A Vale explica que os volumes de vendas são menores em comparação aos de produção devido à diferença entre o cobre pagável e o cobre contido: parte do cobre contido nos concentrados é perdida no processo de fundição e refino; consequentemente, as quantidades pagáveis de cobre ficam aproximadamente 3,5% menores em relação aos volumes de produção.
A produção de carvão somou 2,37 milhões de toneladas no segundo trimestre, 17,5% abaixo da registrada no mesmo trimestre do ano passado, informou a Vale. Em relação ao trimestre imediatamente anterior houve alta de 7,1%, atribuída à menor quantidade de chuvas no período.
A produção no trimestre de abril a junho foi afetada pela menor qualidade de ROM (do inglês "Run-of-Mine", carvão bruto, sem beneficiamento) que impactou o yield nas unidades de processamento, assim como um aumento de manutenções, informou a Vale em seu relatório de produção.
As vendas de carvão totalizaram 2,1 milhões de toneladas no segundo trimestre, 16,6% inferiores a um ano antes.
A performance do primeiro semestre e os atuais desafios nas usinas de processamento levaram a Vale a revisar o guidance de produção de 2019 para aproximadamente 10 milhões de toneladas. "A Vale vai reavaliar seu plano de lavra em um futuro próximo, o que provavelmente pode impactar seu nível de reservas", destacou a companhia no relatório.
*Com Estadão Conteúdo
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