🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Nem tudo está ganho

Fracasso em aprovar a reforma da Previdência não pode ser descartado, diz Fitch

Avaliação da agência de risco é que a proposta de reforma apresentada por Bolsonaro será diluída durante a tramitação no Congresso

Ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O governo de Jair Bolsonaro tem uma agenda ambiciosa de reformas, mas a implementação das medidas e o timing da aprovação no Congresso permanecem sem clareza, avalia a agência de classificação de risco Fitch Ratings, nesta terça-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O fracasso em aprovar a reforma [da Previdência] não pode ser descartado e pode representar um desafio para as finanças públicas, bem como prejudicar a recuperação econômica", afirma a analista de rating soberano para Brasil, Shelly Shetty. "A reforma é politicamente impopular e o governo tem ainda que formar uma coalizão firme no Congresso para aprová-la."

A avaliação da Fitch é que a proposta de reforma da Previdência apresentada por Bolsonaro ao Congresso é um "elemento central" para o ajuste das contas públicas. Mas a analista acredita que provavelmente o texto será diluído durante a tramitação no Congresso.

A não aprovação da reforma, além de prejudicar o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pelos próximos anos, teria impactos negativos para a trajetória de médio prazo da dívida pública.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crescimento na América Latina

A Fitch afirmou também que o crescimento econômico na América Latina "provavelmente permanecerá modesto e altamente desigual" este ano à medida que algumas economias maiores permanecerão em um caminho de crescimento "razoavelmente lento", enquanto a Argentina registrará outra contração econômica anual.

Leia Também

DESALECERAÇÃO DA IA

Dona do ChatGPT descarta IPO neste ano e executivos fazem alerta sobre IA: haverá um freio na tecnologia?

DEIXOU DE SER EXCLUSIVO

Venda de apartamentos de luxo despenca 53% em São Paulo. Quais os planos das incorporadoras para os super-ricos?

De acordo a agência, os riscos externos, os riscos políticos e os desafios de consolidação fiscal são os três principais desafios para os países da América Latina.

Entre os riscos externos, a Fitch aponta para a volatilidade dos preços das commodities, uma desaceleração mais rápida do que o esperado na China, tensões no comércio internacional e um aperto mais rápido do que o previsto das condições de financiamento internacional.

Já os riscos políticos citados pela agência estão relacionados à aprovação de reformas no Brasil e um ambiente político "potencialmente menos favorável para investimento e crescimento sob o novo governo no México", enquanto um ciclo eleitoral incerto e imprevisível na Argentina também é lembrado como um possível cenário que atraia mais volatilidade na América Latina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relação ao México, a Fitch pontua que há riscos para as finanças públicas do país. "Medidas de apoio do governo para a estatal petrolífera Pemex anunciadas até hoje tiveram um impacto menor nas finanças públicas e sugerem que o governo está preocupado em proteger seu próprio perfil de crédito. No entanto, essas medidas são insuficientes para permitir que a empresa invista o bastante para estabilizar a produção de petróleo."

Já o processo de ajuste econômico da Argentina é visto pela agência como "misto", tendo em vista que "o balanço de riscos ainda se inclina para o lado negativo". A Fitch ressalta que o governo de Mauricio Macri cumpriu a meta de déficit primário de 2018 acordada com o Fundo Monetário Internacional (FMI), mas lembra que "a consolidação adicional poderia ser desafiada pela contínua contração econômica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Imagem gerada por inteligência artificial mostra muitos condôminos discutindo em um condomínio com diversas torres de prédios. Ao fundo, há ainda uma churrasqueira e uma piscina 10 de setembro de 2026 - 12:35
Botijões de gás de cozinha do programa Gás do Povo em destaque, com identidade visual do governo federal, representando benefício social para recarga gratuita de gás de cozinha destinado a famílias de baixa renda. 10 de setembro de 2026 - 9:01
Bomba de combustível diesel e gasolina 9 de setembro de 2026 - 19:15
Chuva forte em São Paulo 9 de setembro de 2026 - 16:02
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o projeto da OpenAI, dona do ChatGPT, para Wall Street. 9 de setembro de 2026 - 15:04
ID da foto:1275677842 9 de setembro de 2026 - 10:10
Fim do feriado 7 de setembro. 8 de setembro de 2026 - 6:42
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar