🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

China agita mercado, em dia de feriado nos EUA

Setembro começa com um feriado nos EUA, mas nova rodada de tarifas na guerra comercial e dados de atividade na China agitam o dia de negócios

Olivia Bulla
Olivia Bulla
2 de setembro de 2019
5:47 - atualizado às 9:42
Ainda assim, volume financeiro deve ser reduzido hoje, com a cautela predominandoImagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O feriado nos Estados Unidos (Labor Day) nesta segunda-feira drena a liquidez no mercado financeiro logo na chegada do novo mês. Mas nem por isso setembro começa em ritmo lento, já que entraram em vigor ontem nova tarifas dos Estados Unidos contra US$ 110 bilhões em produtos chineses, seguida da respectiva retaliação de Pequim. Isso somado aos dados de atividade na China em agosto tende a agitar os negócios hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na leitura oficial, o índice dos gerentes de compras (PMI) da indústria chinesa seguiu em território de contração pelo quarto mês seguido, caindo a 49,5 em agosto, de 49,7 em julho e ante previsão de recuo menor, a 49,6. Já o índice PMI calculado pelo Caixin mostrou recuperação para o maior nível em cinco meses, a 50,4 no mês passado, de 49,9.

Enquanto o índice oficial, que abrange mais de 3 mil fábricas, mostrou demanda fraca, o Caixin, que também monitora as manufaturas menores, apontou melhoria da produção. Já no setor de serviços, o PMI oficial subiu a 53,8 em agosto, de 53,7 em julho. Em reação, apenas a Bolsa de Xangai registrou ganhos hoje (+1,3%).

As demais praças na Ásia foram afetadas pela cobrança de tarifas adicionais em produtos chineses e norte-americanos, que começou ontem (leia mais abaixo). Hong Kong (-0,4%) também foi impactada por uma nova onda de protestos violentos, que bloqueou o acesso ao aeroporto da ilha e danificou estações de trem e de ônibus.

No Ocidente, a ausência do pregão em Wall Street deixa as bolsas europeias à deriva, tentando se apoiar na ligeira alta em Nova York ao final da semana passada. Os mercados acionário e de bônus norte-americanos permanecerão fechados, o que reduz o volume de negócios pelo mundo e eleva o tom de cautela entre os investidores. O dólar, por sua vez, ganha força, enquanto o petróleo cai e o minério de ferro dispara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guerra comercial avança

Os números mistos sobre a atividade mostram o quanto a guerra comercial tem afetado a economia chinesa, mas não necessariamente significam que Pequim irá fechar um acordo com Washington a qualquer preço. Aliás, não é apenas a China que vem sofrendo com a disputa tarifária. Desta vez, empresas e consumidores norte-americanos podem ficar mais vulneráveis à rodada de tarifas.

Leia Também

Afinal, o imposto de 15% fixado pelos EUA atinge bens de consumo que variam de calçados e roupas, além de afetar também produtos de tecnologia, como o Apple Watch. Outros US$ 160 bilhões de produto chineses terão aumento de mesma magnitude em 15 de dezembro, atingindo, aí, outras mercadorias eletrônicas, como laptops e celulares. Já a retaliação chinesa afeta produtores de soja e de carnes suína, bovina e de frango - por ora.

Mas enquanto grupos empresariais clamam por uma trégua na guerra comercial, o presidente dos EUA, Donald Trump, segue disposto em levar a disputa adiante, sob o argumento de que a China - e não o EUA - estão “pagando” pelas tarifas. Segundo ele, as negociações cara a cara entre os dois países programadas para este mês seguem em andamento, mas ainda não há detalhes sobre quando o encontro acontecerá.

De qualquer forma, Trump mantém a linha dura e diz que não se pode permitir mais que a China continue “enganando” os EUA. Pequim, por sua vez, critica as táticas de pressão vindas da Casa Branca, dando sinais de que o governo chinês está se preparando para um confronto prolongado. Afinal, Trump quer manter as tarifas em vigor até ter certeza de que a China está cumprindo qualquer acordo - e não é isso o que a China quer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para saber mais, leia em A Bula da Semana.

Bolsonaro fora de combate

No Brasil, a semana que pode ser decisiva para a reforma da Previdência na CCJ do Senado, que deve ser votada na quarta-feira, começa com um revés em Brasília. O presidente Jair Bolsonaro passará por uma nova cirurgia no abdome, a quarta desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018.

O procedimento será realizado no domingo (dia 8) e deve deixar Bolsonaro afastado das atividades por aproximadamente 10 dias. A necessidade da cirurgia foi constatada após uma consulta de rotina, ocorrida ontem, no aeroporto de Congonhas, quando se verificou a necessidade de corrigir uma “hérnia incisional” no local das últimas intervenções.

Com isso, o noticiário político tende a perder força, já que, se aprovada na CCJ do Senado, a proposta de novas regras para aposentadoria só deve ser incluída na pauta de votação no plenário da Casa na última semana de setembro. Se aprovada, o segundo turno é esperado para até 10 de outubro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É bom lembrar que o progresso da reforma da Previdência no Congresso foi um gatilho positivo aos ativos locais e um bom amortecedor do impacto da piora das condições externas. Agora, diante da ausência de novos gatilhos positivos, o Brasil fica à deriva do cenário global, ainda mais no caso de um agravamento da tensão comercial.

A percepção é de que o crescimento econômico ainda fraco, em meio a um cenário externo hostil, reduz as oportunidades no mercado doméstico, principalmente na Bolsa brasileira. Ainda mais diante das discussões sobre como um dólar valorizado, que há duas semanas é cotado acima de R$ 4,00, pode atrapalhar o ciclo de cortes nos juros básicos.

Aliás, o relatório de mercado Focus, do Banco Central (8h30), pode trazer revisões nas estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB), para as taxas de câmbio e Selic, após os eventos ocorridos na semana passada. Trata-se do grande destaque da agenda do dia, que traz também o desempenho da balança comercial em agosto (15h).

Também merece atenção a decisão do governo Macri de impor controle de capital para interromper a evasão de divisas da Argentina, com o país à beira de um calote. O governo decretou restrições à compra de dólares, limitando a US$ 10 mil ao mês por pessoa, e obrigou exportadores a liquidarem operações em cinco dias, repatriando recursos externos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar