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Ministro da infraestrutura diz que governo planeja liquidar ou privatizar cerca de 100 estatais

Segundo Tarcísio Gomes de Freitas, devem entrar na lista subsidiárias de empresas como Eletrobras, BNDES, Banco do Brasil e Caixa, mas não citou nenhuma estatal específica

8 de janeiro de 2019
11:19 - atualizado às 16:44
Ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas
Imagem: Divulgação/PPI.gov

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que o governo vem pensando em privatizar ou liquidar cerca de 100 estatais.

A informação foi dada pelo ministro em entrevista à rádio "CBN" nesta segunda-feira, 8.

Segundo Freitas, devem entrar na lista subsidiárias de empresas como Eletrobras, BNDES, Banco do Brasil e Caixa, mas não citou nenhuma estatal específica.

O objetivo, segundo ele, seria liberar o orçamento para investimento em prioridades da gestão.

"Se levar em conta essas subsidiárias, é possível bater em um número próximo disso (100)", disse.

Falamos não só de privatizações, mas também de liquidação de empresas que hoje não fazem tanto sentido", disse Freitas à rádio CBN.

"Estamos levantando uma série de situações dessas para promover liquidação que de certa forma vai desonerar o orçamento e com isso vai sobrando dinheiro para investimento em outras prioridades."

A extinção de empresas deficitárias foi facilitada por decreto publicado no dia 30 de dezembro que deu mais poder ao Ministério do Planejamento (hoje fundido com outras áreas no Ministério da Economia) para liquidação de estatais. Atualmente, duas estatais empresas nesse processo: a Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais e a Companhias Docas do Maranhão.

Rodovias

Além da privatização e liquidação de estatais, o governo estuda também conceder à iniciativa privada trechos de rodovias federais que somam 5,6 mil quilômetros, disse o ministro à emissora. Fora isso, a renovação de outros 4 mil quilômetros de concessões em vigor estão no radar.

O objetivo da Pasta, de acordo com Freitas, é conceder à iniciativa privada o máximo de trechos possível para aumentar a capacidade de o governo investir diretamente em trechos onde não há possibilidade de administração privada.

*Com Estadão Conteúdo

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