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Reunião do Banco Central americano na quarta-feira, um dia antes dos bancos centrais da Europa e do Japão, devem entrar no radar
Bom dia, investidor! É grande a expectativa para a abertura em Nova York, onde as bolsas entraram em “bear market” na sexta-feira, atingidas pelos dados fracos da China e Europa, que reforçaram os sinais da desaceleração global, apesar de a economia dos EUA continuar forte e pedir nova alta dos juros. A reunião do Federal Reserve (o Fed, banco central americano) é o principal evento da semana, na quarta-feira, um dia antes do Banco Central Europeu (BoE) e do Banco Central do Japão (BoJ). Só por essa agenda, você já viu que vai ter muito trabalho antes do Natal.
Para o FOMC, (o Comitê de Política Monetária dos EUA), o consenso (quase 80%) converge para uma nova alta de 25 pontos‐base do juro, de 2,00% para 2,25%. O que todo mundo espera é a fala do presidente, Jerome Powell, na sequência, que pode apontar para as decisões futuras. Em sua última aparição (28/11), Powell surpreendeu ao avaliar que os juros estão um pouco abaixo da taxa neutra. Depois desses comentários, a China e a Europa emitiram novos sinais de enfraquecimento, que podem acabar pegando os EUA mais cedo. Junto com a decisão, o Fed atualizará as previsões para o PIB, juro e inflação.
Na próxima sexta-feira tem mais Powell, quando ele prestará depoimento ao Congresso dos EUA. As reuniões de política monetária do BoE inglês (quinta), em meio à crise do Brexit e do governo da primeira‐ministra Theresa May, e do BC japonês (horas antes), que há poucos dias já reduziu as compras de bônus, também geram apreensão.
Os movimentos sincronizados dos maiores bancos centrais para o enxugamento da liquidez foram antecipados pelo Banco Central Europeu, que, na semana passada, encerrou o programa do terceiro trimestre, embora tenha adiado um aumento do juro.
O México também decide sobre juros na quinta-feira, enquanto aqui a ata do Copom, amanhã, deve dar novas indicações de que a taxa Selic pode permanecer estável por mais tempo, talvez durante todo o ano que vem. O comunicado do Banco Central animou essa perspectiva, reduzindo as projeções da inflação para baixo das metas em 2019 e 2020.
É verdade que a ata do Copom deve alertar, como o comunicado já alertou, para eventual frustração com a agenda reformista do novo governo e os riscos externos, que podem comprometer a trajetória da inflação.
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Também são importantes para os juros nesta semana: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), de outubro (hoje, às 8h30), que deve reforçar o ritmo moderado da expansão da economia, e o Relatório Trimestral de Inflação (na quinta). Na sexta, dia 21, será a vez do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA‐15) de dezembro.
Indicadores de peso também serão divulgados lá fora. Além do PIB dos EUA, com previsão de que seja confirmada a preliminar de 3,5%, saem os resultados do PIB do Reino Unido e França. Todos na sexta. No mesmo dia, é importante o índice de preços dos gastos com consumo (PCE) de novembro, para o qual se espera alta de 0,3%, de 0,5% em outubro. O núcleo do PCE deve subir 0,2% no mês e 1,9% anual.
Também hoje, o Fed/NY informa o Índice Empire State de atividade industrial (11h30), que deve recuar a 21. Na zona do euro, sai o índice de preços ao consumidor (CPI) de novembro (8h), com previsão de alta de 0,2% no mês e 2% (anualizado).
Ainda nos EUA, além do Fed e das incertezas nas relações comerciais com a China, mais um foco de tensão pode pesar para os mercados em NY: a ameaça do presidente americano, Donald Trump de paralisar as atividades do governo. O financiamento para o ano fiscal vence na sexta, e ontem, o conselheiro do presidente Stephen Miller disse que Trump poderá, sim, decidir o shutdown se o Congresso não liberar dinheiro para o muro do México. A Casa Branca quer US$ 5 bilhões, mas a oposição democrata propõe não mais do que US$ 1,6 bilhão para assuntos relacionados à segurança da fronteira, em geral.
A primeira‐ministra, Theresa May, faz pronunciamento ao Parlamento hoje (12h30) e, na quarta, participa de sessão de perguntas e respostas, na tentativa de obter apoio ao acordo negociado por ela com a União Europeia.
A Reunião hoje do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) pode agendar a data do megaleilão do óleo excedente do pré‐sal para o ano que vem, mesmo antes de ser fechado o acordo da cessão onerosa. O secretário‐executivo do Ministério das Minas e Energia, Márcio Félix, afirmou que os termos da revisão do contrato entre Petrobras e União estão acertados, mas só será assinado em 2019, quando o novo governo espera aprovar o PL no Senado.
No Congresso, o Orçamento de 2019 deve ser apreciado pelo plenário amanhã, enncerrando os trabalhos legislativos antes do recesso do final do ano. O texto foi aprovado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização na semana passada.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro tem a última reunião do ano com sua equipe ministerial na quarta, mesmo dia em que o ex‐assessor de Flávio Bolsonaro (Fabrício Queiroz) deverá prestar depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro. O depoimento de Queiroz gera grande interesse, já que ele não deu até agora nenhuma explicação sobre a movimentação atípica de sua conta bancária, no valor de R$ 1,2 bilhão, pega pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
O presidente eleito encerrou uma entrevista neste domingo, ao ser questionado por jornalistas sobre Queiroz. Bolsonaro deu uma versão para o depósito de R$ 24 mil a Michelle, como sendo pagamento de empréstimo pessoal ao ex‐assessor. Mas muita coisa ainda permanece sem explicação, como a origem do dinheiro.
A imprensa já apurou que os repasses na conta de Queiroz eram de assessores lotados no gabinete de Flávio, nove ao todo, além de Queiroz, sua mulher e duas filhas, e coincidiam com as datas de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
No fim de semana, publicou‐se que os repasses para a conta suspeita chegavam à quase integralidade dos vencimentos, e que até o ex‐marido da mulher de Queiroz e uma enteada dele estão no esquema. Para quem se elegeu pela bandeira anticorrupção, a imagem de Bolsonaro foi atingida pelas dúvidas da velha política, e isso, obviamente, tem prejudicado o sua imagem antes da posse.
Aliados estão desconfortáveis, parlamentares preteridos no Ministério ganham força para negociar cargos de escalões inferiores e a oposição já se articula para instalar uma CPI.
Dados decepcionantes na China e Europa atingiram em cheio as bolsas de NY, na sexta, jogando o Dow Jones (‐2,02%) e o S&P 500 (‐1,91%) em correção técnica. Mais da metade das ações do S&P 500 está no "bear market" (quando os preços se encontram em baixa), com perdas acima de 20% das máximas recentes.
Com a queda de 2,26% do Nasdaq, os três principais índices de Wall Street entraram nesse território simultaneamente. É a primeira vez que isso acontece desde março 2016.
Nem a notícia de que Pequim reduzirá de forma temporária as tarifas de 40% para 15% sobre autopeças e carros importados dos EUA, destacada no Twitter por Trump, conseguiu segurar a onda.
A produção industrial da China cresceu 5,4% em novembro, sobre novembro de 2017, o ritmo mais fraco em três anos. As vendas do varejo avançaram 8,1%, no ritmo mais lento desde 2003 no mesmo período. Na Europa, a França enfrenta protestos, a Itália se aproxima de uma recessão e o Reino Unido deve enfrentar contração no processo do Brexit. Tudo somado, a expectativa de desaceleração global recebeu um belo reforço.
Nos EUA, contudo, a atividade e o consumo voltaram a surpreender, com a produção industrial (+0,6%) e as vendas no varejo (+0,2%) superando estimativas em novembro. As vendas de outubro foram revisadas em alta.
Os dados positivos elevaram o dólar ante o euro (US$ 1,1306) e a libra (US$ 1,2589), mas a cautela manteve o iene (113,35/US$) forte. O Brexit ainda é grande fonte de preocupação e também desvalorizou a libra.
Líderes europeus não estão dispostos a renegociar com May, que pretende colocar o acordo em votação no dia 21 de janeiro. O desafio da primeira‐ministra é conseguir apoio para o texto que está negociado como a UE.
O avanço do dólar e também os sinais de desaceleração global derrubaram os preços do petróleo, com o WTI para janeiro a US$ 51,20 (‐2,62%) na Nymex, enquanto na ICE o Brent/fevereiro fechou a US$ 60,28 (‐1,90%).
O nervosismo pelo mundo provocou nova fuga dos emergentes e, aqui, o dólar operou acima dos R$ 3,90, chegou a superar R$ 3,92 e fechou a meio caminho, a R$ 3,9066 (+0,58%). Com a pressão global, o BC chamou para hoje dois leilões de linha (12h15 e 12h35), com oferta de R$ 1 bilhão.
Para analistas, a moeda deve continuar em torno dos R$ 3,90 por causa do fluxo negativo e a alta da moeda lá fora. Além disso, as notícias sobre o caso Coaf e a família Bolsonaro impõem certa cautela.
Na Bovespa, o índice até tentou se descolar do mercado internacional, chegou a superar os 88 mil pontos, mas terminou no vermelho. Considerando as fortes perdas de seus pares, caiu pouco, ‐0,44%, a 87.449,50 pontos. Mas o volume foi reduzido, de R$ 10,6 bilhões. Hoje, tende a subir com o exercício das opções pela manhã.
Para analistas, o que sustenta os papéis por aqui é a expectativa de avanços na economia em 2019). A Gol PN (+7,5%) foi a maior alta do Ibovespa, com a autorização para 100% de capital estrangeiro nas aéreas.
Equatorial recebe licença de instalação do Ibama de instalação a novos projetos de transmissão.
Sapore desiste de fazer oferta para adquirir ações da IMC.
Na Hermes Pardini, o Cade aprova aquisição da Psychemedics Brasil.
CTEEP quer ampliar uso de drones para ganhar eficiência operacional.
A Petrobras inicia nova etapa de testes no campo de Mero, na área do pré‐sal.
A Lupatech levanta R$ 340,452 milhões com subscrições de bônus.
O Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia terão headhunter para escolha de executivos.
Andrade Gutierrez assinará acordo de leniência com a AGU.
Na Triunfo, a ANTT aprova reajuste de 7,52% na tarifa de pedágio da Concer.
O BMG tem R$ 1,3 bilhão de demanda no piso do IPO e prefere desistir de oferta a baixar preço.
O Bradesco vende carteira de R$ 5,2 bilhões para a Ativos (BB).
Gafisa: “Não vamos fechar capital nem liquidar. Nosso compromisso é no longo prazo”, diz presidente.
A CSN prevê Ebtida ajustado de aproximadamente R$ 7 bilhões para 2019.
A Cemig anuncia reestruturação societária de subsidiárias de geração e integralização.
A Embraer pagará dividendos intermediários no valor de R$ 0,01/ON.
A B3 pagará juro sobre capital próprio no valor bruto de R$ 0,20694628/ação.
*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br
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