O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Tesouro Nacional avaliou que políticas públicas precisarão ser “revistas e redimensionadas” para que se consiga fazer o ajuste fiscal
O caixa do Governo Central registrou um déficit primário de R$ 5,995 bilhões em julho, o melhor desempenho para o mês desde 2014 na série histórica, que tem início em 1997.
O resultado, que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, sucede o déficit de R$ 11,481 bilhões de junho. Em julho de 2018, o resultado havia sido negativo em R$ 7,448 bilhões.
Com esses números, o Tesouro Nacional avaliou que políticas públicas precisarão ser "revistas e redimensionadas" para que se consiga fazer o ajuste fiscal.
O órgão afirmou que o ajuste exigirá cada vez mais uma mudança na dinâmica das despesas obrigatórias, principalmente em relação a Previdência e folha de pessoal, com controle na contratação e reajuste dos salários do funcionalismo.
"Dado o baixo nível de despesas discricionárias, o debate que está posto é sobre o nível mínimo necessário para o funcionamento da máquina pública", afirma o Tesouro no texto.
A previsão é que a tendência de redução das despesas não-obrigatórias deve se manter ao longo do ano, baixando esses gastos ao menor nível da história.
Leia Também
O sumário destaca ainda que, mesmo com a reforma da Previdência, as despesas com aposentadorias e pensões continuarão crescendo em 2020 acima do crescimento da despesas primária permitido pela regra do teto de gastos.
O déficit de julho de 2019, no entanto, ficou acima das expectativas do mercado financeiro, cuja mediana apontava um resultado negativo de R$ 5,400 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto 27 instituições financeiras.
De janeiro a julho, o resultado primário foi de déficit de R$ 35,249 bilhões, o melhor resultado desde 2015. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era negativo em R$ 39,081 bilhões.
Em 12 meses, o governo central apresenta um déficit de R$ 118,5 bilhões - equivalente a 1,66% do PIB. Para este ano, a meta fiscal admite um déficit de até R$ 139 bilhões nas contas do Governo Central.
O resultado de julho representa alta real de 4,3% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram alta real de 2,2%. No ano até julho, as receitas do governo central subiram 1,1% ante igual período de 2018, enquanto as despesas caíram 0,9% na mesma base de comparação.
As despesas sujeitas ao teto de gastos subiram 3,4% no ano até julho em comparação com igual período de 2018, segundo o Tesouro Nacional.
Pela regra, o limite de crescimento das despesas do governo é a variação acumulada da inflação em 12 meses até abril do ano passado. Porém, como o governo não ocupou todo o limite previsto em 2018, na prática há uma margem para expansão de até 9,3%.
Apesar do enquadramento prévio das despesas do governo federal ao teto, alguns poderes e órgãos estão fora dos limites individualizados - todos devem respeitar o limite de gastos. É o caso, por exemplo, do Senado Federal, da Justiça Militar da União e do Ministério Público da União.
O Tesouro Nacional não divulgou as novas projeções para o cumprimento regra de ouro neste ano e no próximo. O órgão apenas informou que, no acumulado de 12 meses até julho, as despesas de capital superaram as operações de crédito em R$ 56,1 bilhões.
Até o mês passado, o Tesouro estimava um "equilíbrio na margem" o cumprimento da regra de ouro em 2019 e uma insuficiência de R$ 134,1 bilhões para 2020.
*Com Estadão Conteúdo
Entre mudanças relevantes em FIIs, expansão do Mercado Livre e disputa entre bancos pela alta renda, leitores acompanharam os principais movimentos do mercado na semana
Os principais concursos do sábado (2) terminaram com prêmios acumulados na Mega-Sena e na Quina, enquanto a Lotofácil teve apostas contempladas com mais de R$ 1 milhão
Veja a data de pagamento oficial dos benefícios do INSS; dia exato depende do valor recebido e o do número final do benefício
Abono salarial do PIS/Pasep 2026 é pago até agosto; dia exato da transferência segue nascimento ou número de inscrição
O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 1,80% na semana e encerrou a última sessão, na quinta-feira (30), aos 187.317,64 pontos
Confira o calendário de maio do programa Pé‑de‑Meia, que oferece até R$ 9,2 mil para alunos de baixa renda permanecerem na escola
Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano
A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo
Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos