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2018-12-14T08:24:50-02:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Coisa Rara

Seguro obrigatório de veículos cai pelo terceiro ano

O DPVAT para carros de passeios vai ficar 71% menor em 2019

13 de dezembro de 2018
12:55 - atualizado às 8:24
carros-transito
Imagem: Oswaldo Corneti/Fotos Públicas

E quem disse que governo não gera notícia boa? É bastante raro, mas por vezes o preço do que temos de pagar compulsoriamente ao Estado diminui. O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou uma redução média de 63,6% nos prêmios tarifários do DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automóveis de Via Terrestre) que todos os proprietários de carros, caminhões e motos têm de pagar.

E 2019 marcará o terceiro ano de redução do prêmio, resultado do montante de recursos acumulado em reservas técnicas superior às necessidades atuariais do Seguro DPVAT.

Segundo nota do Ministério da Fazenda, tal excesso é consequência das ações de combate a fraudes que levaram à redução significativa dos sinistros somado à rentabilidade dos recursos acumulados. Ou seja, os ativos são mais que suficientes para garantir a solvência de longo prazo do Seguro DPVAT, que paga indenizações anuais em torno de R$ 2 bilhões.

Em 2019, os donos de motocicletas também pagarão menos. Em 2018, a tarifa de R$ 180,65 não foi reajustada para baixo em função do elevado número de sinistros. Para o próximo ano, será dado um desconto de 56%, menor que a média e abaixo dos 71% menos que será aplicado aos veículos de passeios, pois as motos ainda concentram 74% das indenizações, apesar de representarem apenas 27% da frota nacional.

Ainda de acordo com o Ministério da Fazenda, também houve uma redução proporcionalmente maior, de 79%, para veículos utilizados no transporte coletivo de pessoas. Desta forma, o CNSP busca privilegiar os meios de transportes coletivos em relação aos meios de transporte individuais de maior risco.

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