O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em novembro ante outubro, houve elevação de 0,9% no estoque para pessoas físicas e alta de 1,4% para pessoas jurídicas
O estoque total de operações de crédito do sistema financeiro subiu 1,1% em novembro ante outubro, para R$ 3,410 trilhões, informou nesta sexta-feira, 27, o Banco Central. Em 12 meses, houve alta de 6,3%.
Em novembro ante outubro, houve elevação de 0,9% no estoque para pessoas físicas e alta de 1,4% para pessoas jurídicas.
De acordo com o BC, o estoque de crédito livre avançou 1,8% em novembro, enquanto o de crédito direcionado apresentou alta de 0,3%.
No crédito livre, houve alta de 1,1% no saldo para pessoas físicas no mês passado. Para as empresas, o estoque avançou 2,6% no período.
O BC informou ainda que o total de operações de crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) foi de 46,9% para 47,3% na passagem de outubro para novembro.
As projeções do BC, atualizadas no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro, indicam expansão de 6,9% para o crédito total em 2019 e de 8,1% para 2020.
Leia Também
A projeção para o crédito livre em 2019 é de alta de 13,9% e em 2020 de 12,9%. Já expectativa para o crédito direcionado é de retração de 1,3% neste ano e alta de 1,6% no próximo ano.
O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,5% em novembro ante outubro, totalizando R$ 630,815 bilhões, informou o Banco Central.
Em 12 meses até novembro, o crédito para habitação no segmento pessoa física subiu 5,8%.
Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 0,6% em novembro ante outubro, para R$ 197,210 bilhões. Em 12 meses, houve alta de 17,7%.
O saldo de crédito para as empresas do setor de agropecuária subiu 1,7% em novembro, para R$ 25,230 bilhões, informou o Banco Central.
Já o saldo para a indústria cedeu 0,2%, para R$ 599,733 bilhões. O montante para o setor de serviços teve alta de 2,4%, para R$ 793,470 bilhões.
No caso do crédito para pessoa jurídica com sede no exterior e créditos não classificados (outros), o saldo subiu 11,7%, aos R$ 21,080 bilhões.
O saldo de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas recuou 0,5% em novembro ante outubro, somando R$ 394,347 bilhões, informou o Banco Central. Em 12 meses, a queda acumulada é de 10,9%.
Em novembro, houve avanço de 0,6% nas linhas de financiamento agroindustrial, baixa de 0,5% no financiamento de investimentos e queda de 4,9% no saldo de capital de giro.
O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro subiu 2,2% em novembro ante outubro, para R$ 10,213 trilhões. O montante equivale a 141,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, conforme o Banco Central.
O crédito ampliado inclui, entre outras, as operações de empréstimos feitas no âmbito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e as operações com títulos públicos e privados. A medida permite uma visão mais ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando, ao abarcar não apenas os empréstimos bancários.
No caso específico de famílias e empresas, o saldo do crédito ampliado avançou 2,2% em novembro ante outubro, para R$ 5,710 trilhões. O montante equivale a 79,1% do PIB.
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica
Segunda etapa da Operação Compliance Zero recolhe dinheiro vivo, bens de luxo e bloqueia R$ 5,7 bilhões em investigação sobre o Banco Master
Aumento de 4,26% segue a inflação acumulada em 12 meses medida pelo IPCA
Lula também lançou a Plataforma Digital da Reforma Tributária, a nova infraestrutura digital que dará sustentação ao sistema brasileiro
O vencedor do BBB 26 levará para casa o dobro do valor da última edição
O reator experimental de fusão nuclear da China bate recordes, desafia limites da física e reforça a corrida global por uma fonte potencialmente ilimitada de energia
As ordens judiciais têm como alvos endereços ligados ao banco e ao empresário nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro
A noite de terça-feira (13) foi movimentada no Espaço da Sorte, com sorteios da Lotofácil, da Mega-Sena, da Quina, da Timemania e da Dia de Sorte
Portal centraliza serviços como apuração de tributos e consulta de documentos fiscais
Lucro da Globo ultrapassa R$ 1 bilhão apenas com o patrocínio de marcas no BBB 26
Novo sistema de renovação automática da CNH entrou em vigor, facilita a vida de parte dos motoristas, mas mantém regras mais rígidas para quem tem 70 anos ou mais
Powell está sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para cortar os juros no país. A mais recente investida é uma intimação com ameaça de acusação criminal, emitida pelo Departamento de Justiça (DoJ)
Quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos e prazo para contestação de descontos vai até dia 14 de fevereiro, segundo o INSS
Brasil vende commodities agrícolas como milho, soja e açúcar para o país no Oriente Médio, mas participação do Irã na balança comercial não é grande
Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil