O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na comparação com a estimativa anterior, o novo cenário projetado prevê uma piora na inflação de alimentos e monitorados; nova projeção ainda está abaixo da meta oficial do IPCA, de 4,5%
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para cima a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A nova previsão, divulgada em seção da Carta de Conjuntura do instituto, é de alta de 4,08%, contra estimativa anterior de 3,85%, feita em março.
A nova projeção porém ainda está abaixo da meta oficial do IPCA, de 4,5%, destaca o Ipea. O instituto também diz que na comparação com a estimativa anterior, o novo cenário projetado prevê uma piora na inflação de alimentos e monitorados, cujos efeitos sobre o IPCA serão, em parte, atenuados por um desempenho mais favorável dos bens e serviços.
Segundo o Ipea, o aumento no preço dos alimentos já foi verificado no primeiro quadrimestre do ano e com a taxa de câmbio mais alta a projeção de inflação desse segmento subiu de 5,4% para 7%. Também foram elevadas as estimativas para os preços monitorados, que subiram de 4,9% para 5,5%, mesmo em um cenário com ajustes menores das tarifas de energia elétrica.
"Por sua vez, a piora recente da atividade econômica reduziu as nossas projeções para a inflação de bens livres, exceto alimentos, de 1,7% para 1,2%, e para o setor de serviços, excluindo educação, de 3,7% para 3,5%", informou o instituto.
O Ipea diz que inflação teve impacto em todas as faixas de renda em abril. Enquanto para as famílias com renda mais alta foram afetadas pela alta de 2,7% da gasolina, os alimentos e os cuidados com a saúde puxaram para cima os gastos da famílias com renda mais baixa, informou o instituto.
Leia Também
"Com a incorporação deste resultado de abril, no acumulado do ano, a forte alta dos alimentos vem gerando uma aceleração mais intensa do custo de vida para as camadas mais pobres", explicou o Ipea em nota nesta quinta-feira.
As famílias com renda mais alta registraram inflação de 0,56% no mês passado, contra alta de 0,21% contra mesmo mês de 2018, acumulando variação positiva de 4,65% nos últimos 12 meses, acima do centro da meta oficial do governo, de 4,25%.
Já as famílias de renda mais baixa foram afetadas principalmente pelos aumentos na área de saúde, refletindo o aumento médio de 2,3% dos medicamentos, e dos alimentos, que subiram 0,17% puxados pelos tubérculos (+11,2%) e das aves e ovos (+2,3%).
Também influenciaram a taxa de abril o aumento do preço dos ônibus urbanos, em alta de 0,74%. Em abril, essa faixa de renda teve inflação de 0,57%, ante 0,21% em abril de 2018, e nos últimos 12 meses registra alta de 5,33%.
O Ipea observou, no entanto, que todas as faixas de renda sentiram o aumento de preços em relação a abril de 2018, à exceção dos grupos de artigos de residência e vestuário. Os que mais subiram preços em abril foram alimentação, transporte e saúde, em alta de 0,63%, 0,94% e 1,51%, respectivamente.
"Nota-se ainda que a elevação dos preços dos alimentos e dos medicamentos também impactou a inflação das faixas mais ricas, porém em intensidade mais moderada, tendo em vista o menor peso destes itens na cesta de consumo desta parte da população", explicou o Ipea em nota.
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0
Corretora passou a prever Selic de 13,75% no fim de 2026 diante da alta do petróleo, piora das expectativas e tensão geopolítica — mas não é a única a elevar as estimativas para a taxa básica
Lotofácil 3678 teve três ganhadores na quarta-feira (6), mas não foi páreo para o prêmio milionário da Dupla Sena
Segundo Ricardo Kazan, impasse sobre urânio enriquecido trava negociações e amplia incertezas no mercado de commodities
Gestor da BTG Asset alerta para risco de disparada do petróleo e racionamento global com estoques em queda e conflito no Oriente Médio
Desenrola 2.0 chama atenção de endividados e golpistas; especialista também destaca papel de instituições financeiras e bancos
Para ex-secretário do Tesouro Nacional, ajuste fiscal é possível e não precisa ser drástico, mas precisa de qualquer forma focar em controle de gastos: “Brasil tributa muito acima da média da América Latina”