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Para Gustavo Montezano, BNDES deve ser sustentável e não necessariamente lucrativo e banco não deve competir onde o setor privado pode atuar
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, apresentou a composição e a nova estrutura do banco de fomento. Na terça-feira, está prevista cerimônia de posse no Palácio do Planalto.
Em apresentação feita por Montezano e disponibilizada pelo BNDES, chama atenção a filosofia destacada pelo novo presidente, que assumiu o lugar após a saída de Joaquim Levy. Entre as prioridades das primeiras semanas está “explicar a caixa-preta”.

Em nota, o BNDES afirma que a estrutura organizacional segue a nova estratégia de atuação, "em alinhamento com o Ministério da Economia, como um banco de serviços para o Estado brasileiro, com concentração das atividades no apoio a projetos de relevante impacto social".
Um dos motivos de desentendimento entre Levy e Paulo Guedes seria a demora ou relutância do BNDES em devolver empréstimos do Tesouro. Também haviam críticas sobre a venda de participações do BNDESPar, braço de participações do banco, que passam de R$ 100 bilhões.
A principal mudança destacada pela instituição é a criação de diretorias de negócios e serviço focadas no atendimento aos clientes públicos, com destaque para União, Estados e municípios.
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Para apoiar essa atividade será criada uma diretoria focada em Relações Institucionais e Governo, baseada em Brasília, “com um time dedicado a atender esses clientes e viabilizar soluções de impacto positivo para a população”.
Também há uma diretoria dedicada exclusivamente à atividade de compliance, “incrementando o padrão de governança da instituição”. E diretoria de recursos humanos, “dedicada à adaptação dos empregados à nova estratégia corporativa”.
Passam a fazer parte da nova diretoria Leonardo Cabral (Privatizações), Adalberto Vasconcelos (Relações Institucionais e Governo), Ricardo Barros (Operações), Alexandre Marques (Compliance) e Saulo Puttini (Jurídica).
Os titulares das outras três diretorias ainda não foram definidos. Denise Pavarina (Crédito e Participações), Roberto Marucco (Recursos Humanos) e José Flávio Ramos (Financeiro) permanecem interinamente durante o período de transição.

Um breve currículo dos diretores pode ser encontrado aqui, bem como a apresentação feita por Montezano.
Entre as ações das primeiras oito semanas está explicar a “caixa-preta”, mote de campanha eleitoral e que ainda segue firme dos discursos do presidente Jair Bolsonaro e apoiadores.
A “caixa-preta” já foi aberta e reaberta diversas vezes se a ideia é saber para que empresas e para quais “governos amigos” foram feitos empréstimos nos governos petistas.
Desde junho de 2015 já é possível ter acesso a dados como valores emprestados, prazos e taxas de financiamento. Em janeiro foi feita uma nova abertura da caixa-preta, com essas informações sendo reorganizadas e apresentadas de forma mais amigável. Fica a expectativa das explicações que Montezano vai dar e se elas serão suficientes.
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