🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Bancos

Bradesco vai às compras nos EUA e leva banco na Flórida por US$ 500 milhões

Com atuação há 45 anos no mercado americano, o BAC Florida cai como uma luva nos planos do Bradesco de ampliar serviços a clientes de alta renda e milionários

Bradesco Acelerando
Imagem: Montagem Andrei Morais / Estadão Conteúdo / Shutterstock

O Bradesco foi às compras novamente, desta vez na Flórida. O segundo maior banco privado brasileiro anunciou hoje pela manhã a compra do BAC Florida Bank, em um negócio de US$ 500 milhões (R$ 1,975 bilhão, nas cotações atuais).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com foco no atendimento pessoas físicas de fora dos Estados Unidos e cerca de 10 mil clientes, o BAC Florida tem sede em Coral Gables e atua há 45 anos no mercado americano.

O negócio cai como uma luva nos planos do Bradesco, que pretende justamente ampliar os serviços para seus clientes de alta renda (Prime) e os milionários do segmento private. O banco é hoje o segundo maior gestor de fortunas do país, com R$ 200 bilhões sob gestão e aproximadamente 13 mil clientes.

"Nós tínhamos a carência de uma plataforma para atender clientes de alta renda nos EUA, e o BAC tem uma atuação muito complementar à do Bradesco", afirmou o presidente do banco, Octavio de Lazari, em uma teleconferência com a imprensa nesta manhã.

Como os brasileiros representam 20% dos correntistas do BAC, o negócio também amplia a atuação do Bradesco entre investidores da América Latina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como o BAC não estava à venda, a iniciativa da negociação partiu do próprio Bradesco, que procurou no ano passado os controladores do banco, que pertence a um grupo da Nicarágua.

Leia Também

Dívidas

Oncoclínicas (ONCO3) consegue apoio de credores para avançar com plano de recuperação de R$ 5,7 bilhões

TOUROS E URSOS #294

O efeito Lula 4: sangria na B3 e dólar a R$ 5,40; o que fazer com seus investimentos após a virada nas urnas

"Tivemos sorte até no nome", disse Lazari. O banco vai manter a sigla BAC, mas agora ela como acrônimo de Bradesco America Company.

A ideia do Bradesco é oferecer aos clientes endinheirados a possibilidade de ter uma conta nos EUA com todos os produtos, incluindo crédito imobiliário e investimentos, com a possibilidade de movimentação por meio de um aplicativo. Lazari reforçou que não faz parte da estratégia do banco atuar no varejo fora do Brasil.

O negócio está sujeito à aprovação de praxe dos órgãos reguladores brasileiros e americanos. A expectativa do Bradesco é que o aval para a compra saia em até oito meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aos números

Ao contrário do Brasil, o sistema financeiro americano é altamente fragmentado. O BAC é apenas o quinto maior banco da região sul da Flórida, com US$ 2,23 bilhões em ativos (R$ 8,81 bilhões) e US$ 1,84 bilhão em depósitos (R$ 7,27 bilhões). No ano passado, o banco teve lucro de US$ 29,4 milhões (R$ 116,8 milhões).

A aquisição não foi uma pechincha, mas também não saiu tão cara. O banco pagou o equivalente a 2,55 vezes o patrimônio líquido do BAC, considerando o dado do fim do ano passado (US$ 205,9 milhões) menos o resgate de ações preferenciais. Trata-se de um múltiplo um pouco inferior ao do próprio Bradesco, cuja ação (BBDC4) é negociada a 2,3 vezes o patrimônio na bolsa.

A nova tacada do Bradesco acontece sete meses depois da compra da RCB Investimentos, que atua na gestão e cobrança dos chamados "créditos podres", em atraso há pelo menos um ano. Foi a segunda aquisição sob o comando de Lazari, que assumiu a presidência do banco no começo de 2018.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bilhete da Mega-Sena em destaque, com globo de sorteio, bolas numeradas e confetes ao fundo. Composição mostra um bilhete da Mega-Sena em primeiro plano, ao lado de um globo de sorteio e bolas numeradas, com a frase “Prêmio recorde” na base. 29 de outubro de 2026 - 5:49
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações 27 de outubro de 2026 - 14:22
Vencedor da Lotofácil fez a aposta pelos canais eletrônicos da Caixa. O outro foi a uma lotérica. 27 de outubro de 2026 - 5:58
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 26 de outubro de 2026 - 19:43
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar