🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Esquenta dos mercados

Mercados: hoje tem payroll, Powell e reforma de Bolsonaro

Mercados seguem atentos à agenda política no país e no exterior

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
4 de janeiro de 2019
7:47 - atualizado às 10:00
Hoje sai o Relatório de Emprego (payroll) de dezembro (11h30) e tem fala do presidente do banco central americano, Jerome Powell (13h15) - Imagem: Seu Dinheiro

Bom dia, investidor! Sob o fantasma da recessão nos Estados Unidos, o Relatório de Emprego (payroll) de dezembro (11h30) testa os nervos e eleva o suspense para a fala do presidente do banco central americano, Jerome Powell (13h15) em painel econômico. Aqui, o presidente Jair Bolsonaro sinalizou uma reforma light da Previdência, com a redução da idade mínima proposta por Michel Temer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais leve que a do Temer

Sobre a Previdência, o presidente sinalizou uma reforma mais branda que a sonhada. Na primeira entrevista após a posse, disse ao SBT que a "ideia inicial" do governo para aprovar a matéria é estabelecer de forma gradativa idade mínima para aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres.

O presidente explicou que o objetivo é aumentar em um ano a idade mínima atual (60 anos para homens e 55 para mulheres), assim que a reforma previdenciária for aprovada no Congresso, e em mais um ano em 2022.

Sobraria para o próximo presidente do Brasil (depois dele) reavaliar uma eventual transição para 63 ou 64 anos.

No início de dezembro, Bolsonaro já havia manifestado a intenção de elevar em “dois anos a mais para todo mundo” a idade mínima, na proposta que agora se consolida como uma versão mais leve do que a do ex-presidente Michel Temer.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O projeto de reforma enviado pelo ex‐presidente prevê 65 anos para homens e 60 para mulheres. Seja como for, para o presidente eleito, a reforma ideal é aquela “que passa na Câmara e no Senado, não a que está na minha cabeça ou na da equipe econômica”. Vamos ver se o mercado vai engolir este pragmatismo político e enxergar o copo mais cheio ou vazio.

Leia Também

O investidor, que chegou a sonhar com um ajuste fiscal rigoroso, pode colocar em xeque a disciplina pretendida. A boa notícia é que Bolsonaro quer usar parte do texto que já está na Câmara, desfazendo a confusão recente armada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que se atrapalhou ao dizer que a reforma não aproveitaria nenhuma sugestão de Temer.

Evita‐se, assim, que o texto volte à estaca zero e atrase o tempo de tramitação. Na urgência do tema, o governo tem pressa, mas falta ainda definir o modelo de votação, se através de bloco único ou de forma fatiada.

Bolsonaro não esclareceu este ponto e a expectativa é de que a decisão seja tomada semana que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A volta da vagarosa

O Ibovespa até chegou a testar um ajuste durante o pregão, mas recobrou as forças na reta final, com Petrobras motivada pelas declarações do novo presidente do MME sobre a cessão onerosa.

Bento Albuquerque disse que, no prazo de 100 dias, a União e estatal devem concluir a negociação do crédito devido à empresa pela cessão onerosa de áreas no pré‐sal em 2010 e que “é certo” que a companhia é credora. O projeto autoriza a Petrobras a transferir até 70% dos direitos de exploração de petróleo do pré-sal na área cedida onerosamente pela União para outras petroleiras.

Ele chegou a afirmar que o leilão de excedente pode acontecer no 2º semestre, para dizer em seguida que a data da concorrência ainda é estudada. Também agradaram seus comentários sobre a autonomia da Petrobras.

Assegurou que "não haverá interferências do governo na área de óleo e gás", nem na política de preços de paridade internacional praticada pela estatal, embora analise redução no preço dos combustíveis à população.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os comentários foram feitos após participar da cerimônia de posse do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que disse que ser preciso um "sonoro não para os subsídios". As ações da estatal esticaram o rali recente. PN, que já havia disparado 6% na véspera, subiu mais 2,45%, para R$ 24,65. ON (+2,06%) fechou a R$ 27,20. Também Eletrobras ampliou o gás com a agenda de privatização: ON deslanchou mais 5,98% e PNB, +6,01%. Ainda os bancos renovaram o fôlego (Bradesco PN, +1,01%, a R$ 40,78, e Itaú PN, +1,65%, a R$ 37,61).

Segundo o Valor, Bolsonaro assinará decreto que permita ao Banco Central ter poder para liberar a entrada de capital estrangeiro em instituições financeiras no País, sem necessidade de autorização do presidente da República.

Prove do seu veneno

Os efeitos colaterais da guerra comercial declarada contra os chineses já foram citadas pela Apple para cortar a previsão de receita trimestral, com o presidente americano, Donald Trump provando agora de seu próprio veneno.

Tendo a gigante de tecnologia como vilã do dia, as bolsas de NY encerraram a segunda sessão do ano com fortes perdas e com o índice de volatilidade Vix, o chamado “índice do medo”, disparando 10,25%. As ações da high tech desabaram perto de 10%. Em Wall Street, o Nasdaq teve o maior tombo, de 3,04% (6.463,50 pontos), seguido por Dow Jones (‐2,83%, a 22.686,42 pontos) e S&P 500 (‐2,47%, aos 2.447,94 pontos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os mercados globais já abriram sob a forte pressão negativa com o anúncio da Apple de que está vendendo menos na China e de que, como reflexo, terá de reduzir, pela primeira vez em 15 anos, a previsão de receita.

Horas depois, um dado negativo reforçou a suspeita de que a desaceleração global pode estar mais perto do que se pensava. O índice ISM de atividade industrial recuou a 54,1 em dezembro, quando se estimava 57,9. O indicador ruim do ISM enterrou a tentativa de recuperação das bolsas europeias (Londres, ‐0,62%, Frankfurt, ‐1,55%, Paris, ‐1,66%, e Madri, ‐0,37%), que chegaram a mostrar algum fôlego junto com as cotações do petróleo.

O barril teve mais um dia de forte volatilidade, caindo mais de 2% pela manhã. Ficou na gangorra, alternando altas e baixas, e no fim avançou: Brent fechou cotado a US$ 55,95, alta de 1,89%, e WTI subiu 1,18%, a US$ 47,09. Após o fechamento, o Instituto Americano do Petróleo (API, na sigla em inglês) estimou recuo de 4,5 milhões de barris nos estoques semanais. Hoje (14h), o Departamento de Energia deve reportar queda de 2,5 milhões. Às 16h, saem os dados da Baker Hugues sobre poços e plataformas.

Com a aversão global ao risco de recessão nos EUA, os investidores correram para a segurança do iene (107,59/US$) e dos Treasuries. O juro da Note de dez anos caiu para 2,557%, contra 2,654% na véspera.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, o otimismo com Bolsonaro e a fraqueza do dólar no exterior derrubaram a moeda americana abaixo do patamar de R$ 3,80, com queda de 1,23%, a R$ 3,7579, na menor cotação desde novembro. Quebrada esta barreira de suporte, o que se comenta entre os especialistas em câmbio é que o dólar pode seguir na direção dos R$ 3,70 a R$ 3,65, para quem sabe voltar a R$ 3,55, se passar uma reforma fiscal séria.

O fim das remessas ao exterior tira a pressão do câmbio neste início de ano e a influência do movimento do investidor estrangeiro, que tem reduzido posições compradas, também ajuda a justificar o real apreciado.

Agenda

Nos EUA, a previsão para o payroll é de abertura de 176 mil vagas de trabalho em dezembro, acima do mês anterior (155 mil). A taxa de desemprego deve cair a 3,6%, de 3,7%, e o salário médio/hora deve subir 0,3%.

Às 12h45, sai a leitura final do PMI/Markit composto, que deve vir em 53,6 em dezembro, igual ao dado preliminar e abaixo do resultado de novembro (54,7). O mesmo indicador sai na zona do euro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o destaque do dia no bloco europeu é a inflação ao consumidor (CPI) preliminar de dezembro.

Aqui, o IPC‐Fipe fechado do mês passado (5h) deve desacelerar a 0,12% na mediana de pesquisa Broadcast.

Sem horário confirmado, é esperada para hoje uma coletiva do futuro secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que adiantou que o desenho final da reforma da Previdência sai em fevereiro.

No Rio de Janeiro, Paulo Guedes se encontra às 11h com o presidente da CVM, Marcelo Barbosa.
Shutdown

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante a madrugada, a Câmara dos EUA, liderada agora pelos democratas, aprovou um pacote orçamentário (sem o muro do México), que garante o fim do impasse da paralisação parcial do governo. A proposta segue para o Senado, mas Trump faz jogo duro e já avisou que vai vetar a iniciativa democrata.

Guerra

A China confirmou a visita de uma delegação americana na próxima semana, nas primeiras negociações frente a frente desde que Trump e o líder chinês concordaram no G‐20 com a trégua de 90 dias.

Curtas

Vazamento em plataforma desativada da Petrobras derramou 1,4 mil litros de óleo cru no litoral/RJ. O acidente formou uma mancha de 31 quilômetros no mar e está sob investigação.

Ainda no noticiário da estatal, Assembleia Geral Ordinária (AGO) será realizada dia 25/4.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Oi, o prazo para a integralização do valor das novas ações ON no aumento de capital foi prorrogado para dia 9.

A Taesa aprovou aquisição de 100% do capital de linhas de transmissão que pertenciam à Âmbar, braço da J&F.

A direcional Engenharia captou R$ 258 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

O BTG Pactual liderou em 2018 ranking de fusões e aquisições no Brasil (41 negócios, movimentando US$ 12,2 bi).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Banco Inter fez sua primeira emissão de Letra Imobiliária Garantida, no montante de R$ 12 milhões.

No Blackrock, o gestor brasileiro radicado nos EUA Will Landers está deixando a gestão de ativos da América Latina. Comenta‐se no mercado que o futuro do executivo pode ser a BTG Asset Management.

A Locamerica teve aprovada pelo Cade, sem restrições, a compra do controle da NTC Serviços.

Na Cia. Hering, a Dynamo Administração de Recursos reduziu de 5,76% para 4,89% a sua participação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar