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2019-04-04T13:42:43-03:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Mercados

Dólar tem alta com guerra comercial no exterior e cenário eleitoral

Guerra comercial entre EUA e China e incertezas na política brasileira tiveram impacto na cotação da moeda

18 de setembro de 2018
9:45 - atualizado às 13:42
Dólar
Moeda americana era negociada no fim do pregão a R$ 4,142Imagem: Creative Commons/Pixabay

O dólar encerrou a terça-feira em alta de 0,41% após fechar o dia de ontem em queda de 0,98%, a R$ 4,1261. A moeda americana era negociada no fim do pregão a R$ 4,142.

Cenário Incerto

A instabilidade do dólar se dá em um momento de incertezas sobre o cenário eleitoral brasileiro. As pesquisas indicam um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e um candidato de esquerda - Ciro Gomes (PDT) ou Fernando Haddad (PT) - sendo que este último é atualmente o favorito. Esse panorama fez com que os investidores abandonassem suas apostas na candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), considerada a mais alinhada com as agendas de reformas.

Como Bolsonaro mostra força para chegar ao segundo turno, o mercado passou a concentrar suas atenções no presidenciável do PSL. Colocando mais pimenta nessa história, a nova pesquisa do Ibope que será divulgada hoje à noite foi o principal foco de atenção.

Guerra Tarifária

No exterior, a guerra tarifária e as provocações entre EUA e China também aumentam as apreensões dos mercados emergentes. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (18) que adotará retaliação contra os Estados Unidos após o presidente Donald Trump anunciar nova tarifa, de 10%, sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses. O americano ainda disse planeja subir as tarifas a 25% em 1º de janeiro de 2019. Em comunicado, o Ministério do Comércio de Pequim afirmou que a China irá retaliar, sem dar detalhes de como o fará.

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