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Dado mostra desaceleração ao nível mais baixo da série histórica
Os ativos financeiros globais iniciam a semana sob o peso dos dados do Produto Interno Bruto da China no segundo trimestre de 2019. Os principais índices de ações asiáticos abriram em queda por causa do PIB chinês, mas recuperaram-se no decorrer da sessão até fecharem em alta num dia em que a bolsa de valores do Japão permaneceu fechada por causa de um feriado local.
De acordo com os dados divulgados no fim da noite de domingo, a economia chinesa expandiu-se ao ritmo de 6,2% sobre o mesmo período do ano anterior, abaixo da expectativa dos analistas e no ritmo mais lento desde o primeiro trimestre de 1992, justamente quando os dados trimestrais sobre a economia chinesa começaram a ser compilados.
A recuperação nos mercados asiáticos deveu-se à análise dos dados chineses de produção industrial e vendas no varejo em junho. Os indicadores superaram as expectativas dos analistas e passaram a alimentar esperanças de que uma virada na desaceleração econômica chinesa poderia estar próxima.
Na Europa, os principais índices de ações abriram no azul. Os índices futuros de Nova York, por sua vez, sinalizavam alta em meio à expectativa com a temporada de balanços corporativos.
Os dados vêm à tona em um momento no qual os principais bancos centrais do planeta preparam-se para o iminente início de uma nova rodada de corte de juros. E uma das causas é a desaceleração econômica global. O Fed, por exemplo, está prestes a deflagrar sua primeira rodada de afrouxamento monetário em uma década. Observadores do mercado esperam pelo menos dois cortes de juros pelo Fed até o fim do ano.
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Neste contexto, a desaceleração do PIB trimestral chinês ao nível mais baixo da série histórica tende a falar mais alto, pelo menos por enquanto, do que os dados mensais de produção industrial e vendas nos varejo.
Por aqui, dados a serem divulgados pelo Banco Central (BC) antes da abertura dos mercados ajudarão a medir o pulso da economia e as expectativas dos agentes do mercado para o PIB, a inflação e os juros. Os dados em questão fazem parte da pesquisa semanal Focus e do IBC-Br, o índice de atividade econômica que serve como prévia mensal do PIB brasileiro.
O IBC-Br talvez mostre algum esboço de recuperação suficiente para um otimismo de curto prazo, mas não para mudar a percepção de que a economia brasileira precisa de ajuda extra para se recuperar.
Com isso, os agentes do mercado financeiro devem seguir pressionando por uma nova rodada de cortes de juros pelo BC. A taxa Selic encontra-se em seu piso histórico (6,5%) há mais de um ano. Especialistas acreditam que a taxa oficial de juro no Brasil deve cair até 1 ponto porcentual até o fim de 2019, chegando a dezembro no nível de 5,5% ao ano.
Entretanto, analistas advertem que não se deve depositar no corte de juro as fichas de uma recuperação do crescimento econômico. Falta, na visão desses analistas, medidas que estimulem a retomada da demanda.
O que talvez atenue parte da pressão sobre o BC hoje e nos próximos dias é o adiamento da votação da reforma da previdência em segundo turno na Câmara dos Deputados para depois do recesso parlamentar.
Na semana passada, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, chegou a celebrar a aprovação do texto-base da reforma da previdência em primeiro turno, mas a demora na apreciação dos destaques para votação em separado apertou demais o calendário legislativo e o segundo turno da reforma deve ficar para 6 de agosto.
O mistério sobre o início dos cortes deve persistir até o fim do mês, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC finalmente se reunirá para decidir se a taxa oficial de juro (Selic) será reduzida a um novo piso histórico.
O adiamento da conclusão do trâmite da reforma da previdência na Câmara dos Deputados traz alívio, mas deve provocar alguma realização de lucros no mercado de ações.
No decorrer das últimas semanas, o otimismo nos mercados em relação à reforma da previdência fez do índice Ibovespa um dos que mais avançaram até agora em julho em todo o mundo.
Apesar dos leves recuos do fim da semana passada, o Ibovespa manteve-se muito próximo de seus níveis recordes. Com o adiamento do segundo turno da reforma da previdência para agosto, aumentam as chances de que, depois do “subir no boato”, o Ibovespa recue um pouco “no fato”.
Se para os mercados de ações, uma realização nos lucros se avizinha, os mercados de câmbio e de juros futuros da dívida ainda parecem dispor de espaço para apreciação, ainda que bem mais restrito. Enquanto o real torna-se mais atrativo contra o dólar pelo diferencial de juros, uma ação iminente do Banco Central segue no radar.
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