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Pregão desta sexta-feira deve refletir positivamente os novos anúncios do presidente eleito Jair Bolsonaro
Bom dia, investidor! Depois do feriado, o pregão desta sexta-feira deve refletir o bom desempenho dos ADRs ontem em Nova York e os novos anúncios do presidente eleito Jair Bolsonaro para sua equipe.
Os recibos de ações brasileiros negociados lá fora bombaram no feriado: Petrobras (+2,25%), BB (+2,75%), Itaú (+2,98%), Bradesco (+2,95%), Vale (+2,75%) e Embraer (+1,96%).
O ajuste positivo em NY promete resgatar hoje os 86 mil pontos para o Ibovespa, que fechou a um triz desta marca na véspera do feriado, na máxima intraday de 85.973 pontos, em alta firme de 1,25%.
Na tarde de quinta-feira, foi anunciado que o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, permanecerá no cargo. E o economista Roberto Campos Neto, executivo do banco Santander, foi indicado para comandar o Banco Central.
A única frustração do feriado veio do Brexit, na debandada de quatro ministros do gabinete da primeira ministra britânica, Thereza May, com eventuais implicações no câmbio. De resto, Nova York foi bem, com alta forte dos ADRs brasileiros e expectava de ajuste positivo na Bovespa.
Roberto Campos Neto para o Banco Central não é uma surpresa, ele era cogitado como um dos nomes mais fortes para a vaga. Há 16 anos no Santander (diretor da Tesouraria), ele integra a equipe de transição do governo Bolsonaro, é próximo do futuro ministro Paulo Guedes e totalmente alinhado à nova política econômica.
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É visto como “duro na queda”, já tem gente achando até que possa subir o juro no primeiro Copom de 2019, na aposta isolada contra a onda de revisões que prevê Selic estável até 2020, com o IPCA ancorado.
Campos Neto defende a autonomia formal do Banco Central, e a expectativa é de que ele mantenha a atual agenda, que persegue maior competição bancária e a redução do custo do crédito.
Em relação à permanência de Mansueto Almeida na Secretaria do Tesouro era o que todo o mercado queria. O dono do cofre tem a exata noção da gravidade das contas públicas e é um aficionado pelo ajuste fiscal.
Mas o nome do futuro ministro das Relações Exteriores, o diplomata Ernesto Araújo, diretor do Departamento dos EUA, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty gerou estranhamento. Por ser relativamente jovem (51 anos) e nunca ter ocupado uma embaixada, era do como azarão nas apostas.
Indicação pessoal do filósofo Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo, Araújo é admirador de Donal Trump e crítico da chamada “ideologia globalista”, defendendo o “nacionalismo ocidental” do presidente dos EUA. Um artigo dele corre as redes sociais, no qual diz que Trump está salvando a civilização ocidental do islamismo radical e do “marxismo cultural globalista” ao defender a identidade nacional, valores familiares e fé cristã.
No feriado, o site O Antagonista trouxe que Bolsonaro estuda dividir as atribuições da Casa Civil entre Onyx Lorenzoni (faria a articulação com o Congresso) e o general Mourão (coordenaria os ministros). A suposta divisão levanta a lebre de que Onyx pode não durar seis meses no governo, como se comenta entre deputados do PSL e aliados de Bolsonaro, diante da série de desgastes acumulados antes mesmo de assumir.
Jornalistas quiseram saber de Bolsonaro se o Onyx continua, após revelações de que se beneficiou de caixa dois mais de uma vez. “Ele não é réu”. E o senhor confia 100% nele? “100% só confio na minha mãe e no meu pai”.
Em 2017, Onyx assumiu ter recebido R$ 100 mil da JBS para a campanha de 2014 (não declarado). Foi perdoado por Fernando Moro. Agora, mais R$ 100 mil apareceram da mesma JBS, desta vez para a eleição de 2012.
Nos EUA, a produção industrial de outubro (12h15) deve desacelerar de 0,3% para 0,2% em outubro. Saem ainda atividade industrial composta do FED/Kansas em novembro (14h) e dados da Barker Hugues (17h).
Na zona do euro, a leitura final do CPI de outubro (8h) deve perder fôlego, de 0,5% em setembro para 0,1%.
Ontem deu tudo certo em Nova York. Dow Jones (0,83%, 25.289,27 pontos), S&P‐500 (1,06%, 2.730,20 pontos) e Nasdaq (1,72%, 7.259,03 pontos) foram bem, contando com as ações de tecnologia (Apple, +2,5%) como fonte de inspiração.
No geral, as bolsas têm caído mais que subido e, depois da forte queda vista recentemente em NY, analistas temem que a correção se intensifique e leve a um “bear market”, como já aconteceu com o petróleo. Seria um indicador de que os EUA podem ter uma recessão pela frente, dizem analistas. Os motivos seriam a desaceleração global, guerra comercial e alta dos juros nos EUA, se o FED for além do previsto.
No fio da navalha com o Brexit, depois de quatro ministros de seu gabinete terem deixado o cargo, a premiê do Reino Unido se recusa a renunciar e rejeita a realização de novo plebiscito sobre a saída da UE. Diz que continuará lutando pelo seu acordo prévio sobre o divórcio do bloco europeu. Mas é grave a crise e Tereza May pode enfrentar um voto de desconfiança no Parlamento britânico, que ameaça retirá‐la do cargo.
O voto precisa da adesão de 48 parlamentares, número possível de reunir até a próxima semana, segundo a mídia britânica. Se isso acontecer, May precisará do apoio de metade dos conservadores para ficar no posto.
*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br
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