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O BC mudou de estratégia e anunciou com antemão que promoverá leilões para a venda de dólar no mercado à vista, o que aliviou os ânimos no mercado de câmbio
A escalada do dólar à vista teve uma pausa nesta quinta-feira (28). A moeda americana operou em queda desde o início da sessão e, embora ainda permaneça em níveis elevados, ao menos conseguiu se afastar das máximas. E tudo isso graças a uma mudança de estrategia por parte do Banco Central (BC).
Nos últimos dias, a autoridade monetária vinha atuando sem fazer avisos prévios: convocava leilões para a venda de dólar no mercado à vista quando o câmbio se estressava demais, de modo a trazer um alívio imediato ao mercado. Tais intervenções, no entanto, não foram capazes de frear a trajetória de alta da moeda americana.
Assim, a instituição optou por um caminho diferente nesta quinta-feira: avisou de antemão que promoveria um leilão desse tipo. A nova abordagem deu certo: o dólar à vista fechou em queda de 1,02%, a R$ 4,2153.
Vale ressaltar, no entanto, que as operações globais apresentam liquidez bastante reduzida nesta quinta-feira, uma vez que os mercados americanos ficaram fechados hoje em função do feriado do Dia de Ação de Graças. Assim, essa baixa do dólar ocorreu numa sessão pouco movimentada, e é de se esperar alguma correção nos próximos dias.
Em linhas gerais, o mercado ainda digere as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmando que a taxa de equilíbrio do câmbio estava num nível mais elevado, considerando o cenário de juros mais baixos. Assim, os investidores continuaram testando o BC, de modo a entender qual seria esse nível.
O Ibovespa apresenta desempenho semelhante: em linha com a calmaria no dólar, o principal índice da bolsa brasileira operava em alta de 0,44%por volta de 17h05, aos 108.181,32 pontos. Por um lado, as ações dos bancos caem, mas, por outro, as varejistas e exportadoras sobem.
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Ontem o governo limitou os juros do cheque especial em 8% ao mês, a partir de 6 de janeiro de 2020, medida que faz o mercado mostrar cautela em relação ao setor bancário: as ações PN do Itaú Unibanco (ITUB4) caem 0,32%, os papéis PN do Bradesco (BBDC4) recuam 0,45% e as units do Santander Brasil têm perda de 0,96%.
Na ponta oposta do Ibovespa, o setor de varejo avança em bloco, puxado por Via Varejo ON (VVAR3), em alta de 1,57% — o Citi elevou a recomendação dos papéis para compra. Lojas Americanas PN (LAME4) e Lojas Renner ON (LREN3) sobem 2,91% e 0,37%, nesta ordem.
Apesar do feriado do Dia de Ação de Graças paralisar as operações nos mercados dos EUA, isso não quer dizer que o noticiário internacional não esteja influenciando os ativos globais.
Lá fora, há uma redução do otimismo dos agentes financeiros em relação à guerra comercial. O presidente americano, Donald Trump, sancionou a lei que impede a exportação de equipamentos de segurança a países que interfiram na independência política de Hong Kong — uma medida que atinge especialmente a China.
Nesse cenário, as principais praças da Europa fecharam com um ligeiro viés negativo: na Alemanha, o DAX caiu 0,31%; no Reino Unido, o FTSE 1000 recuou 0,18%; e, na França, o CAC 40 teve perda de 0,24% — o índice pan-continental Stoxx 600 terminou em baixa de 0,14%.
Com o dólar à vista sustentando-se em queda nesta quinta-feira, as curvas de juros conseguiram respirar e passaram por um ajuste negativo, tanto na ponta curta quanto na longa. Veja abaixo como ficaram os principais DIs:
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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