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Simplesmente não dá para esperar que os fatos auspiciosos se confirmem para começar a investir. Aí poderá ser tarde. O mercado sempre os antecipa
Todos os brasileiros, principalmente os políticos, a todo momento falam em mudanças.
“Nós vamos mudar o Brasil”, diz um candidato de perfil partidarista.
“Eu vou mudar o Brasil”, diz outro, mais egocêntrico.
“Vote em 9994 para mudar”, diz uma moça numa inserção política da TV.
“O Brasil não vai mudar nunca”, diz a cozinheira aqui de casa. “Esses políticos são todos ladrões.”
“A nova legislação eleitoral foi feita para que tudo fique na mesma”, reclama um cientista político.
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“Eles querem se perpetuar no poder”, concorda um colega.
“O povo brasileiro é acomodado”, choraminga um acomodado.
Só que ontem, dia 7 de outubro de 2018, o Brasil mudou. E mudou para melhor.
Não, caro amigo leitor, eu não sou bolsonarista roxo. Na verdade, votei no João Amoêdo.
Mas é bem provável que no segundo turno vote no Jair Bolsonaro, já que só terei duas opções.
Tem mais uma coisa. Contra o PT, eu voto em qualquer um. Até mesmo no... Não, nesse eu não voto nem contra o PT.
Quando digo que o Brasil mudou pra valer, não é porque deram uma votação maciça ao Jair Bolsonaro. Isso era esperado. Havia gente até que achava que ele poderia ser eleito no primeiro turno.
Logo no início da apuração, até que pintou essa possibilidade. Soltaram alguns foguetes lá pras bandas do Bolsonaro, que mora aqui na Barra da Tijuca.
Desta vez, senti firmeza nos eleitores. Eles resolveram mudar mesmo. Jogaram pra escanteio políticos que se julgavam com direito eterno de permanecer em cargos eletivos. Gente como Cesar Maia, Dilma Rousseff, Roberto Requião, Edson Lobão, Sarney Filho, Roseana Sarney, Eduardo Suplicy, Romero Jucá (eu pensei que o Jucá fosse vitalício), Lindbergh Farias...
Os filhos e filhas do Sérgio Cabral, do Jorge Picciani, do Eduardo Cunha e do Roberto Jefferson, todos aqui do Rio, com campanhas milionárias perderam suas eleições para a Câmara dos Deputados.
Desta vez, os cariocas se enfezaram e aposto que o mesmo aconteceu em boa parte do país.
Tiraram até o Cristovam Buarque, coitado, que foi levado na enxurrada das mudanças.
E os institutos de pesquisas? Com exceção da boca de urna, erraram pra valer. Talvez a culpa seja do eleitor, seja porque minta ao ser consultado, seja – talvez - porque mude o voto na última hora. Aliás, esse foi o meu caso.
Tinha em mente votar no Eduardo Paes, que fez ótima administração na cidade por ocasião da Olimpíada, mas acabei votando no Wilson Witzel porque ele quer acabar com a corrupção e combater o crime organizado.
Para o Senado, pretendia votar no Miro Teixeira, mas acabei digitando o Cesar Maia (que perdeu) e um dos filhos do Bolsonaro. Tudo isso para contribuir com a expulsão do Lindbergh Farias.
Na cabine de votação, a gente acaba acreditando que nosso voto individual tem peso. E é bom que seja assim.
Qualquer pessoa sensata sabe que o Jair Bolsonaro é uma incógnita. Só que uma incógnita é melhor do que uma certeza ruim.
Acho quase impossível o Bolsonaro não vencer o segundo turno. Vamos entrar no terreno da direita, o que não ocorre desde a época do regime militar.
O Brasil expulsou o PT, deu uma rasteira no PSDB e partiu para alguém que se dispõe a enxugar o Estado, diminuir os impostos, privatizar e fechar estatais, reformar a Previdência, além de combater a corrupção e a criminalidade.
“Ah, ele é fascista”, diz um.
“Homofóbico”, reclama um segundo.
“Machista”, xinga uma eleitora.
“Elitista”, protesta um intelectual.
Se é assim, o Brasil do Norte, do Centro-Oeste, do Sul, do Sudeste, o Brasil menos o Brasil do Nordeste é fascista, homofóbico, machista (inclusive as mulheres), elitista, etc.
Acontece que o Brasil do Nordeste não deixou de votar no capitão por causa do fascismo, da homofobia, do machismo nem do elitismo.
O Brasil do Nordeste votou no Haddad com medo de perder o Bolsa Família, que é a grana que o pessoal recebe sem nenhum tipo de contrapartida, a não ser a de respirar. Se é que morto também não está levando a dele.
Como o mercado financeiro sempre se lixou para os substantivos e adjetivos acima, vibrou com a confirmação da vitória (em primeiro turno, é verdade) do Bolsonaro. E vai exultar se ela se confirmar no dia 28, o que é probabilíssimo de acontecer.
Portanto, vamos aos fatos que interessam aos investidores e especuladores. A Bolsa de Valores tem tudo para dar um salto gigantesco e o dólar cair para o nível de 3 reais e 50 centavos ou até menos.
Essa subida não deverá ser constante. Nunca é. E, às vezes, exagera nos números. Mas recomendo aos caros amigos leitores que aproveitem eventuais correções ou realizações de lucro para vender dólares futuros a descoberto e comprar o Ibovespa.
Se o Brasil se tornar um país mais liberal economicamente, há muito potencial pela frente.
Desta vez, não tenho dúvida de que o eleitor quis mudar o país. Se os eleitos vão entender a mensagem, só o tempo dirá.
O perfil de muitos dos novos políticos me encheu de otimismo. E vejam que estou falando de pessoas cujo nome eu soube no sábado e nas quais votei ontem.
Simplesmente não dá para esperar que os fatos auspiciosos se confirmem para começar a investir. Aí poderá ser tarde. O mercado sempre os antecipa.
O ano de 2019 poderá ser uma festa. A não eleição da Dilma Rousseff, que todos davam como certa, sopra isso no meu ouvido.
Já são mais de três da manhã e, assim que remeter este texto, eu vou dormir. Mas aposto que o morador de uma cobertura em Curitiba ainda está acordado, quem sabe sonhando com os exércitos do Stédile que nunca existiram de verdade. Ou num laguinho bucólico de um sítio em Atibaia.
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