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Após ter alcançado um pico histórico no fechamento de ontem, a Bolsa de São Paulo passa boa parte do dia no azul, mas cai no finalzinho
Depois de ter alcançado a um novo topo histórico no fechamento de ontem, a Bolsa de São Paulo diminuiu o passo nesta sexta-feira. Mesmo assim, com um pregão suave, o Ibovespa subiu impulsionado pelas boas notícias sobre o PIB o suficiente para bater nos 90 mil pontos. Chegou a 90.245 pontos, na máxima do dia, ainda embalado pelo menor ritmo da política monetária nos Estados Unidos. Tanto é que anteontem, os investidores estrangeiros, depois de semanas retirando investimentos, inverteram a direção e ingressaram com R$ 74 milhões na Bovespa. No fim do dia, porém, Ibovespa perdeu força fechou com que de 0,23%, a 89.504 pontos. O dólar fechou a semana cotado a R$ 3,85, com mais 0,16%.
A divulgação do PIB hoje também ajudou o Ibovespa. O Produto Interno Bruto – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – cresceu 0,8% na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2018, com ajuste sazonal. Em relação ao terceiro trimestre de 2017, o crescimento foi de 1,3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado acumulado nos quatro trimestres terminados em setembro (3º trimestre do ano), é 1,4% maior que nos quatro trimestres e anteriores.
Os investidores também estão atentos às novidades que possam vir da reunião do G-20. Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, se encontram sábado à noite. É grande a expectativa por um acordo que possa reduzir as tensões comerciais entre os dois países.
A guerra das tarifas aumenta os receios com a desaceleração global e mantém os mercados na defensiva, inclusive aqui. O presidente americano joga duro, até o último minuto. Apostar em um resultado parece ser arriscado. Ontem, Trump voltou a ameaçar com a retórica protecionista e, já pela manhã, foi ao Twitter dizer que os EUA estão enchendo os cofres com as tarifas cobradas e que, se Pequim não quer pagar, “que fabrique aqui”. Mais tarde, antes de decolar à Argentina, disse estar “aberto” a um acordo com a China, “mas não sei se quero fazer”, porque “honestamente gosto do que temos agora (...) bilhões e bilhões de dólares com tarifas”.
Os papéis das siderúrgicas hoje pegaram carona na animação dos investidores com o PIB e fecharam a sexta-feira com bons percentuais de elevação. Usiminas PNA subiu 4,25%, Metalúrgica Gerdau PN saltou 2,95% e CSN ON, 1,03%
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A B2W e o Magazine Luiza estão novamente entre as principais quedas do Ibovespa nesta sexta-feira, e praticamente zeram os ganhos acumulados na semana pós-Black Friday. Segundo operadores, o último dia do mês muitas vezes estimulam esses movimentos, já que os investidores querem fechar suas posições com ganhos. B2W ON caiu 1,83% e Magazine Luiza ON recuou 3,59%.
A maior queda, entretanto, foi a Eletrobras: 5,20%. O papel, segundo analistas, está em processo de ajuste após ganhos fortes nos últimos dias, refletindo, em parte também alguma decepção com a indicação do almirante de esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, para o ministro de Minas e Energia, conforme apurou mais cedo o Broadcast. Ontem, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, decidiu revogar a liminar que impedia a realização do leilão de privatização da Companhia Energética de Alagoas (CEAL). Em nota, a estatal afirmou que não há mais óbice (empecilho) para o BNDES retomar o processo de venda da distribuidora.
Ainda refletindo a aprovação das autoridades da Comunidade Europeia para a fusão com a Fibria, anunciada ontem, Suzano ON subiu 5,03% e Fibria ON avançou 1,30%.
A maior alta, quem diria, foi a Cielo ON, com 6,85%. O papel recupera uma parte das perdas acumuladas durante o mês de novembro. Mesmo com a valorização de hoje, a ação deve fechar o mês com queda de quase 30%. O desempenho da rival PagSeguro, que em Nova York tem queda de 12%, é uma das razões da alta. A concorrente divulgou seus resultados essa semana, e as projeções da companhia para 2019, ficaram muito abaixo das estimativas dos analistas.
Traders de câmbio estão intrigados com a pressão persistente do dólar, que voltou a subir ontem (0,40%) e hoje (0,16%), apesar dos três dias de leilões sucessivos de linha, no total de R$ 4,25 bilhões, e da queda lá fora. Entre os motivos cogitados está a Ptax de hoje, para a liquidação dos futuros de dezembro, e a antecipação de remessas de fim de ano, além de saídas dos investidores estrangeiros da bolsa, que continuou este mês.
Fora da carteira teórica, as ações da Inepar disparavam 6,83% (PN) deppis de terem batido nos 10% de alta. O motivo é a conclusão do processo de recuperação judicial da companhia, que agora prepara a venda de sua maior fábrica. A Inepar é um grupo industrial paranaense que atua nas áreas de construção de equipamentos de energia.
*Com Estadão Conteúdo
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