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Oferta à vista de US$ 1 bilhão foi colocada integralmente, já venda casada com retirada de swaps não teve aceitação
O Banco Central (BC) fez nova oferta de dólar no mercado à vista na manhã desta quinta-feira. O lote de até US$ 1 bilhão foi colocado integralmente. O que difere essa atuação das feitas na terça e quarta-feira é que ela foi anunciada previamente.
Mas o que chama atenção e pode ser uma sinalização de mudança de atuação do BC no mercado é que a oferta de dólar à vista casada com a retirada de swaps cambiais, conhecida também como “casadão”, não teve aceitação. Assim, não ocorreu a troca de derivativos (swaps) por dólar à vista e o BC acabou rolando os US$ 785 milhões em contratos de swap que vencem em janeiro.
A dúvida é se o mercado está demandando apenas dólar à vista, preferindo manter a exposição que tem em swaps cambiais. De forma bem simplificada, a demanda à vista atende a necessidade de mandar dólares para pagar compromissos ou remeter para fora do país. O swap é encarado como um instrumento de proteção, de “hedge”. O agente não tem necessidade do dólar físico, mas quer se proteger contra eventual variação do preço da moeda. (Quer entender cada instrumento? Veja esse texto).
Essa discussão parece distante do nosso bolso, mas alterações na forma de atuação podem ter consequência direta sobre a formação de preço do dólar, aliviando ou ampliando a pressão compradora que vimos nos últimos dias - veja nossa cobertura de mercados.
Em evento, ontem, o diretor de Política Monetária do BC, Bruno Serra Fernandes, disse que o objetivo do BC com as operações de troca de swaps por dólar à vista não era zerar a carteira de swaps, mas sim prover liquidez naquilo que for mais adequado pelo mercado no momento. “Faremos isso até o ponto em que o mercado der sinais de que não precisa mais”, disse o diretor.
Será que o resultado das operações de hoje são um desses sinais? Uma resposta aos questionamentos aqui levantados pode vir ainda hoje ou mesmo amanhã, com o BC decidindo como fará a rolagem dos swaps cambiais que vencem em fevereiro e somam US$ 7,457 bilhões.
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O BC tem opções. Pode simplesmente fazer a rolagem tradicional, que é trocar o vencimento de fevereiro por outro mês, se mantendo neutro. Pode seguir com o modelo de troca de swaps por dólar à vista, que começou a ser feito no fim de agosto. E pode, também, não fazer nada e deixar os swaps vencerem, algo que teria um efeito de compra no mercado futuro. Pode ainda, comunicar que fará a rolagem de fevereiro apenas em janeiro, já que está adianto no cronograma.
A mudança de atuação no câmbio feita em agosto foi para atender à maior demanda do mercado por dólares à vista. Temos uma mudança estrutural no nosso mercado, reflexo, basicamente da queda de taxa de juros, que gerou dois efeitos. Fim das operações de arbitragem (captar dinheiro a zero no mundo e ganhar nosso juro) e troca de dívida externa por interna feita pelas empresas.
Agora, podemos estar observando nova demanda só por dólar à vista. Pode ser algo apenas sazonal, em função do aumento na demanda por moeda para remessas de lucros de dividendos. Aqui, o BC também tem a opção de ofertar linhas com compromisso de recompra, como se fosse um empréstimo das reservas.
Apesar dos ruídos que as intervenções causam, elas são parte do trabalho natural do BC de zelar pelo bom funcionamento do mercado. Por isso que o BC sempre enfatiza que o câmbio é flutuante, mas que pode atuar sempre que entender que o mercado está disfuncional, descolado dos fundamentos ou com problemas de liquidez.
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