O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No fim da tarde, o grupo Caoa, que já tem parcerias com a Hyundai e a Chery, confirmou que está olhando o ativo. A busca de um novo projeto para a fábrica poderia salvar 4,5 mil empregos diretos e indiretos
A tentativa de encontrar uma saída para o encerramento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, mobiliza várias frentes de atuação de governo e sindicatos.
Nessa terça-feira, 26, o governador João Doria anunciou que três grupos teriam interesse em assumir a unidade que a montadora americana pretende fechar ainda em 2019.
No fim da tarde, o grupo Caoa, que já têm parcerias com a Hyundai e a Chery, confirmou que está olhando o ativo. A busca de um novo projeto para a fábrica poderia salvar 4,5 mil empregos diretos e indiretos.
Em nota, a Caoa disse que tem “forte parceria” com a Ford há quatro décadas, por ser a maior distribuidora da marca na América Latina.
“Dessa forma, é natural que a Caoa e a Ford conversem sobre futuros negócios, assim como ocorre com outras empresas sempre que há uma boa oportunidade”, diz o comunicado. A empresa ressalvou, porém, que até o momento “não há nenhuma definição ou compromisso para a aquisição da planta”.
O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, disse estar disposto a conceder incentivos fiscais para atrair o comprador para a fábrica. Uma das possibilidades é oferecer descontos no Imposto Sobre Serviços (ISS). A cidade já concede abatimentos de até 30% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para quem gerar e manter acima de 50 novas vagas.
Leia Também
Em paralelo à busca por novos interessados na fábrica, dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC confirmaram que, no dia 7, serão recebidos por executivos da matriz, nos EUA, e vão apresentar um plano de viabilidade da fábrica. Ontem, 26, sob forte chuva, os trabalhadores da unidade fizeram uma assembleia em frente aos portões da Ford.
Em discurso, o presidente do sindicato, Wagner Santana, disse que os trabalhadores não querem fazer papel de corretor de imóvel para vender a fábrica, mais sim mostrar à matriz que a planta é viável. Os operários esperam que se repita o ocorrido em 1998, quando a Ford anunciou 2,8 mil demissões. Na época, após reunião na matriz, a decisão foi suspensa. Cortes ocorreram ao longo dos meses seguintes, por meio de programa de voluntariado (PDV).
Depois da assembleia, os trabalhadores percorreram mais de 8 km até a Prefeitura de São Bernardo. Santana criticou a aprovação, no Programa Rota 2030 no fim do governo Temer, da extensão de incentivos fiscais para a Ford na Bahia. “Os incentivos aprovados e renovados para o Nordeste determinaram o fechamento dessa planta.”
A montadora quer concentrar a produção na fábrica baiana, pois alega que ela é mais produtiva e mais lucrativa. É lá que são feitos atualmente os modelos Ka e EcoSport, os mais vendidos da marca, enquanto no ABC são feitos caminhões - segmento em que o grupo vai deixar de atuar - e o Fiesta, que sairá de linha. Santana afirmou ainda que, até o dia 7, serão realizados vários protestos dentro e fora da fábrica, que continuará com a produção paralisada.
A Ford alega necessidade de voltar ao lucro sustentável na América do Sul, onde registrou prejuízos de US$ 4,5 bilhões entre 2013 e 2018. O Brasil é o maior mercado da marca na região. O grupo passa por reestruturação global e ontem também houve protesto de trabalhadores da fábrica de engrenagens na França, que tem 800 funcionários e também será fechada.
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos