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Em um misto de aversão ao risco, incertezas sobre a cessão onerosa e ajustes aos ADRs, investidores fugiram das ações da Petrobras hoje
Os papéis da Petrobras e do setor de mineração e siderurgia foram determinantes para o mau desempenho da Bolsa de Valores hoje. O Ibovespa ficou negativo em 0,72%, a 87.268,8 pontos.
O dólar fechou o dia com alta de 1,01%, a R$ 3,79. No mês, a moeda americana acumula elevação de 2,21%.
A queda livre do ADR (recibos de ações) da Petrobras em Nova York, ontem, deflagrada pelo tombo do preço petróleo, também prejudicou o índice. A retirada da cessão onerosa da pauta, no Senado, é outro fator que só complicou as perspectivas para o pregão desta quarta-feira, pós-feriado. Na outra ponta, os contratos de empresas da indústria de frigoríficos e construtoras subiram.
Em um misto de aversão ao risco, incertezas sobre os rumos da cessão onerosa e ajustes aos ADRs, os investidores fugiram das ações da Petrobras, que recuaram 2,82% (ON). Ontem, o ADR ON da estatal caiu 5,86% e o ADR PN recuou 6,10%. Embora os preços do petróleo tenham tido alta hoje, ontem a cotação da commodity despencou mais de 6%.
Durante a tarde, o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos informou que os estoques de petróleo nos EUA aumentaram 4,851 milhões na última semana, bem acima da expectativa de alta de 1,9 milhão. Com isso, o preço do barril (WTI) subia 1,72%, a US$ 54,33 por barril, enquanto o Brent avançava 0,90%, a US$ 63,06.
Em Genebra, a Organização Mundial do Comércio (OMC) aprovou o estabelecimento de um painel para julgar as barreiras criadas pelo governo de Donald Trump contra o aço estrangeiro. A Casa Branca justifica que as medidas são necessárias para garantir a "segurança nacional".
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Mas seis membros da OMC (China, UE, Canadá, México, Noruega e Rússia) solicitaram a abertura das investigações. Na prática, pela primeira vez, o argumento da "segurança nacional" será testado pelos árbitros. O que os governos querem agora é que a OMC coloque em xeque tal justificativa e avaliem se existe um motivo de segurança para que as barreiras sejam implementadas.
Washington respondeu ao ato ameaçando a "viabilidade da OMC por completo", questionando o futuro dos tribunais internacionais e alertando que os resultados da arbitragem serão ignorados.
As ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) fecharam o dia com baixa de 3,82%. Mas o tombo maior foi o da Gerdau, com 4.77% de baixa. Usiminas caiu 1,39% e Vale 1,52%.
"Há preocupação com a desaceleração global e que os EUA possam vir a crescer menos", avalia o diretor da corretora Mirae, Pablo Spyer. Outro fator de apreensão, segundo Spyer, foi a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que cortou hoje sua projeção de crescimento do PIB do Brasil em 2019 de 2,5% para 2,1%.
"Também temos um fluxo de saída de investidor estrangeiro hoje", acrescenta o diretor da Correparti, Jefferson Rugik. "Mas o que está fazendo preço é uma recomposição de posições por parte de algumas tesourarias bancárias, principalmente em função do feriado nos Estados Unidos amanhã e o meio-feriado por lá também na sexta-feira, quando os mercados de Treasuries e as bolsas fecharão mais cedo em Nova York, avalia Rugik.
Há ainda o medo de um “crash” em Wall Street, tendo como “start” as ações de tecnologia e a frustração com o FED, o banco central americano, que não deve interromper tão cedo o ciclo de aperto do juro.
Está longe de ser um consenso dentro do BC americano a intenção de promover uma pausa no aperto monetário, apesar do risco de que a economia dos EUA esteja caminhando para uma recessão.
Beneficiadas pela leve acelerada do dólar e se recuperando das perdas recentes, as ações de BRF e JBS dispararam. A BRF ON fechou em alta de 4,91% e as da JBS a 4,33%, liderando entre as maiores altas da bolsa. Na segunda-feira, as ações das duas empresas recuaram 3,30% e 0,69%, respectivamente.
Além do fator cambial, as ações ganharam impulso graças à decisão do México de habilitar 26 novos estabelecimentos do Brasil para a venda de carne de frango àquele país, como informou no início da semana o Ministério da Agricultura. A medida pode representar um aumento de 130% no número de unidades brasileiras agora aptas a exportar carne de aves ao México, totalizando 46.
Os papéis de concorrentes como Minerva, com foco maior no mercado doméstico, recuaram 2,41%,.
A aprovação no Senado do projeto que define as regras para a desistência da compra de imóveis na planta, o chamado distrato, beneficiou demais as ações de construtoras e empresas ligadas ao setor. Ontem à noite, o Senado Federal aprovou a medida polêmica que prevê multa de até 50% do valor do imoveis para quem desistir da compra de imóveis na planta. A mudança não afeta todos os empreendimentos, mas a maior parte deles. Com isso, papéis como os da Even ON subiam 7,07%, Rossi ON, 12% e Tecnisa, 3,31%.
As ações da Oi disparara 11,38%, impulsionadas pelo início de cobertura dos ADRs da companhia pelo Barclays. Também se recuperam das fortes perdas da semana passada, quando a operadora de telefonia, que está em recuperação judicial desde 2017, reportou prejuízo líquido de R$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre. A perda é 70 vezes maior do que a registrada no mesmo trimestre de 2017.
Nos Estados Unidos, durante o fim de semana, o BTG Pactual promoveu um encontro entre investidores e dois executivos do Banco do Brasil, o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Bernardo Rothe, e o Gerente Geral de Relações com Investidores, Daniel Maria. Os analistas do BTG destacaram dois pontos principais. O primeiro é que foi negado que haja conversas para fechar o capital da Cielo, cujas ações tiveram quedas fortíssimas na semana passada. E também que a privatização do BB é altamente improvável neste momento. Hoje, o papel da Cielo teve alta de 1,19%.
*Com Estadão Conteúdo
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