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Bancos

BB quer parceiros em negócios de fundos, banco de investimento e recuperação de crédito

Essas parcerias podem ser firmadas diretamente ou por meio de uma oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) dessas unidades, segundo Carlos Hamilton, vice-presidente do Bancoo do Brasil

Imagem: Vinícius Pinheiro/Seu Dinheiro

O Banco do Brasil está disposto a firmar "parcerias estratégicas" com empresas privadas nos negócios de gestão de fundos, banco de investimento e recuperação de créditos.

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O foco das parcerias é a melhora na eficiência e na rentabilidade da instituição, segundo Carlos Hamilton, vice-presidente do BB. Ou seja, o banco não tem planos de se desfazer desses negócios, mas atrair sócios.

Essas parcerias podem ser firmadas diretamente ou por meio de uma oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) dessas unidades, segundo Hamilton.

"Em condições similares, temos preferência pelo IPO, em razão da transparência", afirmou o vice-presidente do Banco do Brasil, que participa hoje de evento promovido pelo Credit Suisse.

Na área de gestão e administração de fundos, o banco público por meio da BB DTVM, que possui R$ 950 bilhões sob gestão. A instituição também é dona do BB Banco de Investimento, que realiza operações como fusões e aquisições e operações no mercado de capitais. No negócio de recuperação de crédito, o Banco do Brasil é dono da Ativos.

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No caso das atividades que não guardam sinergia com o negócio principal, o BB "está aberto a oportunidades de desinvestimento", segundo Hamilton. Ainda não há prazo para que as operações aconteçam.

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O Banco do Brasil deve registrar um crescimento da carteira de crédito em linha com a média do mercado neste ano, segundo Hamilton. A expectativa do executivo é de crescimento da margem financeira.

No caso da receita com tarifas, essa expansão deve acontecer acima da inflação projetada. Do lado das despesas, a expectativa do vice-presidente do BB, em termos reais, fiquem no patamar de 2018.

Hamilton espera que a rentabilidade do banco cresça acima dos pares, o que deve fazer com que a diferença para os concorrentes privados diminua ao longo do tempo.

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O vice-presidente do BB disse ainda que é possível devolver ao Tesouro os R$ 8,1 bilhões que foram aportados no banco via instrumentos híbridos de capital e dívida (IHCD) em "um esquema suave" sem comprometer os objetivos estratégicos da instituição.

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