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Sai hoje o preço das ações da XP Investimentos que serão ofertadas na bolsa americana Nasdaq. Hoje também será definido quem conseguirá entrar na oferta. Será que os fundos brasileiros vão ganhar um pedacinho deste bolo?
No lado político, o destaque é uma espécie de trégua do governo de Jair Bolsonaro com o presidente eleito argentino Alberto Fernández.
• Antes de qualquer coisa, uma correção: ontem eu escrevi nesta newsletter que a Gol fez uma segunda proposta para incorporar a Smiles sem gastar dinheiro. Na verdade, a oferta na mesa prevê a troca de ações da Smiles por papéis da Gol resgatáveis (ou seja, prevê pagamento em dinheiro). Legal isso, não? Mais ou menos. O melhor para a boa governança corporativa seria mesmo ter feito uma OPA (oferta pública de aquisição de ações) quando a ação ainda valia ouro. Em vez disso, a Gol tomou uma série de medidas que desvalorizaram a Smiles no último ano. E agora faz uma proposta “pegar ou largar”, com preço acima do que está no mercado hoje, o que explica a alta das ações ontem. Mas olhando essa história desde o início, o valor é pequeno perto do que a Smiles chegou a valer. O Victor Aguiar explica melhor a situação nesta reportagem.
• Em dia morno, o Ibovespa fechou a sessão de ontem com leve baixa de 0,13%, aos 110.977,23 pontos. O dólar caiu 0,42%, a R$ 4,1293.
• Como está o mercado hoje? Na véspera das decisões dos bancos centrais do Brasil e Estados Unidos, os investidores estão cautelosos. Na Ásia, as bolsas fecharam com leves oscilações. Em Nova York, os índices futuros também estão perto da estabilidade.
• A turbulência recente no mercado de debêntures está perto de passar e uma janela de oportunidade de compra pode se abrir. É o que diz Ulisses Nehmi, sócio da Sparta, gestora que possui R$ 6 bilhões em patrimônio e atua no mercado de crédito privado desde 2012. Ele falou com exclusividade ao Vinícius Pinheiro.
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• A demanda pelas ações da XP Investimentos já supera em 10 vezes a oferta. A precificação da operação, que pode chegar a US$ 2,1 bilhões, acontece hoje.
• A gestora Vitreo zerou a taxa de performance de fundos para investir no IPO da XP Investimentos. Ainda restam dúvidas se ela conseguirá participar da oferta da corretora brasileira, que acontece na Nasdaq. A decisão de alocar ou não o montante é da XP.
• Itaúsa e Bradesco anunciaram o pagamento de juros sobre capital próprio aos acionistas. No caso da Itaúsa, o valor será de R$ 0,0059 por ação. O Bradesco, por sua vez, informou o pagamento de JCP de R$ 0,503379600 por ação ordinária e R$ 0,553717560 por ação preferencial.
• A incorporadora Mitre Realty pede registro para IPO na CVM. A companhia quer recursos para comprar terrenos e arcar com custos de construção e despesas administrativas.
• A rede de hamburguerias paranaense Madero deve ser a próxima a abrir o capital na Nasdaq. A informação é do jornal Valor Econômico.
• O vice-presidente, Hamilton Mourão, vai participar da posse de Alberto Fernández na Argentina. A decisão do governo de enviar um representante ao evento marca um recuo na troca de farpas entre a gestão Bolsonaro e o presidente eleito do país vizinho.
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